O silêncio é a mais pura sintonia com Deus. Pois embora inúmeras melodias nos façam chorar, por aflorar os sentimentos mais sublimes da alma, será ali na meditação simples que encontraremos o equilíbrio real. Único, sem explicação, só com a corrente natural da vida, dos pensamentos, dos desejos, dos sonhos, do pedido aos céus por mais força. E assim, com a certeza da fé e com a conexão com o plano espiritual no repouso do corpo, nos refazemos para seguir, sempre em frente.
Deus, e o Universo, querem a sinceridade da alma em nossos passos. Pois apenas dessa maneira é possível crescer, construir diariamente nossos sonhos. E isso demanda não só a cumplicidade do nosso ser, mas a disciplina, essencial para nos levar longe quando passamos naturais períodos sem motivação. Que a fé seja preservada em nosso coração como remédio para todas as horas, garantindo a prática da sabedoria em meio a tempestades.
A paz sempre está por perto, mas a nossa mente nem sempre. E é impossível estar em serenidade sem vivenciar o que o agora nos oferece. Inclusive a dor, que chega como mola transformadora, nos exigindo mudança e, por isso, aprendizado. A verdade que o Universo nos sopra como cura nesse mar de sentimentos é que não nos cabe controlar nem entender, apenas viver, o hoje, com gratidão.
Há um poder na gratidão que ainda desconhecemos. Pois exercer diariamente esse ato de conexão puro com o Criador e com o Universo é garantia da serenidade nos preenchendo de maneira sábia, pró-ativa. É quando nossos sonhos não adormecem: eles continuam vivendo mesmo sem a pressa e a ansiedade de que precisam ter o nosso tempo. E as horas da terra são diferentes das horas da alma que por aqui caminha em busca do seu próprio encontro.
A conquista é resultado do fazer sem esperar. Porque se desde o primeiro dia do esforço desejarmos receber o que só irá de fato frutificar daqui anos ou décadas, fatalmente iremos desistir. Por isso, a recompensa precisa estar no fazer, na gratidão de produzir, estar diariamente praticando aquela atividade ligada à nossa missão na Terra. E a evolução do nosso espírito está diretamente ligada a esse desprendimento material.
A distância é apenas uma maneira material de olhar a vida. Pois sentimentos são capazes de chegar onde nossos passos nem podem imaginar. Por isso a necessidade de filtrar, refinar e impregnar com mais amor toda forma de pensamento. Afinal, é daí que sai absolutamente tudo. É onde ocorre o sopro da alma, onde a conexão do divino começa a ganhar vida e onde temos o verdadeiro poder de mudar tudo para sempre e para melhor.
Nem sempre imaginamos o poder de transformação da dor. Na maioria das vezes somos tirados da zona de conforto para que algo que deveríamos ter feito a bastante tempo, agora, de fato, fosse realizado. E todo o sonho que parece distante, através desse movimento atual, agora passa a ficar mais perto. Sem contar com o bem-estar do novo, dos passos que se tornam mais firmes juntos com a certeza que continuamos e continuaremos eternos.
Há golpes que vão parecer fatais, mas não são. É que, de fato, a força de alguns acontecimentos causa um terremoto na alma, um atordoamento momentâneo. E diante de imensa dor, acreditamos que aquilo é maior do que nós. Mas não é. Você pode estar passando a pior fase da sua existência aqui na Terra, mas ainda assim segue a vida, à sua maneira. Isso é deixar a chama acesa e com ela nossos passos seguem firmes por qualquer escuridão.
Haverá um momento que não sabemos onde queremos chegar. E isso não é tão grave quanto parece, pois os objetivos mudam ao longo da caminhada. Mas a essência do nosso sonho, igual uma caixa-preta de um avião, ainda consegue ser preservada independente das tragédias que conseguimos superar. E passado o tempo de descanso, de recuperação de corpo e alma, voltaremos a enxergar nossos sonhos. Aí é o momento de pegar a estrada.
É preciso continuar mesmo sem todas as certezas. Pois nunca teremos o cenário ideal para ir em busca dos nossos sonhos e até mesmo pela nossa sobrevivência material em um mundo que passa por imensa transformação econômica. O que certamente vai nos auxiliar bastante é a disciplina, pois ela é a garantia de que mais um pouco será construído quando tiver faltando a motivação no ontem, no hoje e no amanhã, que certamente será melhor se optarmos por continuar.
Um só tempo cuida de todas as nossas questões. E o tempo é exatamente esse, com todos os poréns, com todo esse caminho que acreditamos estar fechado. A transformação da vida vai acontecendo com ela em movimento, mas queremos que tudo pare para respirarmos e assim conseguirmos compreender todo o processo. De fato, seria mais cômodo. Só que não é assim que funciona, e um dia entenderemos que a melhor decisão é sempre continuar, acreditando em nossos passos.
Sempre será possível evoluir com as mudanças. Mas muitas vezes negamos processos naturais da vida e isso nos impede de enxergar o que de bom o novo vem nos trazer. Precisamos estar abertos para captar os sinais da transformação que os novos acontecimentos e caminhos oferecem para nossa evolução. E isso não tem relação alguma com a essência, que sempre será preservada com o amor e a gratidão.
O mergulho na alma pode ser profundo, mas sem julgamentos. Porque tirar conclusão com o conhecimento de hoje para as situações do passado é autossabotagem. E isso é danoso para a nossa evolução. Para os perfeccionistas então, isso pode ser a paralisação de todo o ser. Precisamos aceitar que todos erram e nem sempre será de maneira deliberada. O que nos cabe é seguir a caminhada, sempre errando menos e não deixando de errar.
A grande surpresa da vida é viver o agora. Pois diante do mar da ansiedade, permanecer nessa onda, nesse momento que o barco nos oferece, com essa vista, com essa companhia, com esse tempo, que é verdadeiramente o que precisamos. Todo o resto será consequência do estar aqui, do que fazemos deste instante, igual de todos os outros que lamentamos não termos feito diferente. E exatamente por isso que precisamos estar, aqui e agora, por inteiro.
Não há caminhos sem erros. Por isso, siga o seu de maneira silenciosa. Quando for necessário perguntar, questionar, aprender para seguir a caminhada, seja sereno e gentil. E definitivamente não entre na estrada do outro para dizer que ele está caminhando errado. Realmente ele pode até estar e você diga isso de coração. Mas ainda assim essa não é a sua função, principalmente se não for convidado para tal. A evolução é uma luz que só pode ser acesa de maneira interior.
O que será sempre determinante é a nossa vontade de continuar. Nem sempre teremos a capacidade plena de seguir na velocidade que desejamos, mas ainda assim, passo a passo, podemos superar os dias. Renovar pensamentos, ressignificar os acontecimentos que machucaram, transformando as energias, principalmente as que estão paradas. Por isso, o segredo sempre será continuar, apenas continuar com gratidão e amor, muito amor.
O entendimento não chega, ele simplesmente brota. Pois embora possamos receber a explicação, até espiritual para determinado acontecimento, a compreensão só vai ocorrer, de fato, quando tivermos maturidade suficiente para isso. Por isso, o cultivo da nossa alma, com a serenidade, o amor e o respeito, são os ingredientes básicos não só para o bem-estar interior, mas também para que tenhamos respostas ao longo da nossa jornada aqui na Terra.
Estamos aqui, justamente, para viver isso e muito mais. E mesmo que tentamos adiar ou nos esconder, ainda assim seremos impactados por aquilo que precisamos passar. Os desafios chegam com seus sentimentos difusos arrombando a porta da nossa alma ou nos abraçando com o sopro do vento anunciando a chegada da noite. Não fuja. Viva o que precisa ser vivido com a gratidão de quem está aqui para isso: aprender, amar e partir.
O que seria uma nova dor faz parte da cura integral. Porque enquanto olhamos de maneira material todas as questões que nos aflige, a Espiritualidade trabalha algo bem mais profundo. Ou seja, enquanto pensamos no dia, na semana, no mês, nosso espírito está sendo transformado em questões seculares ou até milenares. Por isso, a gratidão em meio a qualquer desafio é a garantia da serenidade sempre nos acompanhando nos momentos mais difíceis.
Inconscientemente, passamos a maior parte do tempo tentando fugir. Principalmente através dos pensamentos, tentando sair daquele ponto chave da vida que nos tira da zona de conforto e até necessita de uma mudança mais brusca, um confronto no bom sentido. E essa negação da realidade, quando o que se precisa é tomar uma decisão, nos causa um sofrimento maior do que mostrar nossa cara para a realidade.
O sofrimento está ligado à necessidade de termos certezas. E pode se dizer que viveremos pouquíssimas delas ao longo de toda a vida, por isso a necessidade de estar em estado de fé. Mesmo que não ligado a uma religião, que essa força interior esteja em sintonia com o universo, através da disciplina diária na construção dos nossos sonhos. Pois é preciso seguir em frente independente do tamanho que o desafio já se apresentou.
Além da disciplina, o esforço precisa ser genuíno para o brotar dos sonhos. Qualquer outra maneira que levamos os dias vai na verdade nos deixar ainda mais frustrados por não alcançar os resultados desejados. Aí é momento de serenar a mente para encontrar o ponto de equilíbrio, evitando uma cobrança além da necessária. Afinal, estamos vivendo tudo que é preciso para primeiro aprendermos e depois sermos gratos com o tempo certo das coisas, de acordo com nossa maturidade.
O foco em nossa caminhada é um tipo de iluminação. Pois em meio a tantos estímulos que a vida moderna nos oferece, estar toda manhã construindo mais um pouco de nossa missão aqui na Terra, de maneira consciente, é também a conquista da serenidade para o espírito. Que passa a experimentar a leveza do ser, exercendo a gratidão diante as dificuldades, peças fundamentais para nos tornar quem desejamos.
A serenidade é a maior de todas as proteções. Pois com o coração lúcido somos capazes de seguir de maneira firme a nossa caminhada, sem sobressaltos provocados pelos sentimentos. Temos, claro, muito a aprender com cada um deles, mas não podemos ficar reféns de nenhum. E com a quantidade de estímulos que a modernidade nos oferece, facilmente perdemos o foco, deixando de ser almas e principalmente almas humanas.
O respeito que se deseja do outro depende do amor próprio. Pois mesmo que de maneira inconsciente queremos algum tipo de reconhecimento, seja por uma façanha pessoal ou profissional, e essa é uma aposta muito alta, que cedo ou não tão tarde vai nos trazer desgosto, revolta. Afinal, a Justiça não é deste mundo e será justamente através do autoconhecimento que conseguiremos alcançar a sabedoria que nosso espírito veio aqui buscar.
Viver em um outro tempo é garantia de sofrimento. O que existe é somente o agora, embora tenhamos chegado até aqui pelo passado de um segundo atrás. E, por mais que estejamos a um segundo do futuro, ainda nos cabe firmar nossos pés no instante, o único momento que temos o poder da transformação. E que sejamos serenos e sábios o bastante de não só fazer bem feito, mas também construir tudo com amor, muito amor.
Existe um só tempo: o nosso. Pois quando falamos sobre o tempo de Deus, o tempo do Universo, estamos falando do nosso tempo, do tempo que precisamos para sermos maduros o suficiente para usufruir as conquistas. Muitas vezes acreditamos que já fizemos o bastante e que o fruto já pode ser colhido, mas nossos sonhos estão sendo protegidos, aí sim por uma energia superior, à espera do nosso tempo: o da humildade, o do conhecimento, da serenidade e da gratidão.
Cada passo tem sua alma e, cada degrau, sua razão de existir. Por isso, cortar caminho apenas vai nos levar para o final da fila. É preciso escolher aprender com os desafios e colocar em prática, no próximo, o conhecimento adquirido. Essa é a razão de estarmos encarnados aqui na Terra, local ideal para alcançar a sabedoria necessária pela nossa iluminação. A maior de todas as escolas, que tem Jesus na condição de um dos maiores professores.
Não falta motivação para conquistar o que realmente se deseja. Mas em meio a tantas supostas fórmulas e maneiras de conquistar isso e aquilo, acabamos perdendo o interesse no meio da caminhada porque não se trata do que realmente queremos. Por isso, a importância do momento de reconhecer nossa missão, no silêncio da alma, e daí começarmos com prudência e gratidão na estrada que realmente fazemos parte.
Recomeçar é o maior ato de fé da alma. Estamos reafirmando ao nosso ser que seguir é preciso e que ao novamente tentar, reconstruir, edificar, estamos mais uma vez em conexão com Deus, essa energia indescritível que nos toma como chama sobrenatural. Fogo que aquece o frio existencial, em busca de respostas, mas que serenamente se contenta em elaborar melhor as perguntas, até que todas sejam respondidas pelos próprios passos.
Todos os sentimentos nos deixam tijolos de conhecimento. Pois não se constrói nada para a eternidade que não tenha nos exigido esforço para extrair a essência, componente fundamental da sabedoria. Por isso que realmente nos cabe pedir nas orações mais forças e nunca menos desafios. Vivemos na Terra uma oportunidade única para evoluir muito em um curto espaço de tempo. E é sempre bom lembrar que não estamos aqui a passeio.
O desafio é se enxergar espírito habitando um corpo físico. Depois, com a eternidade apaziguando nosso coração de alma, tudo passa a fazer mais sentido e a quietude do ser é capaz de nos trazer passos serenos rumo à eternidade. Porque a beleza da vida está em vivê-la de um modo singelo, respirando principalmente gratidão, tecendo com as mãos obras capazes de melhorar o mundo. E mesmo que pareça tarefas pequeninas, serão faíscas para a chama divina.
A escolha pela serenidade sempre será a mais certeira de todas. Pois independente do cenário que estamos enfrentando, ainda assim podemos parar por 5 minutos e decidir lutar com quietude do ser, exercendo o amor, evitando se machucar ainda mais ao agir com sentimentos menores. Dessa maneira, a raiz da sabedoria passa a se fortalecer na coluna invisível e imortal da alma, sendo capaz de levar cura para todo o nosso ser.
Primeiro de tudo nos cabe identificar onde queremos chegar. E daí por diante, em todos os aspectos da vida, teremos menos desgaste de energia, muitas vezes totalmente consumida pelo pensar, pelas criações mentais que chegam a ser parasitas. E embora nem sempre seja possível ir diretamente rumo aos nossos sonhos, qualquer movimentação edificante que propomos em nossa vida estará construindo a base para o projeto principal.
As chances de ser feliz são sempre iguais. Isso porque felicidade não tem ligação com condição material, mas com gratidão ao que se vive e onde se encontra. Pois estamos diante exatamente daquilo que precisamos para encontrar a paz da alma, que não está na Terra para passear de carro e viajar. Aqui estamos para ressignificar a dor, em um aprendizado único, só possível com os sentimentos potencializados pelo corpo, por ora a nossa maior e mais abençoada ferramenta do ser.
Sorrir nunca deixará de ser o melhor remédio. Pois embora tenhamos tudo que nos faça seguir em frente com paz de espírito, ainda assim só há chama viva de Deus em nossa alma se formos capazes de distribuir um pouco dessa energia, com a delicadeza dos pequenos gestos. Que não apenas abrem portas, mas ajudam a curar, a trazer a retomada de curso a quem a dor se tornou uma constante, condição de aperfeiçoamento que todos passaremos, bem mais que algumas vezes.
Os dias carregam os poderes dos anos, das décadas e dos séculos. E talvez até dos milênios, pois o que decidimos plantar hoje pode ser realmente para a eternidade. Não apenas no sentido curativo para seguir bem a caminhada, mas em iniciar a construção de algo realmente transformador, que abraça algum punhado de outras vidas, fornecendo sentimentos refazedores e potencializadores para os sonhos da humanidade.
As vitórias estão em todos os dias que sobrevivemos. Pois mesmo que para nossa mente implacável aquelas horas foram desperdiçadas, ainda assim elas são computadas em tempo útil, seja para dar alívio para os músculos físicos, seja para apaziguar os ânimos da alma. Toda experiência, tudo que passa pelos nossos olhos, são ferramentas para lapidar quem gostaríamos de ser.
Reaprender é o maior sinal evolutivo. Pois a humildade, quando exercida em plenitude, nos faz tocar a própria sabedoria, que é um dos maiores patrimônios que podemos carregar na caminhada. E nossa presença aqui na Terra, encarnados, tem sua razão justamente por alcançar sentimentos, conhecimentos e despertares em um curto período de tempo, reafirmando nossos passos a caminho da eternidade.
O foco é a dose mais eficiente para nossos sonhos. Pois nem sempre o que falta é disposição, empenho, afinal trata-se de nossos sonhos. Só que diante de etapas conflituosas, mais difíceis, buscamos até inconscientemente fugas, distrações, o que a tecnologia nos proporciona em abundância. E o foco nesse sentido também é cura, pois estaremos conservando a serenidade, vivendo cada coisa de maneira completa ao tempo de cada uma delas.
O que diariamente vemos é o retrato da nossa alma. Independente das circunstâncias e do local, podemos deixá-lo mais organizado, habitável, com simplesmente o básico. Quanto menos, melhor, cuidando apenas do essencial, sem sobrecarga energética daquilo que já tinha que ter seguido o seu caminho por bastante tempo. O desapego é uma das condições mais básicas para o início do processo de evolução espiritual.
Exigir demais de si mesmo é destruir tudo aquilo por que lutamos. Pois embora somos almas, temos neste período encarnado na Terra o corpo como a nossa maior ferramenta, capaz de nos proporcionar aprendizado valioso que não conseguiríamos fora da matéria. Só que o corpo tem limitações e uma série de fragilidades. E ao nos tratarmos sem compaixão, causamos feridas desnecessárias para nosso espírito.
O que mais precisa da nossa proteção são os bens imateriais. Porque embora o material possa tirar o nosso sono, o equilíbrio emocional para nos manter em pé, rumo a solução, é o mais importante. Em outras palavras, o mais valioso é que chegamos até aqui e isso resulta em conhecimento único diante das novas dificuldades, que também existiriam de uma outra maneira se estivéssemos em uma situação mais confortável na vida. Nosso patrimônio sempre será a alma iluminada.
Desconstruir certezas faz parte da nossa evolução. Porque crescemos com uma realidade praticamente única, bem diferente de dezenas de pessoas da nossa própria rua. E na vida adulta ainda carregamos questões mal resolvidas. E não estamos interessados em mexer no conforto mental de continuar lidando com determinada situação daquela maneira. Mas a serenidade do nosso ser exige respeito, aceitação e compaixão que quase nunca estamos dispostos a exercer.
Não há serenidade sem renúncia. Precisamos nos divorciar o mais rápido possível dos sentimentos que quebram nossa sintonia com a eternidade, pois o que nos deixa para baixo é justamente os desejos passageiros, puramente materiais, que não possuem ligação alguma com nossa missão verdadeira, de espírito encarnado. E o que realmente precisamos para chegar ao bem-estar verdadeiro, o de alma, é muito pouco e totalmente gratuito quando se pensa na riqueza dos homens.
A maior das renúncias é não desejar nada em troca. Apenas ser, continuar pela caminhada da autodescoberta de maneira pura, com a identidade que nos propomos a marcar essa atual passagem pela Terra. A maneira única que, de fato, simboliza o algo novo que nos permite encontrar um resultado diferente diante de todas as questões que precisam ser solucionadas em nossa alma, que é única, bela, pulsante, e nossa, eternamente nossa.
