Funcionários do SOS Funeral, da prefeitura de Manaus, tiveram que buscar de barco uma suposta vítima de covid-19 em uma comunidade fora da capital. "Fomos surpreendidos porque tivemos que mudar nosso atendimento. A Marinha não autorizou que o corpo viesse fora de uma urna ou que fosse removido sem os equipamentos de proteção corretos", conta a chefe do serviço.

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