Não somos os pensamentos, mas eles são ótimas ferramentas. Desde, claro, que usados para a sua real finalidade, que é projetar soluções e conquistas, exercendo com serenidade a capacidade de raciocínio para saber amar de maneira plena, alcançando aí a pureza de espírito. Por isso, precisamos saber escolher bem diante de inúmeros estímulos da era da tecnologia. Só assim para o bem-estar mental prevalecer, contribuindo para a paz de todo nosso ser.
Um pouco de tudo faz parte de nós. Até parcelas do que consideramos o mal, habitam momentaneamente o eu, até a purificação que tanto se fala por aí, essa que acontece até a nível de pensamento. Estamos em um processo evolutivo aqui na Terra, ao lado de inúmeros aprendizes e, na verdade, raríssimos professores, que não precisavam estar aqui, mas diante do imenso amor a nós, escolheram caminhar novamente para amar cada vez de forma mais verdadeira.
O choro nem sempre é sinal de infantilidade. Ele pode ser a única válvula de escape para tirar a sobrecarga do corpo, que precisa liberar a energia densa dos acontecimentos e de sentimentos acumulados. Segurar as lágrimas apenas enrijece ainda mais nosso ser, que precisa ser tão somente humano. Qualquer aventura nossa que saia dessa linha suave e serena de Deus, irá nos afastar do Criador e logo da cura e da felicidade.
Recomeçar é a maior de todas as bênçãos. Pois é a oportunidade divina para nosso espírito encontrar a cura de todas as feridas milenares justamente enquanto busca pelos seus sonhos. Por mais que o mundo material mostre recomeços como possíveis fracassos, eles na verdade são essenciais para tornarmos sábios o bastante para usufruir as conquistas dos nossos esforços, conquistas que se tornam eternas quando são luzes para o caminho de toda a humanidade.
Talvez falte apenas, e tão somente, foco. A vida moderna já exige do nosso corpo mais do que ele pode aguentar, e mesmo assim insistimos em abrir mais abas, mais janelas, acontecimentos e inutilidades para serem processados, ao ponto de esquecermos da nossa própria vida, minando a força do ser na construção dos sonhos. Com o tempo, nossa mente fica divagando tanto que esquecemos o próprio caminho para apenas vigiar se o outro não está desviando do dele.
Escolha ficar tranquilo, pois está tudo certo — sempre esteve. Nossa aflição por conseguir isso ou aquilo antes da hora, antes de estarmos preparados para receber, que causa toda essa ansiedade, que a longo prazo desencadeia de tudo em nossa vida, principalmente doenças. O que nos cabe é cultivar a aceitação, juntamente com tudo aquilo que plantamos para a evolução do nosso espírito, em passagem rápida, fundamental e divina aqui na Terra.
Tentar, tentar e novamente tentar: essa é a prova de que estamos vivendo. E todas as pessoas que admiramos começaram justamente quando se sentiram tão perdidas que a única opção era tentar, bem longe das melhores condições para o que chamamos de sucesso. E no mundo de hoje, com tanta informação, que pode gerar conhecimento e sabedoria, tentar, tentar e tentar é o mínimo que o universo espera de nós.
O sorriso, mesmo atrás da máscara, é um reencontro de almas. Pois há corações que se tocam com o amor divino, sem a necessidade da atração carnal. Amizade, respeito, sabedoria de enxergar no outro o que queremos para nós mesmos. E aquele contato na esquina do bairro, de longe, apenas com o olhar de reconhecer o outro, traz um alívio para a nossa carência em época de reaprendizado do ser.
O coração sempre nos sopra o caminho correto. E por mais fraca que seja a lanterna da lucidez, só ela mostra onde nossos pés precisam alcançar, trilhando com serenidade todos os desafios em busca de sonhos que tenham ligação com nossa missão aqui na Terra, e que certamente passam pela colheita do que já foi plantado e está sendo cultivado. Mas todos os dias, a ilusão de outros caminhos nos convidam a sermos quem não somos. E será, sempre, uma escolha, inteiramente nossa.
A compaixão é a cura que oferecemos ao outro. Começando, claro, por não julgar. Compreender que aquelas decisões são baseadas no grau evolutivo daquela pessoa. Afinal, quantas vezes nos pegamos pensando no passado e nos envergonhando de ter tomado essa ou aquela decisão? Aceitar essa falta de sabedoria ajuda no nosso reconhecimento como seres humanos, e por isso falhos, em constante aprendizado. E tudo bem.
Quase nunca estará claro, mas há um sentido em tudo. Pois na maioria das vezes somos crianças espirituais ainda em aprendizagem, por isso qualquer esforço para compreensão será perda de tempo e energia. E o que parece capricho de Deus, na verdade é amor de Pai, nos protegendo de algo que é grande ainda para assimilarmos. Precisamos balizar nossa fé em todos os acontecimentos que pareciam desnecessários e hoje passamos a crer perfeitamente que eles ajudaram na nossa evolução.
Mesmo que não exista a certeza de nada, a vida é para frente. Porque as respostas, e a conquista evolutiva, estão justamente em não parar diante dos desafios, mesmo que eles por inúmeras vezes tirem nossas energias até aprendermos a enfrentar todos com serenidade e gratidão. Pois na verdade eles existem para o nosso aprendizado e não para nos destruir. Uma academia de Deus, que pode doer um pouco, mas está nos deixando cada vez mais fortes.
O conforto de ter feito tudo é curativo para a alma. Pois chega um momento que o nosso coração, tanto físico quanto espiritual, compreende que o limite foi até ultrapassado, diante de inúmeras tentativas, e nosso ser alcança um conforto do próprio cansaço, de que aquilo aconteceu e talvez continue acontecendo por necessidade, principalmente de aprendizado de todos os envolvidos. E não nos cabe negar, querer respostas, e sim aprender diante de tudo isso.
A energia criada pela força de vontade é única. E quando abrimos de vez essa porta para distribuirmos ao mundo a contribuição que nos cabe oferecer, o universo devolve com mais energia, fazendo literalmente essa chama divina se tornar cada vez mais forte. E daí em diante o fardo não é mais tão pesado, com todos os minutos apenas minando nossa força com pensamentos doentios, um caminho imensamente mais doloroso do que realmente iniciar a construção dos nossos sonhos.
Os sentimentos são ferramentas da nossa evolução. Não ao contrário. Pois ao negarmos que eles são ferramentas desse processo que nosso espírito passa na Terra, caímos aos seus pés, nos aprisionando em questões que nós mesmos alimentamos, fruto do que só existe em nossa cabeça. A capacidade criativa, quando não é usada para a nossa missão, se torna ferramenta de auto obsessão, a mando do medo, da culpa, nos fazendo esquecer quem somos e quem queremos ser.
O momento de tentar é libertador para a alma. Por isso, embora possamos alimentar o receio de um suposto fracasso, precisamos compreender que ficarmos parado por tempo demais pode ser mais angustiante do que aproveitarmos oportunidades e melhor: construir as oportunidades. O mais importante nesse processo é saber o que realmente se deseja e que essa conquista esteja ligada a missão do nosso espírito aqui na Terra.
Nem todos os sonhos do mundo nos pertencem. E isso não é discurso derrotista ou de alguém que quer proibir o desejo de cada um correr atrás do que se quer, até porque isso é legítimo e precisa acontecer para compreendermos que nosso caminho é outro, que aquilo que viemos buscar aqui na Terra e verdadeiramente nossa alma necessita está em uma trilha simples, na conquista da serenidade e no cultivo do amor verdadeiro, com cada vez menos materialismo.
Não há fórmulas: há a capacidade de amar os dias. Estar com essa chama acessa muda absolutamente tudo, pois sem esse agasalho espiritual o desânimo abate como ponto final. Esse sentimento de perda é transformado pelo sublime do amor como capacidade de se reinventar de maneira plena, nos possibilitando seguir um caminho que é o melhor, mas não abriríamos mão daquele outro se não fossem as próprias circunstâncias da vida nos colocando no caminho transformador.
Não importa o desafio, ainda assim podemos enfrentá-lo com amor. Pois qualquer outro sentimento que permitirmos brotar, fatalmente irá nos obrigar a passar por outro tipo de aprendizado. E eles vão chegar, como figurinhas repetidas e serão criticados por nós como perseguição, até de Deus. Mas é justamente para nos fazer melhor, cada vez melhor. Não há nada que bata à nossa porta que de alguma maneira não nos pertença, mesmo que por aquele instante.
Não criar expectativa não quer dizer deixar de sonhar. Pois qualquer construção de algo realmente importante para a nossa existência precisa ter a serenidade do amadurecimento após a colheita e intenso plantio. O que digo aqui é sobre o desejo do ego de que o externo nos atenda de um modo imediatista, uma espécie de prazer banal que nunca pode ser confundido com uma conquista verdadeira.
A vida nos cobra em dobro o tempo mal utilizado. Pois embora nenhum tempo seja de todo perdido, já que um aprendizado brota até daquilo que escolhemos errar de maneira deliberada, ele tem uma carga maior em nosso próprio ser lá na frente, que retorna para o final da fila em algumas questões evolutivas. E isso fatalmente adia o nosso processo de caminhada aqui na Terra, o que gera dor, doença, ansiedade, inquietação até da alma.
Renunciamos a muito pouco para querer tanto. E além de precisarmos renovar nossas energias, deixando partir aquilo que precisa seguir seu caminho, nos cabe compreender que nem sempre é merecimento receber o que desejamos no momento que nosso ego deseja. Isso porque por melhor que seria tal conquista neste momento da vida, ela poderia ser mal aproveitada com o conhecimento que temos hoje. Portanto, precisamos fazer sempre a nossa parte, com gratidão e exercendo a fé em nome da serenidade do ser.
A vida vai nos proporcionar rupturas para o nosso bem. E isso não diz respeito apenas a relacionamentos, contatos profissionais ou de amizade. Se trata também de mudança brusca e necessária para a nossa melhora acerca de crenças comuns e limitantes. Pois chega um momento que é preciso colocar em prática o amor incondicional ao próximo, a fé em sua maneira mais pura, para nos sustentar diante dos desafios. E será mergulhado nessa imensa dor que encontraremos a cura que não aconteceria de outra maneira.
Não há evolução sem gratidão aos desafios. Pois cada um deles são necessários para que a gente consiga, de fato, subir mais degrau. Sem todas essas questões que tocam seu coração neste momento, você não estaria sendo provocado a sair do lugar comum, apenas dando continuidade em uma rota sem conquistas. Para o espírito, esse tempo na terra é mais do que precioso: uma oportunidade única de se tornar mais puro e sublime.
Existe um novo tempo querendo nascer dentro de nós. Lá no fundo ele é perfeitamente identificado pela nossa consciência de dias com fé, de esforço por nossos sonhos, quando experenciamos o verdadeiro amor. E nos cabe pavimentar a estrada para fazer esse sentimento crescer ao ponto de nos influenciar de maneira contínua para o nascimento de um novo eu, capaz de enxergar o mundo com o coração divino.
Praticar o silêncio em inúmeras ocasiões é sinal de sabedoria. Pois nem sempre teremos todas as palavras necessárias e nem sempre todas as palavras vão ser capaz de mudar um acontecimento. O que precisamos é ter em nosso coração a certeza de que estamos fazendo o melhor, seja através de um abraço ou uma oração à distância, mesmo que a nível de pensamento. Por isso que muitos dizem que o silêncio, não tenhamos dúvida, realmente cura.
A força do bem nunca deixa de agir em nossa vida. Mas ela espera encontrar não apenas a porta aberta do coração. A força do bem precisa de encontrar uma energia compatível, que parte do nosso esforço, da vontade interior de desejar, planejar e plantar nossos sonhos com amor, para que ela possa de fato nos impulsionar. E essa vibração que precisamos começa pela renovação dos pensamentos.
Há uma sabedoria esquecida produzida pelos nossos passos. Mas diante da crença comum de nos comparar, nunca esse conhecimento até espiritual que carregamos é ouvido em momentos que precisamos, de fato, escutar tão somente nós mesmos. Em determinadas ocasiões, e dependo da personalidade que alguns carregam, tomar uma decisão com a reflexão interior traz menos abalo emocional. E o exercício dessa maturidade deve ser praticado sempre que possível, em nome da nossa evolução.
Não há fórmula para recomeços: apenas a vontade. Porque cada um sabe sobre suas dores, sua capacidade de caminhada. Precisamos, claro, nos balizar em quem admiramos, mas não nos comparar, exigir demais. Porque os desafios sempre serão individuais o bastante para termos a nossa própria régua do sucesso. E quando isso fica claro em nosso ser, a serenidade se torna uma constante, uma verdadeira mãe nos acompanhando.
A maior coragem é o ato de decidir desbravar o eu. Pois a maior sabedoria é nos bastarmos, exercendo a gratidão de quem somos, nos conhecendo diante dos desafios exteriores, mas redescobrindo o caminho da essência criadora que habita nosso coração. Dessa forma, vamos descobrir o poder que é não criar expectativas, apenas palmilhando com firmeza nossos passos na trajetória do infinito.
Não precisamos de todas as respostas para seguir em frente. Precisamos somente da confiança em nós mesmos, que pode ser alimentada pela fé em Deus. Porque essa força interior que realmente move tudo e a maioria das respostas, para não dizer praticamente todas, chegam justamente pelo caminho, com a maturidade para lidarmos com ela, pois quando chega no momento errado a conquista pode ser apenas passageira.
Nos dias de hoje, respirar é uma arte. E os monges budistas sempre tiveram razão: não exploramos toda a capacidade dos nossos pulmões, capazes de não só melhorar a nossa Saúde, mas também trazer a serenidade necessária nos momentos de maior aflição do espírito. Apenas a nossa consciência de respirar já muda a percepção sobre todas as coisas, trazendo lucidez para os dias e certamente transformando a nossa vida.
Pensar é uma arte, mas fazer que nos torna artistas. Por isso, mesmo que a gente não consiga, evoluímos mais do que se não tivermos tentado, deixando apenas na intenção a vontade de criar. Estamos aqui na Terra para tentar bastante e talvez bate aquela sensação de que estamos pensando demais, que vez ou outra, se tivéssemos tentado, teríamos conseguido. Aí entendemos que precisamos medir a nossa existência tão somente com a nossa régua.
O que for verdade será sempre preservado pelo tempo. Se tornará, em essência, cada vez melhor. Na amizade, o companheirismo. No amor, a aceitação e a renúncia. Na profissão, a gratidão, o conhecimento, a sabedoria. A leveza da nossa alma nos convida a carregar pouco, bem pouco, por isso a verdade sempre vai prevalecer, trazendo a benção da simplicidade para aprender diante de toda nossa trajetória.
A disciplina em fazer a nossa parte rompe todos os desafios do tempo. Pois mediante esse esforço, essa conduta linear, tudo aquilo verdadeiramente genuíno em nossa missão será naturalmente superado. Afinal, não há força maior do que o exercício do amor em nossos dias e será sempre através dele que as situações evolutivas mais difíceis serão superadas. Qualquer outro tipo de sentimento e força que ele exerça apenas vai nos levar para o final da fila.
Existem coisas que só existem na nossa cabeça. Porque criar, principalmente perigos, faz parte de algum sentimento inferior que ainda atua de maneira mais forte em nossa personalidade, realidade de infinitos fatores, principalmente ligados à nossa formação. É algo totalmente natural, mas que precisa ser transformado em nome da nossa evolução. Questionar tudo que pensamos e sempre buscar um significado positivo para os acontecimentos é grátis.
Uma nova era em nossa vida começa pela vontade própria. Porque nunca o externo estará com condições ideias para iniciarmos uma caminhada que acreditamos ser de glória para o nosso ser. O mais importante será começar a nova missão dentro de uma missão eterna, em que o rascunho sempre será o original. E isso é belíssimo, faz parte da identidade do nosso espírito, que chegou até aqui justamente por tudo isso que passamos.
Há, ao mesmo tempo, beleza e sabedoria na entrega ao Universo. Quando nosso ser mais do que se aceita: expande toda sua consciência e energia para doar e receber, aceitando com serenidade os desafios, pois a eternidade nos garante viver tudo, em todos os planos, em todos os tempos. Mas o hoje sempre será o instante que poderemos realmente tocar a essência divina, mudando tudo, para melhor, e para sempre.
Uma faísca divina habita cada um de nós. Não nos tornaremos um Deus. Aliás, os maiores mestres do amor ao próximo que passaram aqui na Terra são unânimes em reconhecer que foram apenas um 'cisco de Deus', como dizia Chico Xavier. Mas essa faísca tem a capacidade de acender a chama da essência, para que o nosso conhecimento espiritual seja capaz de nos conduzir nessa experiência carnal. Mas para isso, precisamos mais plantar do que desejar colher.
A ruptura é um estado de transição para o espírito. Pois nem sempre partir ou deixar partir é aceito de maneira natural pelo nosso ser. E por isso, uma espécie de intervenção do Universo, ou até divina, ocorre para o nosso bem quando se enxerga a totalidade da existência e não o imediatismo dos sentimentos. Por isso, mesmo que a nossa mente hoje não compreenda, ainda assim precisamos conservar a certeza de que nada acontece sem necessidade. Alguns chamam isso de fé.
Erraremos quantas vezes forem necessárias para aprender e sermos capazes de pedir perdão. Pois esse tipo de conhecimento é um dos mais importantes para a nossa evolução espiritual. E geralmente situações repetidas, com a mesmas pessoa, voltam a ocorrer porque é justamente com ela que precisamos exercer esse gesto de amor, de compaixão e de sabedoria interior, uma superação da própria alma.
Não há batalhas externas se já vencemos todas as interiores. Pois apenas enxergaremos algo errado no mundo e no outro se ainda não compreendemos as nossas falhas, quando não entendemos o lado humano, as dificuldades de um espírito em conviver aqui na Terra, na limitação da vestimenta carnal. Estamos todos em aprendizado constante, em busca de evolução, mas o nosso interior sempre será o maior espelho que temos do mundo.
Há um tempo para todas as coisas, mas toda hora é hora de plantar. Pois o ato de criar, de exercer algo novo para o nosso ser, não apenas no sentido material, mas sim de conhecimento, de aprendizado, que verdadeiramente movimenta todas as energias e nos traz a grata magia da vida aqui na Terra. A nossa alma se expande, toca corações e recebe senão das pessoas, do céu, as benções salutares para seguir a caminhada.
Além de coragem, o que a vida quer da gente é compromisso. Pois sem a disciplina na construção do que verdadeiramente se quer, todo o projeto, toda missão da nossa vida aqui na Terra, se torna despretensioso e não cumpre o seu objetivo curativo do ponto de vista interior e de contribuição para a humanidade do ponto de vista exterior. O primeiro passo é o foco e exercer os dias com amor, muito amor.
Não há o que provar, apenas ser sincero com nossos passos. Pois quando vivemos a nossa história de maneira integral, tiramos o anseio de sermos reconhecidos. Isso porque passamos a descobrir que viemos buscar a nossa evolução através de simples sentimentos e, por isso, sinceros, em conexão direta com Deus. Dessa maneira a nossa alma se expande, sendo capaz de doar ao próximo e ao mundo o melhor de nós.
E se tudo realmente for uma grande benção para o nosso ser? Se a gente realmente imaginar que todo obstáculo tem o seu propósito divino, mesmo os obstáculos que nós mesmos procuramos por decisões erradas, teremos a gratidão na ponta do coração, dos pés e dos dias. E isso muda totalmente a forma de viver, com a serenidade sendo uma companheira para fortalecer ainda mais a maturidade da alma.
Qualquer dor é mais do que apenas dor. Pois quando conseguimos enxergar além desse sentimento, nossa alma passa a florescer através do conhecimento, através da mudança, da tomada de atitudes, de buscar olhar sempre por outro ângulo. Mas cada dor é única, e nos cabe agir diante dela, sem dúvida, mas buscando sempre uma forma de aprendizado para a alma, que não está aqui na Terra a passeio.
Cada dia é uma nova maneira de tentar. Não que isso seja capaz de minar a nossa disciplina e a rotina produtiva para a construção da nossa missão, mas nem que seja por 5 minutos, precisamos dar uma atenção diferente a algo que ainda precisa de resolução, de entendimento para o nosso coração. Claro que pode ser uma questão profissional, mas nos cabe vez ou outra tirar esse tempinho para abraçar feridas emocionais com outros olhos e sentimentos.
Se inspirar é muito diferente do que se comparar. Pois quem busca viver algo similar a quem admira, fatalmente vai se frustrar ao ponto até de achar que não é merecedor daquele sonho. Somos seres únicos e em caminhadas únicas, tão particulares como a nossa caminhada milenar como espírito, por centenas de vidas. Existem excelentes exemplos para nos inspirar, mas há uma beleza e motivação únicas em termos nosso próprio caminho.
Nem sempre a vida nos exige ir tão longe. Talvez a nossa missão esteja perto demais, na pura busca pela simplicidade do ser, do amor a alguém que precisa de cuidados especiais da nossa família. Sucesso é uma palavra particular demais para ser objeto de comparação com tudo aquilo que hoje temos possibilidade de conhecer na mídia. Devemos sempre nos inspirar em bons exemplos, mas nunca deixar de viver nossa história.
Decisões não só são necessárias bem como abrem caminhos. Pois pode parecer que escolhas que ficamos adiando sejam apenas para alívio do peso das situações, mas elas possibilitam abertura de caminhos, com a mente limpa, capaz de enxergar novas oportunidades. Assim que rupturas acontecem para sairmos do lugar comum da existência, para ganhar o aprendizado universal, da expansão da alma ainda habitando o corpo.
Nos cabe aprender e não carregar a dor. Parece algo tão simples e óbvio, mas fazemos exatamente ao contrário: carregamos a dor por tanto tempo sem que aquilo de fato nos traga um aprendizado e o universo nos entrega mais situações difíceis para ver se dessa vez vamos aprender com a dor e não carregá-la. E o segredo da serenidade e paz de espírito é caminhar com a leveza de um eterno aprendiz, com aceitação e gratidão.
Nada, ou quase nada, que já tirou a sua paz aconteceu. Mas mesmo assim continuamos sem a sabedoria de seguir nossa caminhada com serenidade, com noites bem dormidas, com o coração sempre ligado ao bem, realizando a missão que nos cabe e nos preenche aqui na Terra. Chega a ser até uma questão puramente matemática, mas com a maturidade do tempo, iremos aprender a preocupar menos, muito menos.
Cada degrau existe por uma boa razão. Por isso, toda vez que acreditamos ter evoluído o bastante por aquela vitória ou outra, precisamos conservar a humildade de que se trata somente de mais um capítulo. De fato não podemos nos cobrar demais e deixar de reconhecer cada passo bem ou mal dado, mas a sabedoria do ser cada vez compreende a pequenez e a beleza diante do Todo.
A coragem que a vida nos exige requer mudança de comportamento. Não apenas pensamento, pois ele, em si, somente alimenta as infinitas teorias que ocupam nosso tempo, e muitas vezes minam a nossa força. Estamos aqui falando de uma nova postura diante dos desafios que nos impõe um medo capaz de paralisar, de não nos permitir avançar. E a vida, claro, traz com recorrência aquele obstáculo para nos fazer evoluir.
Somos espíritos, mas em condição humana. Justamente para aprender mais rápido sobre amar, esperar, aceitar, doar. Sem essa veste carnal não teremos condições de adquirir esse conhecimento tão rapidamente e ao lado de seres que justamente precisamos ajustar questões, no mínimo, mal resolvidas do passado. Tenha carinho com cada dificuldade, pois ela pode ser o tesouro curativo que sua alma tanto precisa.
Há um ancião morando dentro de nós. Mas essa parte nossa da maturidade, da serenidade de quem já viveu centenas de vidas, por milhares de anos, seguidamente, fica adormecida por nos colocarmos reféns demais das questões materiais e principalmente dos sentimentos que borbulham no dia a dia. Não somos nada disso. Somos um espírito em busca de aprendizado e que em essência é paz e luz.
Tente de uma outra forma, mesmo que seja por uma vez. Porque a partir daí, uma nova consciência poderá se abrir em sua mente, se assim permitir. Ficamos tentando seguir tanto uma receita de vida que em determinado momento realmente não conseguimos seguir em frente. E existem infinitas possibilidades de recomeçar, de continuar, mas não nos damos o direito de sequer tentar.
Há um sentido ainda desconhecido em todos os acontecimentos. Por isso, nosso sentimento de frustração, de incompreensão e a longo prazo até de depressão. É que muitas vezes paramos em busca de respostas quando elas só podem ser encontradas se seguirmos viagem. Não no sentido de abandonar os desafios, mas de compreender que todos os dias precisam ser vividos e vencidos com amor, não importa o motivo do que consideramos ser um adversário.
Toda espera é um processo de cura. Desde que tenhamos feito a nossa parte e de alguma maneira continuar preparando nossa vida para o objetivo se concretizar. Quem costuma se cobrar demais por resultados, precisa reconhecer nossa pequenez diante das coisas do mundo, que andam dessa ou daquela maneira por um motivo maior, divino, de aprendizado para nosso espírito aqui na Terra.
A vida sempre tem novos sentidos, mas com a mesma essência. Pois quando mais descobrimos sobre nós mesmos durante a caminhada pelo mundo, mais ajustamos a rota preservando a faísca divina que nos faz enxergar toda a beleza esquecida da alma. Essa escuridão dos sentidos é consequência inicialmente da falta de exercício da fé e em seguida da perseverança para alcançar a serenidade da missão.
Tudo ao seu tempo, mas sem tempo a perder. A resposta para isso está no coração de cada um, pois de fora não é possível afirmar se a gente acaba querendo tocar tudo rápido demais, com autocobrança, ou na verdade estamos postergando as tarefas básicas necessárias para a nossa evolução. O uso tempo é o maior termômetro da nossa missão aqui na Terra.
Nem sempre vão existir palavras, mas elas serão ditas pelos sentimentos. Ou até pelo silêncio, que nos traz paz, aceitação, entendimento e é capaz de emitir o mesmo, independente da vibração da situação. Os meios de se comunicar estão tão fáceis atualmente que muitas vezes esquecemos apenas de sentir, absorver aquele entendimento que vai direto ao coração.
Há benções diárias em nossas vidas que esquecemos de celebrar. E elas são simples, singelas, com a beleza da Criação. Gestos de gentileza de um desconhecido, o sol que se encaixa na janela com o aconchego que desejamos, aquela pequena notícia boa inesperada. Tudo isso faz parte do encanto de ser viver em conexão com Deus, que nunca nos esquece.
Um novo 'eu' renasce na permissão de pensar diferente. Pois de fato existem inúmeras formas de ver uma só situação. E enquanto você, eu e muitos vão encontrar apenas lamento, outros vão compreender como um presente do céu para se enriquecer espiritualmente superando os obstáculos materiais e sentimentais que a vida aqui na Terra nos impõe diariamente.
Ainda que não possamos caminhar, que a mente siga em movimento. Pois diariamente estamos alcançando esferas espirituais de conhecimento se nos abrirmos para os ventos da sabedoria do ser. Porque na verdade, todo o nosso conhecimento que adquirimos durante a caminhada, se converte para o florescer do próprio eu, assim expandindo nossa essência para o mundo.
Sempre é possível alcançar mais um pouco de paz. Aliás, até nos cabe esse esforço, pois assim iremos esculpir a maturidade para os próximos desafios. Não há tempo a perder aqui na Terra. A fila para reencarnar é imensa e estamos passando por uma transformação única, com a possibilidade de curar e purificar ainda mais o nosso ser. Nos cabe sermos gratos e abertos ao aprendizado.
O desafio é fazer deste mesmo tempo, um novo. Pois a direção energética, de intenção, de vontade, é que faz tudo ser diferente, independente das circunstâncias e obstáculos que se apresentam diariamente. E ao reinventar essa mesma vida, nesses mesmos dias, com as mesmas pessoas, que vamos ousar surpreender positivamente não só Deus, mas ao templo sagrado de nós mesmos.
É preciso viver, o quanto antes, o que é para ser vivido. Porque a maioria das questões que nos desagradam tentamos evitar de tal modo que elas não só vão se repetir, como vão nos exigir um esforço maior de superação. E tudo que passamos, se não são feridas de vidas passadas, são passos errados que escolhemos palmilhar nesta mesma vida. E viver as consequências é o caminho para também viver uma nova vida.
Estamos sempre a caminho de um entendimento mais profundo do 'eu'. Não importa o que estamos vivendo, pois todo tipo de situação é um desafio para o autoconhecimento. E com compaixão a nós mesmos, começamos a ganhar um domínio sobre o nosso ser que nos traz serenidade e conhecimento imaterial inigualáveis. Alguns chamam de cura de corpo e alma.
Não há serenidade sem renúncia. Pois toda aflição que nos consome corpo e alma está ligada a questões que tentamos controlar e são incontroláveis. O verdadeiro aprendizado é fazer bem a nossa parte e compreender que o resultado está ligado com nosso karma, nem sempre fácil e justo se analisarmos apenas essa encarnação. Precisamos buscar compreender em um sentido mais amplo, além da matéria e desse tempo.
Além dos pensamentos, não somos os momentos. Apenas somos passageiros desse tempo, com todas as circunstâncias e inevitáveis dores. Não só acerca daquilo que atinge nosso corpo, mas também a nossa alma. O que muitas vezes esquecemos de refletir é que tudo isso faz parte da nossa necessidade de despertar e sem muitos desses acontecimentos impactantes, o processo de cura da ferida milenar não pode ser iniciado.
A vida nos ensina inúmeras vezes antes da dor ser necessária. Isso vale não apenas para a repetição de erros, mas também acerca da necessidade de amarmos e sonharmos sempre de modo imaterial. Mesmo que a conquista aos olhos seja física, que seja sempre possível sentir além, do que aquela pessoa ou objeto projeta em nossa alma em expansão. Aí então a maturidade passa a nos afastar de, quem sabe um dia, absolutamente todas as dores.
Sempre haverá espaço na vida para a paz e calmaria. E daí, a felicidade e bons momentos passam a ser cada vez mais comuns. Mas isso depende de uma mudança de rota, que inicia pela escolha de desacelerar, pois chegaremos a tempo de tudo que a vida nos oferece e viemos aprender. O que buscamos é imaterial, por isso priorize o conhecimento como elemento essencial na caminhada para a sabedoria, que também é conhecida como eternidade.
Relevar é um sinal que a maturidade está presente em nós. Pois não temos condições de avaliar a evolução do outro por cometer aquele ato. E mesmo se aquela falha for consciente, por pura birra ou tentativa de nos desequilibrar, é uma má escolha com a própria caminhada daquela pessoa. Ao não darmos poder ao externo, ao não condicionar a nossa felicidade ao outro, seguiremos em equilíbrio e grato por mais esse desafio de aprendizado.
Há uma mágica de Deus escondida em todos os nossos dias. Um aprendizado divino a cada esquina, uma proteção invisível nos tocando no profundo da alma, nos intuindo pelo caminho da autocura e do despertar para a consciência que vai além da matéria. Mas o livre-arbítrio é inteiramente nosso e nos cabe aceitar, principalmente o aprendizado diante dos inúmeros desafios. A partir daí, conseguimos alcançar aqui mesmo, um pedaço do céu.
Quando não há motivação, ainda assim podemos ter disciplina. E esse ato de amor aos nossos sonhos, de continuar fazendo pequenos gestos pela construção do que desejamos, mesmo que atualmente os ventos sejam contrários, faz com que energias salutares de superação para o nosso ser sejam movimentadas. E elas nos deixam mais próximas da reconquista da motivação e da felicidade de espírito.
Não nos cabe mudar os acontecimentos, mas sim seus significados. Pois diante de inúmeros desafios, e até traumas profundos, que não conseguimos controlar, precisamos praticar o aprendizado que brotou de cada uma dessas situações. Isso não só melhora a nossa energia interior, purifica, traz serenidade e alento a feridas até milenares, mas nos faz caminhar de mãos dadas com a gratidão que permite a suavidade dos passos de agora em diante.
Viver a vida com delicadeza é o encontro real com o presente. Pois quando damos atenção ao momento não só aprendemos de fato, mas conservamos a serenidade tão de perto que ela não é capaz de sair dos nossos olhos em meio a multidão de fatos, sentidos e direções neste mundo atual. Por isso, quanto mais simplificarmos o nosso dia, vivendo a essência sem ter que provar nada a ninguém, estaremos iniciando um processo de profunda cura.
O bem-estar da condição humana nos exige dizer não. E embora esse processo pareça doloroso a quem sempre foi muito solícito, ele já pode ser benéfico nos primeiros dias de renúncia em tentar abraçar tudo, mesmo que o coração nos lembre a verve missionária dos grandes mestres. Mesmo que um dia sejamos um deles, que façamos o básico, buscando leveza, para assim conseguirmos, por enquanto, apenas levantar voo.
Não existem degraus para a felicidade. Ela está aqui agora, na simplicidade, de percorrer os pés descalços, sentindo a firmeza que apenas este instante nos dá. Quando condicionamos a nossa felicidade aos nossos sonhos, estamos colocando ela distante demais do nosso coração e acima de tudo condicionando ela a inúmeros fatores, que são incontroláveis. E viver ela, em plenitude, no agora, tem a serenidade apaziguando todo nosso ser.
Parar de esquecer a si mesmo é parte da evolução espiritual. Pois o eu é o laboratório de tudo e verdadeiramente o aperfeiçoamento que viemos buscar, em espírito, mas com o conhecimento que apenas o corpo pode nos oferecer de maneira tão rápida, recheado de emoções, sentimentos que nos fazem florescer ou não deixar a semente da vida brotar. Para conhecermos o sol, precisamos parar de esquecer de nós mesmos.
A cura está em se reconhecer mais vezes em frente ao espelho. Pois toda angústia e sentimentos negativos estão associados a falta de viver o que se é e o que se deseja. Muito embora nem sempre isso seja possível em sua totalidade, sempre é hora de fazer um pouco para conquistas que caminham para esse sentido, mesmo que quase nenhuma ferramenta esteja atualmente disponível. Movimente-se por você, pela sua alma.
Uma nova vida começa com a ressignificação. Pois através desse novo sentimento diante das coisas que apenas julgamos que traz dor para o nosso ser, passamos a seguir o caminho com mais leveza. Pois, em verdade, tudo que passamos foi do jeito e da maneira adequados para o aprendizado que nosso espírito precisava, naquele exato momento. Essa aceitação é capaz de curar quase todas, senão todas as nossas feridas.
Não falta foco para quem escolheu viver sua missão. E aqui digo da batalha do aprimoramento interior, através do amor, e nunca com conflitos com o mundo e com os pensamentos. Apenas a conservação da serenidade, com gratidão pelos desafios, todos eles com uma parte do conhecimento que forma a sabedoria do eu. E a maturidade passa a ser, imagine só, uma doce companhia diária do nosso ser.
Em algum momento até a poeira precisa partir. Ao nosso tempo, sempre ao nosso tempo, precisamos escolher em desfazer do passado material, o que vai deixar o apego mental também mais fácil de ser transmutado. O sonho, o novo que tanto desejamos, precisa de espaço e nos cabe escolher abrir esse cantinho da vida para a chegada plena dessa conquista.
A revisão das nossas permissões faz parte da cura. Pois a maioria das questões que realmente nos aflige depende de deixar de ler, não responder ou simplesmente dizer não. Assumimos energias demais diante de tantas situações do nosso dia a dia, mesmo de maneira online. Escolher não é egoísmo. Pelo contrário: trata-se da maturidade de caminhar com as pessoas que fazem parte da sua missão.
Só existe sabedoria no riacho do amor e humildade. O resto é um mar de inteligência e muitas vezes recheada de ignorância, que nada mais é do que a falta de conhecimento, o esquecimento de si mesmo para cuidar da vida alheia não no bom sentido. Em outros momentos estamos afastados da nossa missão tentando cortar caminho para rápidos resultados materiais. Quando voltamos para o final da fila, lembramos do riacho do amor e humildade.
Nem todas as vozes precisam ser ouvidas. Cabe sim à nossa alma gerir as coisas da vida, embora existam inúmeras inspirações sobre essa mesma Terra, irmãos em caminhada, conhecimento e sabedoria. Mas o que o Todo espera de nós é a manifestação da nossa essência, a crença interior que produz diariamente uma obra nossa para a humanidade. Além de bela, que seja curativa, principalmente para nós.
Alguns recomeços não parecem claros, mas são recomeços. Basta persistirmos na simplicidade dos atos e pensamentos. Deixando pulsar a essência esquecida por estarmos ligados tempo demais no materialismo. Que agora em diante saibamos escolher bem, não importa o tempo que vá demorar. Pois sempre vai valer mais a direção do que qualquer quilometragem mal caminhada.
Não há leveza do ser sem escolher, racionalizar e simplificar. Porque embora, de fato, o nosso estilo de vida atual nos exija trabalho em qualquer parte com o celular à mão, precisamos saber dizer não, precisamos nos desligar, nos permitir ao tempo de silêncio, ao sono reparador e ao reajuste dos objetivos. Pois os verdadeiros sonhos acontecem com foco em singelas tarefas.
A cura verdadeira depende da ressignificação. Pois traumas sempre vão nos assombrar em um futuro nem tão distante, mas se desde já resolvermos colocar um novo significado por uma situação que nos causou dor, seguiremos mais leves e com maturidade. Essa ação diante dos acontecimentos da vida é uma espécie de imunização para outras questões que nos deixariam paralisados se não tivéssemos esse aprendizado.
Podemos estar mais maduros do que imaginamos. Porque lidamos de determinadas maneiras com algumas situações que até nos surpreende. Nos saímos bem e lá no fundo compreendemos que até pouco tempo atrás a nossa reação diante de tudo aquilo seria diferente e que até nos machucaríamos. E o mais importante: agora que aprendemos, não será preciso passar por esse mesmo aprendizado.
No momento de raiva, a cura imediata é a lucidez. Todos os sentimentos que nos entorpecem ao ponto de deixar turva a visão da realidade, nos exige uma aplicação da injeção da moderação, uma busca por um quarto silencioso, uma prece, para que tenhamos consciência novamente para planejar e agir da maneira mais sensata possível. Esse é um processo de autocura diante situações futuras.
Os sonhos precisam apenas de foco, simplesmente de foco. Isso porque se estivermos focados, estamos empenhados, temos disciplina, fazemos com o amor o que tanto desejamos. Hoje em dia, em um mar de opiniões, tentamos experimentar tantas fórmulas que esquecemos a simplicidade e efetividade do foco em nossos passos, que só vão existir se fizermos por nós. Claro, com foco.
O momento da espera é de meditação. Sim, entre o plantio e a colheita, existe um tempo para observação, sem julgamento, de todo o processo: do esforço, do desejo, da evolução, da construção, da maturidade. Entretanto nos cabe observar sem julgar, apenas absorvendo o aprendizado de toda a trajetória. Por si só, esse ato representa um enorme conhecimento para a alma.
O que parece desorganização está no caminho do seu destino. Pois quando organizamos uma gaveta, precisamos de fato colocar tudo em cima da cama, para depois escolhermos o que segue em nossa proteção, o que podemos doar e o que precisamos descartar para ser absorvido pela natureza e o tempo. Enquanto estivermos na Terra, alguma coisa estará fora do lugar.
É nosso dever nos tornar espiritualmente mais leves todos os dias. Isso implica em nos libertar de todas as amarras mentais e sensos comuns que nos impedem de seguir em essência nossa caminhada. Esse esforço diário, quando realizado de maneira consciente, nos possibilita curas interiores capazes de nos proteger contra doenças do corpo e da mente, resultado da somatização dos sentimentos desorganizados.
Não importa o caminho: ainda é possível mudar a trajetória. Ninguém que está aqui na Terra percorre sua missão sem errar e muitos continuam insistindo no erro. Lá no fundo a gente sabe disso e chega um momento que é preciso escolher mudar. E precisamos ter a certeza em nossa mente que é possível que tudo seja diferente de agora em diante com essa escolha acertada, não importando mais por onde andamos e sim por onde vamos andar.
Enquanto não nos reconhecermos uma alma humana, o sofrimento será uma constante. Pois facilmente nos comparamos a máquinas em um mundo que diariamente nos faz esquecer a nossa essência. E preservá-la é o verdadeiro sentido para a conquista novamente do eu, primeiro passo para a evolução espiritual sendo construída de maneira sólida, principalmente através do amor.
Além de recomeçar é preciso continuar. Falamos tanto em novas caminhadas, mas o encanto por elas se perdem nos primeiros obstáculos. E assim a vida vai virando apenas círculos, a frustração chega e fatalmente colocamos culpa no azar, nos fazendo de vítima, abrindo margem para comparações com a trajetória de outras pessoas. Mas sem a disciplina, nossos sonhos não vão brotar, definitivamente não vão brotar.
Não ser você é a causa da sua maior dor. Pois mesmo que a gente nos inspire em grandes mestres e ídolos, ainda assim temos o nosso tempo e nossa caminhada particular. Não se comparar é uma dádiva que poucos exercem. E essa escolha além de acabar com toda a pressão, nos deixa mais lúcidos para fazer da nossa vida uma arte. Só nossa, pois essa é a razão de estarmos neste momento aqui na Terra.
Na verdade, o lixo mental precisa ser reciclado e não jogado fora. Pois se desfazer de emoções e traumas não é tão simples assim e leva um tempo considerável. Mas ressignificar todos esses sentimentos diante do que nos aconteceu é o que pode ser feito neste instante para nos aliviar. Reconhecer que continuamos vivos em nossa missão aqui na Terra é o primeiro motivo para continuar, olhando tudo com outra perspectiva.
Sentimentos também são presentes: nos cabe aceitar ou não. E diante de inúmeras energias densas que o dia a dia nos oferece, nos cabe aceitar ou não. Muito embora o ideal seja enviar luz a todas as pessoas e situações que nos oferecem algo de baixa vibração, o começo dessa caminhada de despertar exige fortalecer nosso ser interior, com a luz da aceitação e compreensão. Sem julgamentos, sempre sem julgamentos.
A solidão pode ser a cura que tanto negamos. Mesmo que por um dia, um tempo, mesmo que de maneira transitória. Pois estar de forma integral conosco é a garantia de que estaremos em atenção plena para questões interiores que precisam ser resolvidas. Chaves fundamentais para abrir portas externas que tanto desejamos. Pois esse tempo de interiorização, na verdade e no fundo, passa a ser de expansão do eu. Do eu para o mundo.
O tempo de mudança do ser é sob esse sol e sobre esses pés. É o agora de maneira divina, através dos passos da aceitação, da gratidão, do amor, do aprendizado. Com a fé e a certeza de que tudo chega no momento certo, de acordo com a evolução do nosso espírito, conservamos a serenidade como guia do eu. Assim, o passado se aquieta e o futuro pode sempre esperar para a construção da ponte do hoje.
A alma orbita em diferentes sentimentos, e eles nos ensinam. Por mais que tenhamos disciplina, nossa agenda não pode ser rígida o bastante para não aprender com esses sentimentos que brotam de maneira difusa em nosso ser. Um sábado chuvoso pode ser convidativo para a leitura de um bom livro e descanso, muito embora para outras pessoas será estimulante para organizar a casa e a vida. Permita-se.
Os bons exemplos nos inspiram, mas o nosso caminho é único. Pois as circunstâncias são outras e a nossa alma tem uma missão particular, que deve ser trilhada sem receita pronta, apenas seguindo a essência de amor que pulsamos. É isso que viemos buscar na Terra: o garimpo da nova sabedoria sendo impressa em nossa identidade, que repito: é única. Um caminho só seu, trilhado com serenidade e amor.
Se a resposta ainda não chegou à nossa alma, ainda é momento de aprender. Pois a clareza na tomada de decisão requer não só maturidade, mas vontade em escolher, observando com humildade os fatores, os acontecimentos. E essa certeza chega depois de muito caminhar, buscando as respostas no externo. Mas todas elas sairão de dentro de nós mesmo diante de inúmeras opiniões.
A vida nos oferece silêncios curativos. No início da manhã, depois do almoço quando parece que nenhum carro está passando na rua, na noite reflexiva ou na madrugada perdida. Em todo tempo somos convidados a estar conosco, a nos abraçar, a permanecer em nós. A nos reconhecermos partícula de um Deus que irradia paz e luz a todo instante. Nos cabe entrar na sintonia, apenas entrar na sintonia.
Não há apenas uma maneira de resolver um problema. Sempre podemos tentar de um modo mais ligado na aceitação e no amor, aprendendo diante daquela situação que nem sempre vai se resolver ao nosso tempo justamente por aquela questão estar ligada à nossa necessidade de aprendizado. E vale citar aquela máxima: o que importa não é o problema, mas sim a maneira que você lida com ele.
A dificuldade termina quando é encarada como aprendizado. O desafio passa a ser aceito como lapidação do espírito. E o corpo para de sentir o peso de todo obstáculo, para compreendê-lo. Uma caminhada conjunta, com a benção da serenidade. Dessa forma, alcança o bem-estar da caminhada e a maturidade se torna cada vez mais perto. E é não preciso ser um ser de luz para isso. Basta querer despertar.
🔴 O Ministério da Saúde começa nesta segunda-feira a distribuir 1,1 milhão de vacinas da Pfizer contra a Covid.
🔴 O presidente da CPI da Pandemia, Omar Aziz, cogita reconvocar o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para depoimento no Senado.
🔴 O Tribunal de Contas da União sugere que leito ocioso em hospital militar seja usado para um civil tratar Covid.
🔴 O Ministério Público do Rio Grande do Sul quer uma espécie de trava de segurança na gestão da pandemia, para que o Estado volte a gerir em caso de sobrecarga de hospitais.
🔴 O governador de Santa Catarina pretende ampliar o número de beneficiados de auxílio emergencial oferecido pelo Estado, de R$ 600, em duas ou três parcelas.
🔴 O presidente Jair Bolsonaro realizou passeio de moto na manhã deste domingo em Brasília com centenas de participantes.
🔴 A nova empresa área brasileira, a Itapemirim recebeu neste domingo, no aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, sua segunda aeronave, um Airbus A320.
🔴 Um terço dos mortos em operação no Jacarezinho não tem processos criminais no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
🔴 A União Europeia não renovou pedido por vacinas produzidas pela AstraZeneca.
🔴 A fiscalização encerrou festa com 2 mil pessoas em Salvador na madrugada deste domingo. Os agentes foram recebidos a tiros, mas ninguém ficou ferido.
A chama da vida é alimentada com a manifestação do nosso talento. Pois cada um tem em si criatividade em suas pegadas, e quando colocamos a nossa essência nelas, estamos não só aprendendo, mas nos expandindo, tocando corações e nos conectando ainda mais com Deus. Hoje com a facilidade de comunicação, todos os dias podemos soprar para o universo a melhor parte do que somos.
A melhor vitória é o equilíbrio. Quando alcançamos esse patamar de maturidade, encontramos a serenidade necessária para viver com gratidão os momentos de dificuldades. Pois estar orbitando entre os extremos é que causa todo esse desgaste que sentimos com a forma de viver atualmente. Precisamos sonhar grande, mas reconhecer através da maturidade que a maior conquista sempre será interior.
O luto é um processo natural da aceitação. Porque de fato ocorreu uma perda, mesmo que física. Mas o despertar que é necessário ao longo desse processo é que em essência quem amamos continua vivendo de outra maneira, mais pura e real ainda para quem abriu o seu coração para o conhecimento da Espiritualidade. Pois a vida não é feita de nascimentos e mortes e sim de recomeços, apenas e lindamente recomeços.
A disciplina é a garantia de colher todos os dias. Porque se nunca cessamos nosso exercício diário de produção, sempre teremos algo para colher. E isso não está ligado apenas a algo material e financeiro, mas sim ao emocional e espiritual. Em seguida, a vida nos convida a estar presente, em colocar a alma nos pequenos instantes do hoje, pois a disciplina já entrelaça bem o passado e o futuro.
Se não nos permitirmos o descanso, o nosso corpo vai nos obrigar. Infelizmente através de alguma enfermidade, pois essa roupa de carne e sentimentos que nosso espírito veste aqui na Terra possui limites. E apenas funciona com uma série de cuidados. Entre eles, dormir e se alimentar bem, além de compreender a forma humana, justamente essa essência que viemos resgatar aqui na Terra.
Uma dose de maturidade todas as manhãs é essencial. Quantas vezes desistimos, finalizamos projetos que tanto amamos, por falta de serenar a mente e compreender que aquele momento difícil iria passar. E hoje estamos tentando conquistar questões que simplesmente desistimos no passado em uma atitude que pode ser classificada de infantil. Portanto, a maturidade precisa sempre ser nossa conselheira de todas manhãs.
Sonhos no bem são manifestações da nossa alma em busca de evolução. Uma forma de contribuirmos para edificação de um novo mundo, mas também uma maneira curativa interior de encontrar a paz e a sintonia com o Criador. Temos o papel diário de nos deixar melhores, mais leves e desapegados, com a sutileza que os grandes mestres passaram e deixaram suas sublimes missões em nossos corações.
A conquista do eu exige renúncia. Principalmente a renúncia de quem achamos ser, esse sentimento dirigido pelo ego, arraigado em questões materiais e que se alimenta de convenções sociais e aprovação do externo. Ao justamente negar o pulsar da alma para atender esse externo ilusório que abrimos campo para muitas enfermidades em nossa vida. E após um longo caminho ouvindo o mundo, passaremos a nos ouvir.
A vida nos troca de lugar em nome da evolução. Ainda mais após um acontecimento da proporção de uma pandemia, estamos sendo convidados a mudar de maneira integral. Somos tirados da zona de conforto para fazer valer a nossa missão de espírito encarnado. A benção de estar aqui na Terra, a maior de todas as escolas, precisa ser despertada o quanto antes para o nosso bem estar do aprendizado e do quanto somos passageiros.
O sentido mais profundo de semear é o de amar. Porque tudo aquilo que entra de maneira despretensiosa em outros corações é capaz de transformar séculos e milênios. Feridas do passado podem ser curadas através de pequenos gestos, que se tornam uma nova rotina de viver em plenitude. Temos absolutamente tudo para começar, a partir de hoje, desde já: apenas irradiando amor, sorrindo inclusive para o que julgamos ser problemas.
Nunca iremos perder a batalha se não lutarmos com a vida. E sim lidando com o coração recheado de gratidão diante de todos os desafios. Perdemos tempo e principalmente energia negando os acontecimentos, nos colocando em um lugar inexistente que chamam de azar. Abraçar todos os fatos, em uma corrente única de aprendizado, faz tudo ser de mais fácil superação. Passamos a viver em espírito, em sua pura essência.
Embora estamos de passagem, a permanência é curativa. Estar presente nos acontecimentos, no aqui, de forma plena, nos faz usar todos os sentidos com o que realmente importa, com o que de fato nos vai fazer evoluir. A saudade, o contato com o passado e os planejamentos para o futuro são importantes, claro, mas não tão quanto os instantes do hoje. Só temos poder diante da eternidade com os passos que escolhemos no agora.
O nosso sábio interior sempre tem algo a nos dizer. Seja qual for a situação, o recolhimento acompanhado do silêncio proporciona um aconselhamento do próprio eu, a parte mais pura e vivida do nosso ser. Seria a essência do próprio espírito, que anima essa matéria muitas vezes aflita, sem rumo, sem uma missão que aquece os dias. O início dessa caminhada pela consciência plena começa com a limpeza dos pensamentos, que na prática é não julgar, se apegar ou se identificar com todas essas nuvens mentais.
Entre as coragens que a vida nos pede está o ato de amar. Pois viver esse sentimento sublime em sua pureza exige renúncia, abertura da nossa vida para outro alguém. Mas diferentemente da paixão, que vem avassaladora e machuca pelo apego, o amor tem a ternura da borboleta que só é bela por estar no jardim por vontade própria. Nos cabe essa coragem de ser o jardineiro da nossa vida, nos fazendo belos como essência da própria alma e não em troca de ser admirado e com companhia. Pois não há jardineiro só.
Nunca perderemos o que realmente é nosso. É uma questão do Universo, de energia, e não de posse. Isso não quer dizer deixarmos de amar, cuidar e proteger quem passa pelo nosso dia a dia. Muito pelo contrário: o desejo de alguém permanecer em nossa vida é inteiramente do outro. Mas o sentimento da posse, do apego, apenas nos deixa mais distante de viver a essência, que é compartilhar. Quando alcançamos essa sabedoria de que a felicidade real é nada possuirmos ou carregarmos, passamos a viver com a consciência divina mesmo ainda na Terra.
Não se identificar com todos os pensamentos é fundamental para a cura do ser. Pois se nos envolvermos com a vibração de tudo que passa pela nossa cabeça, com todas as possibilidades que a nossa mente nos oferece em instantes, estaremos sobrecarregando o sistema, semelhante ao que acontece quando delegamos inúmeras tarefas para o nosso celular que não é capaz daquilo tudo. E pensamentos são nuvens: muitos apenas passam, sem sequer provocar chuva. Mas vivemos a tempestade em nós quando nos identificamos com todos eles.
Talvez você ainda não encontrou a fórmula porque ela de fato não existe mesmo. Isso vale para todos os campos da nossa vida. Precisamos sim da ajuda dos profissionais, principalmente no campo da saúde, mas existe um despertar interior que depende unicamente de nós. E isso muda completamente tudo que chega de maneira exterior. Precisamos sempre buscar ajuda, mas nos cabe encontrar a confiança em nossos passos para executar todas as tarefas dos nossos sonhos no bem. Ninguém fará por nós.
Todo processo de cura passa pelo silêncio. Muito embora em alguns casos desabafar com as pessoas certas seja fundamental, um período de silêncio é necessário tempos depois. É que não ter necessidade de dizer nada, de provar nada, de contradizer ninguém é fundamental para o processo de aprendizado. A evolução, de fato, só acontece quando temos a certeza do nosso caminho ao ponto de não ter que se desculpar, ou explicar, porque escolhemos neste tempo e desse jeito.
Não confunda o que sua mente pensa com o que seu coração sente. É muito difícil fazer essa separação, mas até não conseguirmos, não podemos deixar nos levar por paixões e pensamentos desenfreados. No coração só reside a essência, o amor em sua forma pura. Até a paixão, que as vezes julgamos amor, é produzida pela mente. Qualquer outro sentimento latente, no calor do momento, encobre a face verdadeira do eu. Por isso, silenciar-se para encontrar a resposta é o mais importante nos momentos mais difíceis da vida.
Nem sempre conseguimos passar uma borracha, então nos cabe aprender. Pois quando decidimos aprender diante de uma situação que nos machucou, ficamos automaticamente maiores do que ela. E quando o nosso espírito se prontifica a enfrentar aquele fato, o fato se torna menor e o tempo de cura daquela ferida também é mais rápido. Isso nos faz lembrar de uma das maiores sabedorias : não importa o problema, o que importa é a maneira que lidamos com ele.
O que realmente elegemos como o mais importante? Embora tenhamos sonhos firmes, e até necessários para a nossa sobrevivência, nos dedicamos menos tempo do que questões comuns do nosso cotidiano. E certamente não obteremos o resultado desejado, justamente por essa falta de foco. Claro que nem sempre tudo chega ao nosso tempo, mas sempre é momento de refletir se realmente estamos nos empenhando para que o que tanto desejamos se torne realidade. Nossa essência nesses projetos precisam da identidade da nossa alma.
Palavras são remédios naturais da alma. A verbalização dos sentimentos mais escondidos e também o ato de descrever as emoções do nosso ser tem o poder da materialização, e consequentemente da cura em nossa vida. Mesmo que as palavras não sejam palpáveis, elas possuem a vibração energética para a construção do muito que gostaríamos. E também no outro polo, pois a dor, quando visualizada de uma maneira clara, tem mais chances de ser acolhida e enviada para a luz.
Viver as melhores emoções é a própria essência da alma. E para quem se permite, em sua pureza baseada no amor, ela é mais que curativa: torna-se guia da nossa trajetória evolutiva. Quando a consciência maior se desperta para a essa conexão, a leveza do ser se torna uma doce constante. E todos os desafios que nos roubam o chão dia ou outro, se tornam em firmes passos nos degraus da arte de percorrer a eternidade.
Algumas coisas não devem e nem precisam ser ditas. A própria vivência, seja a nossa ou da pessoa a quem gostaríamos de dizer algo, vai entregar todo o alerta, o aprendizado, o conhecimento e a sabedoria no tempo certo, de forma perfeitamente natural. Quebrar esse processo através da força das palavras pode romper bons laços de amizade, inclusive o que temos conosco mesmo. Esteja sempre palmilhando o mundo com a pureza do bem e todo desafio será uma grata surpresa evolutiva.
Sempre é tempo de organizar um pouco do nosso caos. Com a alteração praticamente total do nosso estilo de vida, muitos trabalhando em casa de uma maneira contínua, esquecemos de organizar uma gaveta, desligar o celular para realmente conseguirmos relaxar. E isso é um indicativo de como anda nossa mente e até nosso espírito, que aguarda uma pausa para o processamento de todo o conhecimento, que só se torna aprendizado se é refletido e transformado em sabedoria.
O mundo vai te tratar da maneira que você encara o mundo. Porque aquilo que chega até nós tem o significado que resolvemos dar, não importa o peso do acontecimento. Iremos muitas vezes sentir a dor dilacerar nosso ser, mas ainda assim podemos buscar, após o momento do luto, ressignificar aquela dor, começando pela aceitação dos fatos, naquele momento e naquelas circunstâncias. Portanto, nunca nos cabe controlar o mundo, mas controlar a maneira que lidamos com o mundo.
Talvez falte apenas dedicação, o nosso único suor. Eventualmente nos cansamos ao ponto de não nos reinventar, e ficamos parados no tempo, provocando depressão, outras doenças e conflitos para nosso ser. Mas sempre temos uma maneira de começar, com o que temos em mãos. E vou além: na maioria dos casos, nossos sonhos se apagam por nossa falta de dedicação e não apenas por contratempos e falta de ferramentas. Reajustar esse desejo e esforço interiores é o recomeço já com celebração.
Nossa cura está na unidade do ser. Parte de nós pulsa questões diferentes, que vão do puro materialismo até situações exclusivamente do espírito. O que precisamos é reconhecer todas elas como algo que está ligado à nossa essência. Dessa forma, além de concentrar esforços, estaremos abraçando o que realmente faz a transformação acontecer, que é a nossa essência, conectada diretamente com o Criador. E tudo começa pela aceitação de sermos humanos, simplesmente e maravilhosamente seres humanos.
Se plantarmos mesmo no dia da colheita, sempre haverá conquistas. Por isso, a vida nos convida a ser um ato contínuo de gratidão. De exercício do amor na forma mais plena possível, que é se doar sem desejar nada em troca. Quando alcançamos essa consciência que a grande vitória para o espírito é não desejar absolutamente nada em troca, teremos tocando a verdadeira energia divina. E a partir daí passaremos a trilhar o caminho tão desejado de aceitação e serenidade.
Casulos existem para um dia serem abertos. Por nós, naturalmente, ao nosso tempo de despertar. Encarar de frente os desafios da vida será uma necessidade do nosso espírito com sede de aprendizado. É uma maneira até mesmo de exercer a gratidão ao Criador pelo dom da vida, do livre-arbítrio. Se apenas compreendermos desde já que nada está fora do lugar e sim no momento certo para nos tornarmos melhor, não é possível descrever uma evolução maior para o nosso ser.
Sempre há uma maneira de fazer diferente e com mais amor. E isso muda absolutamente toda a nossa vida, pois lidar com esse pensamento ante qualquer desafio é estar com a proteção mais divina que existe. É a verdadeira corrente de água que contorna tudo e incrivelmente segue caminho trazendo combustível para tudo florescer. Talvez essa seja a maior definição do poder da existência que a natureza pode nos oferecer.
Não nos cabe fazer o outro enxergar nada. O despertar é interior. Sempre vai ser interior. Por isso, precisamos focar na construção do nosso caminho. E isso não quer dizer individualismo. Remete a criar coletivamente, com pessoas que pensam da mesma maneira, e que isso seja a prática do bem da sociedade, até para aqueles que nos atacam acreditando que que o seu papel é dizer que supostamente estamos no caminho errado. Sua energia é muito preciosa. Foque no seu caminho.
O pedido de desculpas pode ser mais poderoso que o acerto. Pois a energia da transformação tem um poder ainda maior, principalmente diante de um cenário transformador igual esse da pandemia. E com o convívio familiar mais forte nessa época, a chance de errarmos, de machucarmos quem tanto amamos, é muito grande. Pense, repense aquela situação que tanto te incomoda, e por que não tentar um sincero pedido de desculpas.
Também nos cabe surpreender a vida. Alguma carga de ousadia, de coragem, de força precisa ser mostrada de tempos em tempos para que as energias construtivas passem a ser movimentadas, de forma que o Universo receba o sinal forte da nossa existência. Fazer tem um poder mágico em qualquer existência. Começando por pequenos gestos diários na construção principalmente dos nossos sonhos que beneficiam também a sociedade.
Qual mensagem o Universo está recebendo da sua vida? Reflita, pois isso é essencial. Diante da nossa sintonia com nossos sonhos é que as energias que circulam levam e traz elementos fundamentais para as nossas conquistas. Descansar não é estacionar e lamentar. Descansar é recarregar as baterias para continuar a construção, que não para por limitações físicas temporárias. Estamos sempre construindo, mesmo que por sentimentos.
A vida sempre vai ser um espelho do nosso sentir. Não importa os acontecimentos, as circunstâncias e as enormes dificuldades. O que verdadeiramente importa é nossa maturidade emocional para lidar com absolutamente tudo. Pois até quando não há nada com o que se preocupar, ainda assim a falta de maturidade emocional vai nos proporcionar algum tipo de enfermidade mental. Portanto, não devemos rogar por menos desafios e sim por mais força, aprendizado e entrega.
Quando reconhecemos o poder do ego, ele já passa a ser menor. Porque diante de qualquer falta de conhecimento, tudo é perigoso. Com o ego não poderia ser diferente: o que fazemos até de maneira inconsciente para atendê-lo pode nos trazer inúmeras consequências, com marcas profundas até no espírito, que tem as energias drenadas com o peso das emoções menores que nos aprisionam. Quanto mais nos estudarmos e reconhecermos a nossa condição de aprendizes, mais fácil será a caminhada.
Quando damos chance à paz de espírito, a aflição é curada com um abraço. Pois todos esses sentimentos que nos tiram do equilíbrio, nos levando para o extremo das emoções e da própria existência, precisam ser acima de tudo aceitos. Somos humanos, e assim precisamos nos aceitar. Com as falhas de um aprendiz sendo transformadas no conhecimento e em seguida na gratidão pelo caminho árduo, mas necessário para se alcançar a evolução espiritual que viemos buscar.
Tentar desconstruir o outro apenas revela nossa falta de identidade. Pois se temos a nossa verdade, nos cabe trabalhar para ela se tornar cada vez mais forte, sem nos preocupar com a verdade do outro. Emmanuel dizia a Chico Xavier quando o médium sofria perseguição que os bons não criticam. Portanto, siga seu caminho com base no amor e no respeito ao próximo, sem ter que apontar o erro do outro para se sentir maior e melhor. Gaste a sua energia apenas com a sua verdade.
A única revolução possível é a do amor. Mas por ignorância, que é forçada pela falta de conhecimento e sabedoria, nos aventuramos por desafios que vão atender questões menores, de puro ego. E a breve 'vitória' terá suas consequências para a trajetória da nossa verdadeira missão, ligada a essa sutileza que nos conecta com a Criação. Do mais pequeno ao mais importante desafio da sua vida, não esqueça de pavimentar tudo, absolutamente tudo, com amor, muito amor.
Quando o tempo é de transformação estamos inclusos nela. Diante de inúmeras exigências que a pandemia vem nos impondo, não existe como nos mantermos indiferentes, por mais que não assistimos noticiário. A transformação é planetária, vai além da matéria e o nosso espírito escolheu passar por essa mudança através da atual encarnação. Estar com o coração aberto para exercer os bons sentimentos e acima de tudo aprender são condições divinas até mesmo para a sobrevivência do corpo.
A arte de viver também é a arte de reaprender. Pois nada é definitivo. Sempre ainda tem algo a ser acrescentado e principalmente humanizado. É porque a sensibilidade é o tempero real da alma em evolução, cada vez mais sutil e amorosa, caminhando e conhecendo, com a gratidão dos passos, no sabor dos dias. Ainda assim não estará completa. Um pouco mais ainda será necessário e isso é a verdadeira essência de absolutamente tudo.
A necessidade de mudança se torna um ponto claro para a nossa alma. Chegará sim um dia em que o pedido interior para agir e ser diferente será maior do que tudo, e a transformação passa acontecer como um mantra, uma oração que nos conecta diretamente com a essência. Nossos passos se tornam conscientemente a própria mensagem espiritual de quem sempre gostaríamos de nos tornar, mas ainda não estávamos suficientemente despertos.
O negativismo é o vício de esperar. Pois quando escolhemos tentar e fazer diferente, toda a energia que paralisa, esperando que algo externo tome as rédeas do que desejamos, se afasta por pura falta de sintonia. Esse é um dos motivos para que de maneira alguma apontemos que o outro está errado e sim fortalecer quem acreditamos que está certo. Essa inclusive é uma sabedoria que preserva muito a nossa energia de viver.
A disciplina é a maior de todas as genialidades. Porque até mesmo as maiores mentes que passaram aqui pela Terra trabalharam incontáveis dias, muitas vezes de maneira solitária, para alcançar o patamar de conhecimento e sabedoria necessário para impactar toda a humanidade com suas descobertas. E na verdade, quando a alma sonha e sabe exatamente a preciosidade do tempo, ela constrói até quando o corpo dorme.
A gratidão que devemos aos atrasos. O carro lento à nossa frente pode estar nos tirando de um acidente lá na frente. Uma chave que esquecemos e precisamos novamente subir no apartamento para pegar, pode nos livrar de um assalto na esquina. Aquele emprego que não deu certo agora, abre caminho para a chegada de um bem melhor logo adiante. Podemos citar aqui inúmeros exemplos de atrasos providenciais, que nos aborrecem por instantes da vida, mas que nos socorrem o equivalente a toda ela.
Não há luta, apenas aprendizado e progresso. Qualquer tipo de conflito em que acreditamos que seja necessário derrotar o outro, nos coloca a um passo atrás da evolução. Precisamos é lidar com sabedoria diante cada dificuldade, que certamente não é necessário o uso da força, com raríssimas exceções e autoridades competentes vão exercê-la. O que verdadeiramente precisamos é não alimentar qualquer sentimento negativo acreditando que através dele alcançaremos alguma vitória verdadeira.
Talvez tudo esteja no poder da simples sintonia. Igual um rádio mesmo, em que buscamos os melhores pensamentos e permanecemos. É claro que vão vir inúmeras informações desnecessárias, chiados, barulhos, mas mesmo assim ainda podemos escolher continuar a caminhada e nos sintonizar no que vai nos levar mais à frente. Da informação, o conhecimento. Do conhecimento, à sabedoria. E a evolução espiritual ocorre não apesar da matéria, mas em gratidão à experiência da matéria.
Viver já tem em sua essência o mais amplo sentido de adaptar-se. E o que o mundo nos pede agora é justamente isso: pela nossa sobrevivência na matéria, precisamos agir de maneira diferente, de um modo mais respeitoso e cuidadoso conosco e com o próximo, buscando resgatar parcelas de amor, compreensão, aceitação, espera, esperança, força e coragem. Muitas vezes força para permanecer e coragem para não avançar. Que o meu desejo profundo de amor e cura chegue neste instante a você e sua família.
Entramos na maioria das tempestades por simples escolha. Principalmente quando entramos no campo energético de outras pessoas e situações externas, quando pegamos o peso de um acontecimento que ficamos sabendo pelo noticiário e ocorreu do outro lado do mundo. Lembre-se que compaixão não é carregar o peso do mundo, e principalmente das outras pessoas. É auxiliar, enviar luz, ajudar da melhor maneira, mas nenhum tipo de auxílio tem ligação em carregar a dor e entrar nas tempestades do mundo.
A nossa capacidade de nos emocionar é uma lembrança do espírito. De que possuímos uma essência sutil que nos liga diretamente ao Criador, e tem aqui na Terra, com nosso atual corpo, a melhor das ferramentas de aprendizado. E diante desse momento de medo que vivemos com a pandemia, é o momento de faz ermos essa reconexão e nos alimentar da fé pró-ativa, da paciência e dos ensinamentos básicos de amor ao próximo nos ensinado pelo Cristo.
E quando o desafio se torna ainda maior? Aí é hora de fazermos o básico ainda mais bem feito, com maior amor e fé. Porque a base, principalmente quando regada com os melhores sentimentos, nos sustenta em tempos de tanta incompreensão, dúvida e medo. Mesmo que precisamos agir, em algumas tempestades precisamos ser fortes para aguentar as adversidades, tal qual a famosa imagem de uma coruja se encolhendo e resistindo a uma nevasca.
Para ser feliz é preciso viver o que se acredita. Podemos focar em um caminho já trilhado por outras pessoas, que alcançaram o chamado sucesso, o conforto financeiro que tanto desejamos, com uma família aparentemente em união e harmonia. Mas talvez aquele não seja o nosso caminho, e certamente não será uma conquista do mesmo tempo, da mesma maneira. Isso porque temos questões interiores específicas para serem resolvidas e viver o que se acredita é o mínimo para viver de forma verdadeira.
Não há progresso sem equilíbrio. Pois viver nos extremos da vida não só a encurta, mas como causa mal-estar em todo o ser ao longo da caminhada de aprendizado, que se torna simplesmente em uma caminhada de estresse e futuramente até de revolta. Nos cabe encontrar o momento do descanso, o instante do esforço maior para subir aquela montanha e também nos cabe apreciar a paisagem do caminho. Sem essa flexibilização, não há serenidade e sem serenidade não há qualidade de vida, ou a própria vida.
Em tempos de incompreensão, a importância de acreditar em nossos passos é primordial. Nunca na história da humanidade todos caminharam no mesmo sentido, mas quando decidimos ter amor em nosso coração, estaremos alcançando a condição necessária para colher os melhores frutos, no momento certo entre o plantio e o cultivo diário de bons sentimentos e atitudes. Sempre que possível, trabalhe em seus sonhos de maneira silenciosa. É uma forma de garantir foco e serenidade.
O melhor pedido a Deus é o plantar. Porque essa é a verdadeira sintonia tanto com o Criador quanto com o Universo. Uma série de fatores influencia para a concretização dos nossos sonhos, sendo o mais importante o trabalho diário para a nossa evolução. Independente das circunstâncias, temos em nosso interior todas as ferramentas ao menos para começar. Dessa forma, as energias já passam a ser movimentadas atraindo as vibrações equivalentes para a caminhada continuar.
O sol a cada manhã é a maior de todas as mensagens. Não só do ciclo da infinitude, mas como ela é bela justamente pelas transformações do caminho, que nos fazem orbitar entre os polos emocionais, nos ensinando o poder da sintonia com a serenidade e o amor. Aceitar a condição de aprendiz nos coloca no lugar de humildes alunos da Criação, com o livre-arbítrio certeiro de também fazer parte da construção de um novo mundo.
Emoções não existem para serem negadas. Cada uma delas possui um profundo aprendizado para o nosso espírito. O que não podemos é nos tornar reféns de nenhuma delas, pois no todo elas nos permitem o equilíbrio que representa a Saúde do ser. A lucidez se faz uma guia, quando o desequilíbrio aparece, o que acontece por inúmeras vezes, principalmente em tempos recheados de incertezas. Ao decidir refletir e aprender com as emoções, a evolução espiritual agradece.
Mais que esperanças, sonhos nos colocam em pé. Porque acreditar é menor que fazer. E embora a conquista possa estar distante, podemos fazer um pouco ainda hoje para esse percurso se tornar menor. Nem sempre vai depender unicamente da gente, mas pelo menos quando o universo vier nos entregar a parte dele, a nossa estará pronta. Sensação de bem-estar no fim de noite, do suor do dia bem vivido. Com a alma grata por mais uma oportunidade.
Saúde nada mais é do que o equilíbrio do ser. Nem mais nem menos. É exatamente o meio termo entre a falta e o excesso. Porque o bem-estar está em não viver nos extremos, se alimentando das emoções. O nosso verdadeiro combustível precisa ser a essência, acompanhada da serenidade, da resignação. Da mudança de atitudes e pensamentos para que os nossos passos se tornem cada vez mais leves, tirando todo o peso de carregar o que insistimos em carregar por apego.
No momento da revolta, estamos diante da nossa ignorância. Pois o conhecimento, seguido da sabedoria, nos revela que não há desequilíbrio do ser quando compreendemos que não é possível controlar os acontecimentos e nem a maneira que as outras pessoas se comportam. Isso porque o fluxo do externo não nos pertence, e sim nos oferece evolução. Não só no aprendizado pela observação, mas no modo que passamos a reagir, de maneira divina, de gratidão, diante dos desafios.
Uma outra dimensão se abre com o amor puro. Esse amor que se destaca pelo desprendimento, por qualquer amarra que o possa deixar material. Porque o amor puro na verdade transcende tudo, inclusive o tempo. Esse que um eterno jardineiro deixa tudo mais colorido e, se por acaso, alguma borboleta quiser vir, assim será. Talvez fique um pouco, talvez fique por toda eternidade. Sem condições, sem compromissos materiais. Apenas com a leveza entre duas energias, duas vibrações, em uma só sintonia.
O futuro tem a vibração integral do hoje. O tempo que gastamos com o passado e pensando em como deveria estar o aqui e agora é tão precioso que determina nosso bem-estar ou sofrimento por décadas e séculos. Isso porque as transformações são profundas, começando pela mudança interior em desfazer as crenças limitantes, sentimentos arraigados, energias que precisam ser transformadas na leveza da fluidez, no constante cultivar da vida.
Não há dor com o desapego. Além de ser uma libertação de todas as amarras materiais que a vida aqui na Terra nos estimula, é uma aceitação ao fluxo natural, o que não quer dizer concordar e nem passividade diante dos acontecimentos. É reconhecer que cada acontecimento tem seu significado transformador em nossa existência e que não passamos absolutamente por nada que não é necessário. Fazemos parte de um ciclo natural da Terra e reconhecer isso traz elevação espiritual, bem-estar e serenidade.
O que os outros acham não é a sua verdade. Compreenda que a visão do outro sempre será baseada na vivência do outro, de acordo com a formação dessa pessoa, que é totalmente diferente da nossa. Com as redes sociais, se tornou comum pessoas que nunca iriam opinar sobre a nossa vida, de alguma forma inserir comentários que nos aborreçam. Aí é o momento de exercermos a compaixão, como dizia Chico Xavier, por alguém que precisa humilhar para se sentir grande.
O descanso é a organização das gavetas da vida. É o resgate da nossa condição humana diante de um cotidiano que nos exige como máquinas. Se permitir, pelo menos uma vez na semana, a um sono profundo até um pouco mais tarde, é fundamental para o ajuste do ser. Não estamos na Terra a passeio, mas nossa missão só será cumprida com energia e principalmente lucidez para encontrar o aprendizado diante os desafios do dia.
A perda é um processo natural e transitório. O início da fase adulta nos reserva momentos muito duros pela falta de maturidade que a infância nos reservou pela proteção muitas vezes excessiva dos pais. E começamos a vivenciar as primeiras dores que teremos que suportar sozinhos, entre elas a passagem dos próprios pais. São momentos inevitáveis e a escolha em aprender com eles é a melhor e mais suave das opções em nossa caminhada pela eternidade.
A nossa sintonia com o universo determina tudo. Pois o que emitimos é o que sentimos e nossas decisões e atitudes determinam a nossa caminhada, nossos desafios e todas as questões que nos colocam no passado, no presente ou no futuro. O equilíbrio dessa sintonia, de preferência na faixa da serenidade, é fundamental para lidarmos com lucidez diante de todo tipo de dia, cada um deles recheados com a oportunidade de aprendizado.
A sabedoria é a magia de se viver com o espírito. Embora, claro, tenhamos o corpo como escola importantíssima, com a limitação física provocando um aprendizado mais rápido, verdadeiro motivo de centenas de encarnações aqui na Terra. Mas quando enxergamos o corpo como uma escola e não uma prisão, o nosso espírito se ilumina pela sabedoria alcançada e a magia que mais um conhecimento traz para a serenidade do nosso ser.
A vida é um reencontro conosco mesmo. Vamos nos relacionar com diferentes pessoas, vamos nos afastar de algumas e fortalecer nos laços amorosos, energéticos e de amizade com outras. Iremos passar por inúmeras dificuldades que a vida aqui na Terra, com os limites da matéria, nos exigem. Mas tudo será para a nossa evolução espiritual. Vamos caminhar muito atrás de respostas, e vamos perceber que elas sempre estiveram dentro de nós.
Conquistas dependem da nossa capacidade de escolha. Embora possamos trabalhar muito por um sonho, ele só vai chegar se conseguirmos desapegar, escolher pela partida de algo que precisa ser renovado e até mesmo que precisa partir para abrir espaço do que verdadeiramente é novo. Da Vinci tinha uma célebre frase: 'a simplicidade é o último grau de sofisticação'. Ou seja, quanto mais simples conseguirmos ser, fazendo as escolhas pelo essencial, mais leve e felizes seremos.
Os ciclos são essenciais para o nosso aprendizado. Pois se diante das mesmas situações, repetimos o mesmo comportamento, ainda não aprendemos, e de alguma forma aquela aula, com a dura realidade dos acontecimentos, vai retornar para nos pedir uma nova avaliação. Quando abrimos o nosso coração, ainda no choro da perda, do contratempo, e vemos o que podemos melhorar e fazer diferente, iremos alcançar assim a cura através da sabedoria.
A vida é a arte de vários recomeços dentro da própria vida. Precisamos nos reiniciar mais vezes do que possamos imaginar não só em nome do descanso físico, mas para que a mente tenha condições de ser usada de maneira lúcida pelo espírito em aprendizado profundo aqui na Terra, imerso e até aprisionado em questões que demanda além de ações. Demanda o ato sagrado da espera, da paciência, o alcance necessário da serenidade.
Às vezes as respostas são na verdade novas perguntas. E o nosso ser quer exatamente ao contrário: quer chegar da caminhada e ter a paz de um bom descanso. Mas são os novos questionamentos que ainda vão nos levar mais longe, que vão diariamente nos motivar a trilhar a nossa missão. E missão não está ligado a religiosidade. Está ligado ao crescimento do mundo: seja o amparo a um familiar ou levar um robô a Marte. A nossa parcela interior de contribuição ao mundo depende da nossa busca por novas respostas.
Até a felicidade é uma questão de hábito. Uma vibração que permanece se estamos emitindo os mesmos sinais daquela situação. E energia não mente, por isso não adianta querer a felicidade se estamos emanando apenas ego, apego, conquista e alegria. Tudo isso é passageiro. Precisamos emanar fluidez, desapego, gratidão e fraternidade. Tudo isso permite o que de melhor, e transitório, chegue até nós como ferramentas de aprendizado e cura espiritual.
O interior sempre tem algo a nos dizer. Naquele instante de apreciação da serenidade, com os olhos fechados, no silêncio, na observação sem julgamento dos sons da vida, encontramos um sopro de compreensão. Nem sempre palavras vão ser transmitidas, mas certamente algumas delas serão formadas pelo nosso próprio ser. E dali se tem uma reposta do universo, de acordo com a nossa evolução, de passos, caminhos e atitudes que podem minimizar as dores, com o sentimento da leveza sendo capaz de nos conduzir ainda mais longe.
A culpa é curada com autoperdão. Com a sabedoria de que somos aprendizes e que cada dia vamos errar menos, pois o conhecimento se torna cada vez mais sublime, com a limpeza dos sentimentos menores do nosso coração, que são as armadilhas para realizarmos más atitudes. Todos nós já erramos e iremos errar novamente. Mas nos cabe, pelo menos, não errar de novo em aprendizados já vividos. Nos perdoar por esse passado é garantia de uma caminhada mais serena a partir de agora. E porque não mais certeira.
A passagem para a serenidade acontece com a aceitação. Lembrando que aceitação não quer dizer concordar e sim como encarar a realidade, sem esmorecer, se colocando como uma vítima eterna. Quando paramos de negar o acontecimento e nos desdobramos para aprender com ele através de atitudes, saímos melhor e mais fortes do que se nada daquilo tivesse acontecido. Por isso, até as piores dores precisam ser encaradas como oportunidade evolutiva.
O riso é um pote de cura esquecido em nós. Não só movimentamos dezenas de músculos com uma gargalhada, mas entregamos e permitimos à alma em um momento de rejuvenescimento do próprio tempo. Da gargalhada a uma simples contemplação de uma conversa com boas lembranças, acessamos de maneira integral a essência espiritual que o materialismo da vida aqui na Terra nos fez afastar. E a felicidade em sua pureza está justamente em romper padrões e crenças que nos fazem esquecer quem somos.
Estamos em uma eterna busca do próprio encontro. Por incrível que pareça ainda somos desconhecidos de nós mesmos, pois tudo aquilo que apontamos para o externo é exatamente o que precisamos melhorar em nós. Queremos os maiores sonhos, queremos conhecer até o fim do mundo, mas no fundo estamos em busca de nós mesmos. Faz parte da missão aqui na Terra nos expandir, mas a consciência de que estamos em busca da nossa essência é fundamental para a aceitação de tudo, inclusive de nós mesmos.
O livro aberto da vida não é rascunho. Revela a trajetória da nossa caminhada, sem julgamentos. As decisões erradas que tomamos podem adiar a nossa evolução, mas ainda assim teremos a escolha de retomar para a estrada real da existência. Dos acontecimentos com sentimentos mistos até mesmo para quem já escolhe apenas plantar o bem, independente do tempo que vai levar para seus sonhos dar frutos. Abrir-se para o mundo é também mostrar as feridas da alma sem medo e sem culpa.
A esperança nos acompanha em todos os tempos. Até naquele em que só conseguimos sentir a dor da perda, ainda assim teremos condições de escolher resgatar na fé a transformação daquilo que partiu. E isso acontece através do alimento da esperança, que nos traz conforto, seja de reencontro com o ente querido em outra esfera, em breve, ou a necessidade de um bem material não fazer parte da nossa vida, com a possibilidade de empregarmos a nossa energia em uma nova conquista.
A vida vai proporcionar todos os encontros necessários. Frutos exclusivos da nossa conexão energética, que pode ser medida pelas nossas atitudes e pensamentos. Atraímos exatamente as situações que vibramos, com exceção de uma pequena parte, que pode ter ligação com questões de encarnações passadas, mas igualmente precisamos reviver para a cura do nosso espírito. Nada está fora de lugar e do tempo. Passamos no instante necessário tudo aquilo que vai nos conduzir à evolução para vivermos, um dia, os nossos sonhos.
Além de coragem, o que a vida quer da gente é entrega. Uma doação de si para aquilo que vai expandir a nossa alma, encarnada, deixando-a com o tamanho que seus sentimentos irradiam. Entrega é viver de maneira integral o sonho, a cada dia colocando nos próprios passos a essência da missão, essa sim transformadora para todo o nosso ser e que nos alimenta de tudo aquilo que o material não será capaz de oferecer. Pois a razão da existência é a própria missão, só possível com a coragem e a entrega.
Refazer o caminho é benção e não punição. Para o espírito aprendiz, nem sempre o conhecimento virá pela primeira vez e tudo bem. Estamos aqui na terra para ganhar sabedoria na observação, mas em algumas situações será só mesmo através dos nossos passos, das dores que vão nos fazer acessar locais do nosso ser que precisam de mais atenção da nossa parte. Quanto mais sereno e com coração aberto para o aprendizado, mais o nosso caminho será de benção e sabedoria.
Quando a dor nos visita em sua força bruta, há mais que um ensinamento. Existe uma mina de diamante em forma de sabedoria, que depende da nossa aceitação para começar a ser explorada pela nossa alma. Ao nosso tempo, claro. Vivemos de pequenos e grandes lutos diariamente. Uma parte deles, inclusive, a perda de nós mesmos, uma espécie de partida obrigatória da solidificação das nossas crenças mais arraigadas e negativas, destruidoras de qualquer alvorecer.
A passagem do tempo sempre estará ao nosso favor. Seja pelo florescer do que plantamos, seja pelo fim daquilo que não nos cabe receber naquele momento da nossa vida. Além dos ciclos naturais, a vida, juntamente com o tempo, cuidam de tirar tudo o que não acrescenta na nossa evolução espiritual, abrindo espaço para a chegada do que realmente importa. Por isso, aceitar o curso natural das coisas é garantia de não atrasar os momentos de renovação e benção.
O silêncio é cura em muitos momentos da nossa vida. Sempre poderemos ter algo a dizer, principalmente com a vontade do ego em nos defender em muitas situações, mas ainda assim a voz da sabedoria nos fala lá no fundo que é momento de seguir em frente, sem perder tempo em provar coisa alguma. Que é o momento, mais uma vez, de seguir com sua própria consciência, enviando luz para quem esqueceu de si mesmo para querer uma resposta da vida dele, na sua.
O descanso é rejuvenescimento da alma na mesma vida. Quem muito fez quer fazer mais, e muitas vezes o universo cobra o descanso como forma de completar esse ciclo. Todos precisamos cuidar do corpo, a maior ferramenta nossa aqui na Terra. Usa-lo com sabedoria, levando-o até o ponto máximo da nossa caminhada pelos limites do material, que nos mantêm focados nesse aprendizado sem a possibilidade de fuga. Nos permitir esse momento de recomeço é fundamental para caminhadas ainda mais longas.
Transmutar é ressignificar o acontecimento que nos machucou. Do que poderia ser apenas dor, podemos escolher um novo significado de tudo aquilo para o nosso coração. Se carregamos um pouco da energia de cada acontecimento em nossa vida, por que não ressignificar os mais dolorosos e essa energia ser transmutada em aprendizado, trazendo leveza para o nosso ser? Cada um a seu tempo, mas podemos fazer essa escolha de etiquetar aquela dor com um convite de fortalecimento, de renovação, de esperança.
O tempo sempre estará a nosso favor. Pois até naquela situação em que tudo poderia ser diferente com mais algum espaço no relógio, ainda assim o tempo veio trazer um ensinamento necessário e curativo para o nosso ser. Não podemos nos medir com a régua da sociedade, essa crença coletiva que nos acostumamos sem lembrarmos do eu. Não existe concorrência ou cobranças quando temos a firmeza dos nossos passos e a sabedoria que no momento certo, o tempo vai trazer a colheita do que foi plantado.
Independente do acontecimento, o significado é dado por nós. Ou seja, existem pessoas que diante de imensa dor conseguem extrair um conhecimento fundamental para a sua evolução. Portanto, tudo é aprendizado e basta uma mudança interior de percepção sobre os fatos para compreender que eles são necessários para a nossa evolução e não existem para nos derrubar. Nessa caminhada é fundamental o uso da aceitação, da fé e da perseverança.
A reaproximação com o 'eu' é um dever diário. Porque o afastamento da nossa essência em nome do materialismo e de questões transitórias, atendendo ao ego e ao mundo exterior, apenas nos afasta de quem verdadeiramente somos, da sabedoria básica: nunca se comparar, em momento algum, com ninguém. Nossa trajetória sempre será ao nosso tempo, sem o peso do que se chama de sucesso e sem a consciência pesada de querer colher sem ter plantado e cultivado.
E se você tivesse total confiança nos seus sonhos? Digo se você realmente estivesse disposta a viver seu sonho de maneira integral, sem hesitar nos momentos que a vida te cobra uma atitude mais firme, de protagonismo, dos seus próprios passos, no seu espaço e direto, sem pisar em ninguém, claro. Pois é nesse exato momento que muitos de nós nos apequenamos e o universo responde nessa mesma altura. A mudança de atitude nesse momento crucial é aquela que move a essência da nossa alma.
Escolher é vida, e não dor e perda. Abrir espaço para a chegada do novo é condição básica para a transformação que desejamos, sempre baseada no poder do bem-estar da alma, criando a harmonia necessária para plantar e colher sonhos bem como ter paz de espírito para desfrutar todos eles. Isso é uma condição de aprendizado único para a alma, que está na Terra, a maior de todas as escolas, justamente para alcançar essa essência.
Viver bem requer aceitar a condição humana. Pois vivemos tanto em frente a telas e sobre máquinas que nos julgamos uma ao fim da noite, como se tirasse da tomada e pronto, o corpo e alma se transformassem para um novo dia. Mas viver requer a aceitação da limitação até como aproveitamento do processo de nossas conquistas. A melhor parte do sonho sempre vai ser a caminhada. Ser flexível, aberto em aprender com os dias, faz toda a diferença para a conquista do eu.
O ensinamento do processo de espera é único. Embora muitas questões tenham recebido uma atenção primorosa da nossa parte, ainda assim temos algo profundo para aprender: o tempo de espera, o tempo certo para que o fruto possa ser colhido com seu objetivo maior, de realmente nos proporcionar um plantio ainda maior. Entre esses degraus evolutivos, temos o dever de aprender a serenar a mente, ter gratidão e aceitar o momento certo das coisas em nossa vida.
Aceitar os ciclos é aceitar a própria vida. Pois não há o que não seja transformado. Até nós mesmos passamos por mudanças provocadas não só pelo tempo, não só no físico, mas principalmente na alma. Por mais que a chama da essência siga aquecendo tudo, o nosso ser se transforma diante das vivências do dia como própria razão de estar na Terra. Negar esse aprendizado é não só estacionar no tempo, mas também provocar grandes dores para o espírito.
A vitória é uma consequência do eu, nunca a derrota do outro. Não é necessário que alguém perca para que tenhamos a sensação de que vencemos. Podemos querer lutar com o mundo inteiro, e, mesmo que hipoteticamente consideramos que vencemos, ainda assim não teremos lutado verdadeiramente com o nosso único adversário: nós mesmos. O peso da autosabotagem e até do comodismo com as questões interiores que precisam ser mudadas é avassalador, mas pode começar a trabalhar isso desde já.
Não busque garantias, se contente em plantar. Porque quando estamos com o tempo ocupado cultivando e colocando em prática novas ideias para nosso desenvolvimento, não há abertura para nenhum obstáculo ou pensamento negativo consumir a nossa energia. Por isso, a importância de reforçar diariamente a nossa missão, auxiliando todo dia um pouco o mundo a se desenvolver. E, ao mesmo tempo, esse esforço faz parte da nossa própria e necessária cura.
Se ninguém vai fazer por você, o que está esperando? Desde já se inicia um recomeço necessário para a restauração da paz interior, esse sopro doce da consciência que traz bem estar na alma, proporcionando inclusive saúde para o corpo físico. Lucidez mental no trato com todas as questões conflitantes da vida aqui na Terra, a maior de todas as escolas do espírito. Que está aqui acima de tudo para aprender, principalmente para aprender a amar sem desejar nada em troca.
O agora sempre será um ponto de recomeço. A base para o novo, com a renovação do passado através dos passos do hoje. O poder de transformação do querer, a partir de agora, e iniciar esse processo de planejamento, cultivo e conquista é capaz de coisas que chamamos de sobrenaturais. Movimentamos energias em absolutamente todos os campos do corpo e da alma, inclusive curando feridas milenares. Por isso, não basta sonhar. É preciso colocar em prática, e quanto antes, aceitando as pequenas vitórias no seu tempo.
Nem todos os acontecimentos podem ser entendidos de imediato. E isso é maravilhoso, pois o peso de algumas revelações da vida, algumas delas até com ligações em outras encarnações, provocariam um peso mental e emocional extremamente prejudicial. Por isso, a necessidade do exercício da fé, na confiança dos nossos passos na trilha do amor. Nada é sem sentido, e em vão. De alguma maneira, nossa trajetória precisa passar exatamente pelo que estamos passando. E, acredite, é melhor que tenha acontecido dessa maneira.
Quem já consideramos vencedor é quem decidiu aprender com a dificuldade. Vivemos inicialmente, claro, um momento de perplexidade diante de qualquer crise, procurando encontrar uma saída mais fácil, mas nem sempre ela será possível. Um caminho difícil e que exige muita fé e perseverança pode ser inevitável. E quem decidiu aceitar o cenário, aprender com ele e continuar a caminhada com sabedoria vai se curar de muitas feridas sentimentais e estará mais forte psicologicamente para novos desafios.
Mais do que nunca, esse momento é de travessia. A pandemia está provocando transformações mesmo que a gente não decida passar por elas. É uma escolha, que vai trazer consequências por negarmos ou aceitarmos esse momento. Além do respeito ao próximo e aos aconselhamentos das autoridades, precisamos projetar com pequenas atitudes do agora, o que podemos construir e sonhar com a retomada da vida normal daqui alguns meses. Talvez nunca teremos outra oportunidade de nos preparar tão bem para a realização dos nossos sonhos.
A sua verdadeira história só tem uma voz: a sua. E isso nunca será ego. Será a sua verdade interior desde que não prejudique ninguém, inclusive a si mesmo. Não temos que provar absolutamente nada a ninguém. Precisamos apenas manifestar nosso amor em nossos passos na vida, buscando exercer a nossa missão para a evolução do planeta, seja através do nosso talento em alguma área ou na dedicação à família, restabelecendo os laços curativos do espírito. Estamos aqui de passagem, mas certamente com uma importante missão.
Você já venceu grande parte do percurso da vida. Não importa se o sentimento ainda é de que o sonho está longe, ainda assim você está à frente de muitas pessoas e com condições melhores. Nem por isso quem está para trás está atrasado, porque na verdade toda a dor está na comparação para atender ego. E a luta sempre será com você mesmo. Nos cabe exatamente conhecer o nosso ser para lidar com sabedoria diante dos desafios que o mundo impõe para nos fortalecer.
Nosso processo evolutivo não se baseia em acontecimentos planejados. São justamente os imprevisíveis que vão nos moldar para aquilo que desejamos conquistar e viver. Sem sequer uma surpresa pelo caminho, não tem razão para a viagem. Estamos sendo a cada instante convidados a colocar em prática todos os ensinamentos do bem e da serenidade que dizemos que acreditamos. Enquanto não forem colocadas, de fato, em prática muitas questões voltarão a acontecer.
Temos possibilidades infinitas, mas a mente pode barrar todas elas. Pela autoridade que a mente tem, ela é capaz de ceifar pelo medo muitas questões que estão arraigadas em nosso espírito, que é a verdadeira luz divina a nos guiar, mas nem sempre temos essa consciência. A mente nada mais é que um controle remoto do espírito, mas o controle remoto tem os seus vícios diante da nossa formação, que também podem ser chamados de crenças limitantes. Portanto, que voltemos para a nossa essência todos os dias.
Nós somos a alma, não a mente. Por isso, quando um mar de pensamentos, principalmente negativos, tentar afogar quem você é, em sua essência, busque serenar o ser para voltar a compreender quem verdadeiramente você é na essência. Nossa formação nesta encarnação, com pais, escolas, amigos, sociedade, nos cria uma série de crenças limitantes que são barreiras ferrenhas para o nosso crescimento. O que provoca a necessidade fundamental de pelo menos selecionar os pensamentos.
Não menosprezar o momento de dor é ser grato pela vida. Porque ela própria é constituída de dias amargurantes pela necessidade de nossa evolução espiritual. Busque não tentar entender, mas estar para não deixar de participar do conhecimento passado em toda aquela aula. Mesmo quando tomamos caminhos errados fruto do nosso livre-arbítrio, ainda assim tudo se torna necessário para o despertar da consciência por novos pensamentos e atitudes.
Se não agora, qual será o momento para você? De tudo que pensa, de tudo que planejou, executou, plantou, se esforçou nos últimos tempos, quando será o momento de viver o que se é, bem mais do que se quer? Esse momento sempre será o agora. Independente de todas as circunstâncias, nos cabe viver o que se é com a serenidade que ainda precisamos conquistar para se sentir integral com a vitória de dias de aprendizado conquistados. Esses dias, os ingredientes que faltam do próprio sonho.
Sem uso, a sabedoria é consumida pelo ego. Pois quanto mais exercemos esse conhecimento baseado na humildade, mais receberemos do universo. Quando retemos a sabedoria exclusivamente para atender aos anseios menores do nosso ser, nos intoxicamos com algo que se torna veneno se não for espalhado ao mundo. Precisamos diariamente deixar sementes por onde passamos para nunca deixarmos de colher bons dias.
Um momento de tristeza é um momento de aprendizado. Diante das notícias que nos chegam nas últimas horas, a tristeza parece tomar conta, com a fé fraquejando, com apenas um fio de força nos mantendo de pé. Mas a Espiritualidade está agindo, para nós aqui na Terra, encarnados, conseguir dar o melhor de nós, contribuindo da melhor maneira. Na linha de frente nos hospitais ou com uma prece singela, emanando luz para os corações que precisam.
O instante que não cedemos à raiva muda todo o resto. É mais do que uma questão de sabedoria. É uma questão de sobrevivência para a infantilidade da alma, que aparece de vez em quando fruto da nossa falta de sintonia com o Criador. Muitas das nossas dores interiores são provocadas por esses momentos que não ouvimos a lucidez. Portanto, que saibamos reconhecer esses instantes em que precisamos nos recolher, meditar, rezar e se reconectar... para só depois continuar a caminhada.
Sem viver o presente, estamos investindo nosso passado no futuro. Uma forma de destruir toda a cronologia da vida. Um verdadeiro nó na linha dos acontecimentos, vivências e aprendizados. Somos um só, é verdade, mas estamos costurando uma forma de nos tornarmos melhor. Alcançar o bem-estar integral do ser, nos tornar mais leves e com sentimentos mais nobres. E sem o cultivo de boas ações desde já, estaremos buscando a camiseta do passado para nos vestir daqui uns anos.
Uma nova chance é o início de uma nova vida. Porque daquele novo caminho, todo o ser se transforma não só para se adaptar às circunstâncias, mas também para absorver ao máximo os novos aprendizados. Por isso, a cada sim que damos para o universo, mais um punhado sim começa a abrir portas fechadas do nosso espírito, conectando com a essência divina, em nós, que estava esquecida. Com o fortalecimento dessa fé interior, a consciência se expande, trazendo bem-estar integral para o ser.
Esperar é uma das maiores sabedorias não praticadas. Porque mesmo quando a vida nos obriga a frear, principalmente por questão de Saúde ou diante de uma pandemia, procuramos nos entreter quando o momento é para autoconhecimento. Instante precioso de aprendizado não apenas no campo familiar diante do isolamento em casa, mas também para a expansão da consciência através da meditação, do conhecimento por meio de leituras edificantes. Usar bem o tempo é garantia de evolução espiritual.
Certezas interiores são pilares da nossa evolução. Por mais que estejamos em constante aprendizado, e suscetíveis a opiniões e conselhos alheios, alguns fundamentais claro, precisamos reconhecer a importante voz que habita nosso ser. Dos recônditos do interior do eu, existe uma sabedoria infinita, de centenas de vidas, nas mais diferentes experiências. Alguns chamam de consciência, e ela deve ser sempre ouvida em nome do nosso bem-estar integral.
Um passo atrás pode ser o que faltava para a vitória. Seja pelo descanso no corpo e na alma, com o alívio das pressões ou para realinhar as estratégias, encontrando na pausa muitas vezes forçada o que não se enxergava quando tudo parecia fluir. O tempo estará sempre à nossa frente, por isso a nossa responsabilidade e respeito diante da cronologia dos acontecimentos vão definir todas as nossas conquistas.
A saúde do nosso espírito é a que irradiamos ao mundo. O reflexo do nosso ser é o que imprimimos nos dias. Porque é na doação que tudo se reinventa, se reestabelece e se reabastece. O céu, ou qualquer tipo de energia que você acredite, te envia justamente o que você doa ao universo e principalmente às pessoas do seu convívio. Esse raciocínio sequer é religioso e sim físico e químico. Um sorriso que doamos ao mundo já reflete no que recebemos instantes depois.
O abismo da dor é um processo ilusório das nossas crenças. Inegavelmente, claro, somos humanos e seremos abalados de tempos em tempos por sensações paralisantes, que exigem o nosso refazimento, de corpo e alma, para superar. Entretanto é necessário analisar questões cotidianas repetidas que nos trazem desconforto no ser. Essas sim dependem unicamente da nossa mudança de pensamento e atitude, em alguns casos com a ajuda de um profissional, para superarmos e seguirmos em frente com mais confiança.
Estamos a procura de habitarmos nós mesmos. Pois percorremos caminhos infinitos buscando no externo o que a gente só pode encontrar no interno. E uma das tarefas mais difíceis é alcançar o grau de serenidade que permite esse estágio de autoconhecimento. Dedicar 5 minutos por dia em busca dessa interiorização, através da prece, da meditação, da leitura edificante, é o início da conquista dessa condição sublime. Uma conquista que irradia luz em todos campos da nossa vida, curando feridas que se mostravam incuráveis.
Não há progresso sem pausa. Não é porque vivemos atrelados a máquinas o dia inteiro que somos uma. É justamente o nosso lado humano que nos traz a consciência da eternidade e dos sentimentos mais sublimes da Criação. Lembrar isso todos os dias não é o bastante. É necessário aceitação com a limitação do nosso ser, que merece e necessita de renovação. Não só do descanso noturno, mas também do refazimento através de novas paisagens e leituras edificantes.
Acordar já é o maior motivo de levantar. Muito embora ir arrastado para o trabalho se torne uma constante, precisamos aceitar a maneira natural do nosso corpo se comportar em tempos transitórios. Pode ser apenas um cansaço passageiro ou pode ser a necessidade de reajustar nossos sonhos. Não é que eles irão mudar, mas durante a caminhada novos desafios e desejos vão aparecendo. Por isso, a necessidade de reafirmar a nós mesmos os sonhos da alma. Uma certeza absoluta que colocamos em nossos passos.
O silêncio encontra uma maneira de responder tudo. Porque a falta de resposta ao outro, quando abrir a boca só poderia causar mais conflito, faz o outro encontrar a resposta certa para aquela questão. Por isso a serenidade deve ser uma constante, cultivada como garantia de darmos os passos mais certeiros sobre esta Terra. Sem deixar em momento algum de irradiar o amor, mesmo sem desejar recompensa alguma, né Chico Xavier?
Importar é trazer para dentro aquilo que faz florescer a alma. E as dores naturais do processo de viver fazem parte desse estágio de transformação. Precisamos ser seletivos no que absorvermos para centrarmos no cultivo. Portanto, quando falo em importar refiro ao ato de trazer para dentro somente aquilo que vai auxiliar nas questões da nossa vida, sem deixar, claro, de ter respeito e compaixão a nós, ao outro e ao mundo. Somos um só.
Talvez não seja o momento de desejar, mas de simplesmente fazer. Pois se canalizarmos a capacidade de ficar imaginando como será e de fato pegar e fazer as pequeninas coisas que nos aguardam em nossos dias, estaremos costurando semanas, meses, anos e décadas de trabalho feito. E isso é mais do que plantação, é cultivo com colheita certa de tempos em tempos. Sonhar é preciso, mas sem navegar eles não acontecem, não é mesmo Fernando Pessoa?
O novo só terá espaço se aceitarmos a partida do velho. Porque não adianta só termos empenho em nossa plantação e no cultivo ao longo de décadas, séculos e milênios. Se no momento que precisamos aceitar a partida do que nos trouxe até esse ponto da existência continuarmos ligados ao que já cumpriu o seu papel e será renovado pelo universo. A transição dos dias, e o desapego, estão ligados não só em nosso bem-estar, mas também na evolução do nosso espírito.
Não divida as suas esperanças no calendário. Tenha o atual momento como ideal para recomeçar, independente das circunstâncias. Porque o fluxo dos acontecimentos vão nos surpreender por mais que tenhamos planejado tudo. Portanto, precisamos focar no cultivo da nossa plantação, sabendo que tempestades vão chegar para irrigar nosso aprendizado, mesmo que isso implique em replantar parte da nossa plantação, seja que tempo for.
Os dias possuem conexões mágicas para o nosso aprendizado. Quando tudo parecia perdido ao fim de um deles, o outro nos surpreende com acontecimentos impensados, mas necessários para o reajuste da nossa vida até mais cedo do que a nossa solução inicial poderia nos oferecer. O que nos cabe é somente manter a paciência e o amor, sem deixar de plantar e cultivar um só dia. O universo vai se encarregar de nos entregar o restante.
Por maior que seja a dor, nem sempre será como antes. Até mesmo as mais difíceis provas são mutáveis. Encontram em nós mesmos respostas indiretas para a mudança de rumo, principalmente com a nova renovação no jeito de lidar com elas. Entretanto o ensinamento mais profundo que a nossa alma pode nos mostrar é que não estamos no controle, de absolutamente nada. Que depende de nós contentar o nosso ego a apenas fazer e se renovar como o bastante para atender a nossa caminha singela pelos dias.
Fazer novas escolhas é encontrar novas respostas. Mesmo que o resultado não seja o esperado, ainda assim você tentou de uma outra maneira buscando encontrar um novo caminho. E vai aprender profundamente com isso, com mais conhecimento e sabedoria para a próxima tentativa. Perdemos tanta energia reclamando, enquanto temos todo dia um novo dia de novas decisões, renovadoras para a alma. E só temos o que ganhar subindo em uma nova montanha do conhecimento e da sabedoria.
Não abandone seus sonhos porque eles estão mais difíceis. É natural que durante essa caminhada tudo pareça mais complicado. É que na estrada da vida, por mais planejamento que exista, as tempestades podem causar interrupções na rodovia. Milhares, para não dizer bilhões de pessoas, podem estar paradas neste momento, tentando retirar o que impedem de seguir, mas ainda assim estarão fazendo a parte delas pelos seus sonhos.
A luta para superar os desafios depende também da nossa mudança. Pois as circunstâncias sempre mudam e elas nos exigem um comportamento diferente para que a gente possa também conseguir um resultado diferente. Obviamente questões milenares, de outras vidas até, não serão resolvidas da noite para o dia. Mas nesse curto período é possível tomar a fundamental decisão de passar a agir de uma outra maneira.
A renovação da esperança é atemporal. Não espere o ano novo. Decida desde hoje a se organizar, da gaveta mais próxima à sua mente. Renove atitudes. Questione seus pensamentos ruins. Você tem outros bons pensamentos guardados para serem usados. Você merece. Você plantou. Você está cultivando. Tome conta da sua plantação com amor e da colheita também. Tenha fé, serenidade, humildade e exerça a compaixão, vivendo a alegria dos instantes mais pequeninos e singelos da vida.
Portas fechadas só abrem no momento certo. Depois da maturidade para lidar com o surgimento do novo, quando estivermos cultivado suficientemente aquilo que plantamos. A beleza do nascimento de um filho só é possível após uma cuidadosa gestação de 9 meses. Portanto é preciso esperar e sobretudo aprender com o exercício da paciência e da serenidade. Elas são fundamentais para lidar com os momentos mais desafiadores e, para atender nossa missão evolutiva aqui na Terra, serão muitos.
Aceitar as mudanças é mais do que adaptação: é bem-estar para alma. A nossa maior dor é tentar lutar contra a corrente do mundo. Nos cabe preservar a nossa identidade, sem dúvida, mas também nos cabe aceitar os acontecimentos e aprender com eles. E aceitar não quer dizer concordar. Ao simplesmente negá-los, não há aprendizado e sem aprendizado não existe evolução, o que verdadeiramente viemos buscar aqui na Terra. E as mudanças do mundo, logo vamos perceber, estão em sintonia com o nosso ciclo interior evolutivo.
O bom combate tem base na serenidade e no amor. Pois embora muitas vezes a vida nos exija uma atitude mais forte, mesmo assim podemos lidar com serenidade e amor, como garantia de que o respeito ao próximo e ao mundo seja preservado. Pois nada que é resolvido na briga e no grito, com truculência, será base para o nosso conhecimento e vitória dos desafios. Tudo que planejamos com serenidade e amor vai florescer no tempo certo.
A vida nos surpreende como forma de clamar por mudanças. Por menores que elas sejam, contribuem para a Reforma Íntima, fundamental para o bem-estar da nossa alma. Uma forma de equilibrar material e imaterial, corpo e espírito, em troca contínua de amor e experiências, aprendizado divino, na Terra e na Espiritualidade. Mas a corrente desse fluxo depende do nosso desejo interior para percorrer os nossos dias, como cura para nossas maiores dores.
A sintonia espiritual é de nossa inteira responsabilidade. Podemos até ter obsessores que desejam nos perturbar, mas ainda assim eles só terão acesso se nós abrirmos a porta. Sem uma energia compatível, que começa através do pensamento, não teremos companhias indesejadas. Por isso, a necessidade de renovação integral do ser, que o Espiritismo chama de Reforma Íntima. Pequenas mudanças diárias que representam muito para a nossa evolução.
Fazer o básico já é algo extraordinário. Porque nem sempre teremos a energia para cumprir diariamente uma rotina mínima para a construção dos nossos sonhos. Portanto, o pouco que nos cabe já é algo bastante sólido para as nossas conquistas. Quando tivermos mais energia, iremos fazer até mais do que o básico, mas em momentos de transição, a vida e Deus esperam de nós pelo menos o básico para que a energia dos sonhos continue circulando em nosso ser.
O poder do agora é o maior de todos. Pois é ele que realmente nos move, e nos transforma para sempre, independente de faltar ferramentas e condições favoráveis. Estamos todos no local essencial para o voo do nosso espírito, mesmo preso na vida material, reconhecendo a essência de luz que somos e como precisamos a cada instante fazê-la irradiar, como cura de nós mesmos. Por mais simples que seja nossas missões, elas são grandiosas para nossa caminhada eterna.
Todo recomeço é brindado pela energia da fé. Uma energia que une todos os pontos ainda soltos da nossa existência. E ela é responsável para nos erguer no momento mais importante: quando exercermos a compaixão conosco mesmo, quando aceitamos que precisamos tentar novamente, de uma outra maneira, com amor e compreensão que a falha no momento de aprendizado por ser o maior de todos os aprendizados. Que eternamente estaremos na escola do Criador.
O novo em nossa vida é a transformação do que já é velho. E esse processo muitas vezes não acontece por puro apego nosso, que quer de toda a forma o novo, o produto do sonho que tanto cultivamos, mas sem abrir espaço para ele justamente por ainda querer segurar o que já nos ensinou e agora precisa partir. O bem-estar da vida está na simplicidade, nas poucas coisas, naquilo que verdadeiramente podemos carregar. Uma bagagem inteiramente imaterial.
🔴 O MEC autorizou hoje que as aulas remotas continuem até dezembro de 2021, inclusive no ensino superior. Cada município pode regulamentar a volta.
🔴 O prefeito eleito de Salvador, Bruno Reis, testou positivo para Coronavírus. Ele não tem sintomas e segue em isolamento domiciliar.
🔴 O Governo de São Paulo alerta que o contágio está maior neste mês do que no pico da pandemia, em julho.
🔴 A Fiocruz confirma o primeiro caso de reinfecção de Covid no Brasil. A vítima é um profissional de saúde de 37 anos de Natal, Rio Grande do Norte.
🔴 Após quatro meses suspensa, a entrega de merenda escolar na rede pública de Santa Catarina foi retomada, e segue até fevereiro.
🔴 Robinho perdeu em segunda instância na Itália e segue condenado a nove anos de prisão por estupro. Ainda cabe recurso em terceira instância.
🔴 Três pessoas foram atingidas por uma árvore de grande porte que caiu sobre barracas de uma feira livre na região centro-sul de Belo Horizonte na tarde de hoje. Uma das vítimas foi socorrida pelo Samu.
🔴 Bolsonaro pretende tornar grandes criadores de peixe os reservatórios de 73 hidreléticas do país.
🔴 R$ 650 mil em auxílio emergencial foram bloqueados por operação da Polícia Federal que combate fraude nesta quinta-feira em 14 estados.
🔴 Morre de causas naturais o homem mais rico do Brasil. O banqueiro Joseph Safra, de 82 anos, deixa fortuna de aproximadamente R$ 120 bilhões.
A humildade é a maior de todas as sabedorias. Ela é capaz de encarar com a serenidade divina todas as mais difíceis questões que se apresentam em nossa vida e todas serão encaradas como aprendizados necessários. A humildade também nos permite ser gratos pelas pétalas de amor que caem em nosso jardim mesmo quando espinhos nos machucam. A humildade é a chave que abriu as mais importantes portas da caminhada dos grandes mestres.
Há oportunidades que só existem nos dias difíceis. É quando não estamos acomodados o bastante para dizer não. E o sim vem mais facilmente, com a alma necessitando se movimentar em busca do novo curador. Essa sabedoria virá apenas com a maturidade, depois de tanto refletir sobre as sequências de acontecimentos da vida. E chegará um dia, na lucidez dos pensamentos, que sentiremos falta dos dias difíceis.
O tempo só é uma benção para quem já plantou. E mesmo assim cultivar é importante da mesma maneira, inclusive sendo uma forma de viver diariamente a melhor parte do sonho, que é o seu desenvolvimento. Quem ainda não plantou pode começar hoje, com os recursos que possui. Os maiores conquistadores da humanidade não começaram seus sonhos quando as condições estavam perfeitas. Pelo contrário: iniciaram a caminhada quando tudo parecia perdido.
A nossa capacidade de processar os sentimentos consolida etapas. E nossa vida ganha de maneira solida os seus passos mais importantes. Além da fé, faz parte desse processo a aceitação e a nossa vontade de construir a cada dia um pouco dos nossos sonhos. São eles que não nos deixa entrar no piloto automático e provocar a perda de toda a essência. É fundamental nos enxergar além da matéria para não sermos reféns dos sentimentos.
Em muitos casos, o que chamamos de perda é o maior ganho possível. Pois só diante dessa limpeza que o novo que tanto desejamos, que tanto sonhamos e lutamos, de fato terá condições de chegar em nossa vida. Estamos aqui na Terra de passagem e nada nos pertence. Guardaremos apenas as boas experiências, as conquistas sentimentais, os laços que criamos a nível de conhecimento e humanidade. O resto estará em um ciclo infinito de transformação.
O bom recomeço não pega atalhos. Cortar caminhos sempre vai nos atrasar, pois a vida em algum momento vai nos colocar de novo no final da fila para vivermos aquela experiência que negligenciamos. Não há mágica na cronologia da vida. Vamos passar exatamente por tudo que nosso espírito veio buscar em forma de aprendizado e não de punição. Portanto, fé e amor nos passos e, acima de tudo, paciência e gratidão.
Há boas notícias todos os dias, mas não as compartilhamos. O que nos convida para uma reflexão interior do motivo de preferirmos o escândalo, a dor, a baixaria. O que lemos, o que vemos, o que ouvimos são semelhantes ao que comemos. E sempre escolhemos os melhores alimentos. Por isso, cabe a nós buscar sim as informações necessárias, mas compartilharmos o que realmente vai acrescentar para a evolução da humanidade.
A capacidade de recomeçar é uma escolha interior. Uma forma de driblarmos o materialismo que acredita que aquilo que de alguma forma se perdeu vai definir quem seremos de agora em diante. Pelo contrário. Tudo o que passamos nos fortalece de maneira imaterial, uma etapa necessária para aprendizado da nossa alma. E aquilo que vamos conquistar de agora em diante terá um valor mais do que especial, aliado a conquista da nossa humildade.
Nunca perderemos em doar amor, esperança e felicidade. Em qualquer momento do dia, em qualquer lugar, a qualquer pessoa, um pequeno gesto de gentileza faz a nossa luz interior ficar ainda mais forte. Porque quando expandimos a nossa alma nas raízes universais dos bons sentimentos, passamos a perceber a presença de Deus em nossa vida de uma maneira sólida e sublime. E o bem-estar da alma passa a ser uma constante.
Talvez só falte a nossa parte em nossos sonhos. Entrega, dedicação, amor. Seja por preguiça, procrastinação ou algo que está interrompendo a força produtiva neste momento, nossos sonhos acabam ficando em segundo e até em terceiro plano. Levados realmente com a barriga. E dessa maneira é impossível ter os resultados esperados, mesmo que eles não se concretizem no tempo que desejamos mesmo com o nosso empenho diário. Mas empurrar com a barriga só vai deixar tudo ainda mais longe.
A vida primeiro convida, depois nos força a viver a parada necessária. Aquele tempo que negligenciamos para atender nosso ego ou simplesmente nossa ansiedade. E seja através da saúde do corpo, da mente ou da alma, seremos forçados a parar por algum tempo para processar tudo aquilo que vivemos, guardando apenas a bagagem necessária para seguir a viagem com mais leveza. E isso não será punição. Será a maior das benções, que nos coloca mais próximo dos nossos sonhos.
A importância das pequenas coisas transcende o nosso entendimento. Mesmo sem ter consciência, ao mantermos pelo menos uma rotina nos afazeres dos nossos sonhos, diariamente estaremos solidificando a base de algo eterno em nossa alma. Começar já desejando algum tipo de recompensa apenas vai deixar nosso ser mais distante da real conquista. Apenas o ato de fazer já deve bastar para o nosso coração em evolução.
A saudade é uma pequena parte do que se tornou quem amamos. É mais do que espiritual. A saudade é apenas uma faísca para o sol dos passos da eternidade. Nem por isso precisamos deixar de ter saudades. O que precisamos é buscar compreender que existe algo bem mais grandioso que uma fotografia e um abraço. E o mais importante: quem amamos está mais próximo do que possamos imaginar, vivendo bem mais do que apenas em nosso coração.
Na jornada da vida sempre estaremos no lugar certo. Mesmo quando tomamos decisões erradas, baseadas no ego, estaremos no lugar certo para aprender a olhar todas as questões da vida pelo lado imaterial, da aprendizagem do espírito, que está apenas de passagem. Quando estivermos essa consciência de até o que nos faz sofrer, nos ensina em não precisar estar mais naquela situação, naquele lugar, conquistamos uma parte de nós que traz paz, serenidade e mais coragem para seguir a jornada.
Também estaremos no lugar de quem hoje criticamos. Pois sem vivermos todas as experiências que nossa consciência julga, não haveria razão da reencarnação. Estamos aqui para aprender de uma forma íntegra a compaixão, de se colocar sempre no lugar do outro, mas não carregar a dor do outro. O sentido puro da palavra irmão, que enfrenta as dificuldades de acordo com o conhecimento interior, que é diferente do nosso. Como dizia Chico Xavier: 'não podemos exigir dos outros qualidades que ainda não possuem'.
Podemos ser grandes como e juntos de um novo dia. A energia de uma nova manhã encarada com o desafio de uma nova vida, com o coração puro na conquista dos nossos sonhos. Uma forma da nossa própria alma manifestar para o universo a gratidão por escolher, amar, fazer. Com a sabedoria que Jesus nos ensinou, em ser a própria mensagem da vida eterna. Em deixar em nossos corações a chama da eternidade formada com a fé dos passos na trilha das montanhas dos dias.
A maior força que precisamos alimentar é a de continuar. Porque inevitavelmente iremos sofrer, passaremos por momentos dificílimos, em que iremos perder muitas coisas, talvez momentaneamente até a fé, mas ainda assim precisamos alimentar esse sentimento de seguir a caminhada. De levantar, e fazer, mesmo aos poucos, mesmo diante de tantos obstáculos. E vamos compreender lá na frente que esse sentimento de continuar também se chama fé.
Não alimente a pré-disposição em enxergar erro em tudo. Porque tudo terá algum erro. Vivemos em um mundo imperfeito, por isso também somos imperfeitos. Sempre há algo de positivo a ser visto diante de qualquer situação. Nas fases mais dolorosas, o convite da própria vida para uma renovação do ser. Não perdemos nada em pensar positivo. Pelo contrário, nos ajuda a seguir a caminhada. Já pensar negativo, nos faz sofrer mais do que a dor da realidade já nos causa.
O receio do novo pode ter ligação com o medo de ser feliz. Isso sem contar com o apego que podemos estar alimentando, sem deixar abrir espaço para aquilo que sempre sonhamos chegar em nossa vida. E essa conquista vai se consolidar somente quando abrirmos mão de algo que já teve sua contribuição em nossa vida e precisa partir. A cura, o bem-estar e a evolução espiritual estão ligados à aceitação de que tudo é transitório, inclusive nós mesmos.
Quem esquece de si tenta se encontrar atacando o outro. Porque uma das coisas mais difíceis é estar em paz com suas dores. Por isso, muitos de nós precisamos esquecer tudo isso nos entretendo. Infelizmente, alguns chegam ao ponto de esquecer de si para focar na vida dos outros. E isso não é remédio por questões mal resolvidas. Traz apenas mais sofrimento, pois estaremos patrulhando a vida do outro para apontar erros que verdadeiramente estão em nós.
Reconhecer o agora, com humildade, é o início da cura. Porque a negativa das circunstâncias que encontramos quando não estamos felizes só faz a gente permanecer ainda mais no momento que não gostaríamos. Quando aceitamos de maneira clara o que estamos vivendo, conseguimos alcançar o objetivo da conquista libertadora de maneira mais rápida, sem tanto sofrimento e com a gratidão de termos aprendido, que é o real motivo do nosso espírito ter encarnado e estar vivendo exatamente esses desafios.
As verdadeiras vitórias sempre serão coletivas. Teremos, claro, conquistas interiores primorosas, mas ainda assim as verdadeiras conquistas interiores terão o reflexo coletivo na sociedade. Qualquer sentimento de vitória que significa a derrota de alguém é algo que precisa ser trabalhado em nós, sers imperfeitos em busca de autoconhecimento. Estaremos sempre no mesmo barco, na mesma sintonia, e a felicidade e progresso do mundo físico e espiritual dependem da nossa contribuição de coragem, respeito e amor.
As renúncias da vida são os atos mais corajosos por nossos sonhos. Porque nada chega em nossa vida, se a gente não abrir espaço para que o novo se acomode. O nosso apego, inclusive aos sentimentos de menor vibração, atrapalha a conquista de algo que talvez está tão perto, mas não se consolida pela força contrária que estamos exercendo. Muitas vezes por culpa, pelo sentimento de não ser merecedor. Que todos nós possamos encontrar no amor imaterial do tempo e das coisas a força para abrir mais espaços em nossa vida.
A vida é movimento, mas precisamos reconhecer tudo o que já temos. Talvez seja mais do que o bastante, e estamos nos machucando para alcançar algo que sequer precisamos, apenas desejamos. A tão sonhada paz de espírito está em justamente permanecer, aceitar, compreender o tempo de cada coisa. Muitas vezes saímos correndo para atender nosso ego ou outro tipo de sentimento apenas passageiro, nos descuidando do que realmente importa. Do que é a essência do nosso espírito, bem conectada com o Criador.
O silêncio é um dos remédios naturais mais eficazes. Traz o benefício da reflexão, da observação, de aceitarmos a condição de aprendizes, muito embora tenhamos a nossa importante parcela de contribuição ao próximo e ao mundo. Mas devemos nos escutar mais, conseguindo usar a nosso favor a sintonia da serenidade e da gratidão exercida com a observação, a aceitação. Esses são elementos fundamentais para o equilíbrio de todo o nosso ser diante de tantas surpresas e desafios que vão aparecer em dias comuns, como hoje.
A melhor tática sempre será ser você. Pois a incoerência interior é a maior ferida para um espírito que busca aqui na Terra sua evolução através da conquista da humildade. Compaixão com as próprias dores e a dos outros, encontrando talvez mais perguntas do que respostas. Mas todas necessárias para se tornar uma pessoa melhor. Nem sempre teremos o melhor desempenho, mas sempre teremos condições de aprender com as dificuldades, sinalizando ao nosso espírito o quanto é importante nos reconhecer humanos.
A nossa reinvenção é uma das mais difíceis atitudes. E, ao mesmo tempo, a mais necessária. Se o mundo muda, precisamos mudar, sem que a nossa essência seja alterada. A adaptação às novas características e necessidades é para o nosso próprio anseio evolutivo do espírito. Vivemos as dificuldades que exatamente necessitamos para cumprir a nossa missão na experiência terrena, que a exemplo nós, também é transitória, igual essa mensagem que vai para seu coração ou simplesmente termina agora.
As surpresas da vida são o ingrediente da nossa evolução. Nos cabe adaptar, lidar com maturidade diante dos obstáculos. Pois tudo depende da maneira que encaramos as questões e não da dimensão que elas se mostram. Não passamos absolutamente por nada que nosso espírito não necessite para o cumprimento da sua missão aqui na terra. E isso não é conformismo, é o exercício da serenidade e da humildade do nosso ser curando todas as suas feridas.
Preencher bem nossas horas é um gesto de gratidão à vida. Movimentando as energias no curso do nosso espírito vivendo abençoada experiência terrena, buscando aprender de maneira eterna através das limitações do corpo, uma escola infinita de aprendizagem. Por isso, os obstáculos quando encarados com aceitação e gratidão, encontram a energia divina mesmo no momento de dor, essencial para nos preparar para vivermos nossos sonhos.
Tempos de grandes dores também são tempos de grande esperanças. Pois será justamente quando a vida nos mostra que o caminho não será através da estrada e da forma que desejamos que a magia dos nossos sonhos vai acontecer de forma divina, surpreendente, eterna. Tenha sempre uma força extra para recomeçar, paciência para aceitar e continuar. Fazendo de cada dia o que ele é: um pedaço da eternidade.
Os verdadeiros sonhos são aqueles que dormem e acordam com a gente. E não os inúmeros desejos passageiros que a nossa necessidade corporal manifesta momentaneamente. Os verdadeiros sonhos tê m ligação com nosso espírito em seu sentido irrestrito, algo que vibra nosso ser 24 horas. Isso não quer dizer obsessão pela conquista. E sim vivência do exercer aquela missão, que tem o seu sentido sempre imaterial.
As críticas sempre vão nos ensinar de uma maneira particular. Muitas delas possuem informações preciosas que nós mesmos gostaríamos de ter acesso para a nossa melhora. Outras já nos ensinam que os bons dificilmente gastam o seu tempo para poder apontar o erro do outro. E que devemos saber quando o silêncio é a melhor das respostas e que precisamos exercer a compaixão com quem esquece de si para cuidar da vida do outro. Siga com sua verdade interior, baseada sempre no bem universal.
A angústia só vai embora quando aceitarmos aprender com o desafio. Porque a angústia é resultado de uma mistura de sentimentos menores, principalmente impulsionados pela ansiedade. A confiança no processo dos acontecimentos, e como ele é necessário para que a gente consiga alcançar nossos sonhos, é fundamental. Portanto, busque o equilíbrio, observando e acima de tudo aprendendo com o momento. Pode ter certeza que tudo será mais fácil dessa maneira.
Nossa maior missão é não deixar um problema contaminar toda a nossa vida. Por mais difícil que seja, ele pertence a uma área. E deve ter toda a atenção nossa, mas de maneira alguma pode invadir outros campos da nossa vida. Esse colapso que problemas específicos provocam é pela nossa falta de lucidez de compreender os acontecimentos. Mas acima de tudo do mais importante: a maneira que lidamos com as adversidades.
A perseverança é mais que uma oração. É a conquista de um tempo. Uma prova de que estamos buscando o nosso melhor. E mesmo quando falte ainda talento, estamos através do esforço buscando vencer as condições desfavoráveis. Em busca de sonhos que são nossos, mas de alguma maneira contribuem para a evolução da humanidade. Tentar mais um pouco, em todos os dias, transforma a nossa vida para sempre, e com a paz que nosso coração merece.
Paciência é o exercício diário do desapego. Da aceitação de que a vida é um rio que flui seu curso natural e que nos cabe navegar. Por isso que destino, sorte e fé são resultado da nossa vontade de navegar nesse rio. A tentativa de controlar, de cortar caminho, de querer algo que ainda não seja o tempo maduro, é sofrer, se afogar em sentimentos confusos de uma alma que já quer ser o que ainda não está preparado para viver.
A nossa pequenez e grandiosidade diante da vida é fascinante. Quando nos permitimos enxergar a essência dos acontecimentos, encontramos o sabor divino que existe como produto de cada momento transitório. Uma sabedoria que nos torna eternos e grandes justamente pelo reconhecimento de como ainda somos pequenos e temos muito para caminhar.
A paz chega após a primavera da aceitação. Só que aceitar a realidade não é concordar com os acontecimentos. É apenas aceitar que essa é a realidade do momento. A partir daí, a serenidade se torna uma aliada para enfrentar da melhor maneira, em paz de espírito, todos os obstáculos. Quando agimos com raiva e negação, nos machucamos ainda mais e apenas pioramos a situação. Portanto, é hora de estar presente no agora, diante do que é, e sempre com amor no coração.
O nosso guia sempre será a consciência interior. Podemos ter infinitas influências, sejam elas espirituais ou encarnadas, mas responderemos unicamente à nossa consciência interior. Ela que terá o maior peso do bem ou do mal que estamos plantando. Por isso, que os grandes mestres dizem que a serenidade, a felicidade e tudo mais sempre esteve onde deixamos para procurar por último: dentro de nós.
O filósofo Jean-Paul Sartre dizia que temos uma angústia interior pela possibilidade de escolher. Algo como o livre-arbítrio tão falado pela Doutrina Espírita. Ou seja, temos medo da responsabilidade das nossas próprias escolhas. E simplesmente ficamos adiando as mais importantes delas ou esperando que os outros, e até a Espiritualidade, tomem essas decisões por nós. Só que ninguém, absolutamente ninguém, vai caminhar por nós.
Reclamar será sempre uma opção, que vai sabotar nossas energias. Nem sempre tudo na vida estará no lugar que a gente imagina que seja o ideal. Com essa verdade em nosso coração, poderemos centrar nossas energias nas soluções de problemas que surgem diariamente para a nossa evolução. Justamente através deles que conseguimos todas as condições necessárias para a realização dos nossos sonhos.
Quantas oportunidades que vamos perder somente hoje? Mesmo com inúmeros obstáculos que cada um de nós, particularmente, enfrentamos, ainda assim temos a possibilidade de olhar diferente e fazer a todo momento um pouco pelos nossos sonhos. Sonhos que podem ter sido adiados, mas que permanecem vivos em nosso coração como forma não só de cura, mas também da nossa vibração direta com o Criador.
E se tudo já estiver no seu devido lugar? Se aceitarmos essa condição transitória do mundo, e como por ora esse é o cenário ideal para todos nós espíritos em evolução, passamos a centrar mais em nossos passos, sem nos incomodar com o barulho de todos os acontecimentos, afogados em sentimentos que sequer nos pertence. Um reencontro com as certezas e sonhos interiores, que também são universais, irradiando de dentro para fora como cura.
Sucesso, em essência, sempre será um parâmetro pessoal. E isso não é papo de derrotado. É um papo real, sobre a nossa caminhada ao nosso tempo, com a necessidade e os desafios próprios da nossa alma. Existem infinitas histórias inspiradoras para nos motivar, mas só a gente sabe as nossas dores, as nossas dificuldades e os sabores das nossas conquistas, essas que não temos necessidade de colocar nas redes sociais. Ficam em nosso coração para a eternidade.
A consciência tranquila será sempre a base para a serenidade. Através de nossas atitudes, construímos esse caminho de leveza interior, muito embora experimentaremos duras batalhas. Mas esse conflito diário com as questões do mundo é necessário justamente para essa conquista interior. Informalmente possuímos em nossa mente um cronograma da nossa missão aqui na Terra. Estar em dia com ele é estar em dia com a consciência.
Toda competição é ilusória, assim como toda necessidade de atender ao ego. O bem estar e a autoestima são importantes, desde que atenda vontades interiores que não são medidas com réguas externas. O convívio em sociedade só é uma prova diária para quem quer participar dessa avaliação. Não podemos deixar essa questão potencializada com as redes sociais. Elas são importantes ferramentas, desde que usadas para o conhecimento e evolução do ser de forma sadia, sem julgamentos.
Lembre-se que sempre podemos ganhar mais com o silêncio do que com qualquer outra palavra mal colocada, dita fora de hora, como um grito de socorro em meio à emoção desconhecida. Busquemos sempre a paz e a reclusão em momentos que nossa alma deseja ferir o externo como forma de autodefesa. Reconhecer esse momento é sinal de sabedoria, de evolução espiritual e grandiosidade diante da nossa pequenez.
As redes sociais nos causam a ansiedade não só do imediatismo, mas também da necessidade de agradar. Estamos totalmente expostos, mesmo aqueles que usam as redes apenas no campo profissional, e estamos sendo avaliados, constantemente avaliados. Isso causa um estágio emocional prejudicial, capaz de trazer consequências mais sérias para o nosso equilíbrio do ser. Precisamos reforçar o nosso valor interior como guia principal em nossa missão aqui na terra.
A compaixão não é carregar a dor do outro. A verdadeira compaixão é compreender o momento que o outro está passando, ajudar sempre que possível, aconselhar, cuidar, mas compreender acima de tudo que cada um passa o que é necessário para a sua própria cura. Carregar a dor do outro pode parecer heróico em um primeiro momento, mas estaremos interferindo diretamente no livre arbítrio e na cura daquele ser que tanto amamos. Saibamos exercer a compaixão, de uma maneira pura.
A cada dia, a vida nos convida para pequenos ajustes. Algo que foge da rotina em nome do aprimoramento interior. Uma nova habilidade, um sorriso a mais a um desconhecido em uma nova calçada. Tudo que nos faz mudar aos poucos provoca uma transformação duradoura na alma. Meio que silenciosa, é verdade, mas transformadora. Basta aceitar os momentos, acompanhados de suas transformações, dores e alegrias, mas acima de tudo aprendizado de amar.
A mensagem que a vida nos passa nem sempre parece clara pela nossa falta de percepção madura na compreensão do todo. Por mais que estejamos vivendo em partes, nos dias, eles são peças de um todo, que pode ser chamado de Deus, de Espiritualidade, até mesmo de Eu. Somos um só, com sintonias diferentes, procurando se encontrar em meio ao que se parece caos, mas é aprendizado, reconhecimento e busca da pureza do amor.
A nossa capacidade de se comover com as emoções dos dias não pode nos entorpecer ao ponto de esquecermos da razão. A razão tem o seu papel fundamental diante do campo das emoções. De maneira objetiva, trilhamos um caminho recheado de variáveis, e quase sempre com situações desfavoráveis para o fluxo normal dos dias. Encarar com racionalidade boa parte desse trajeto nos garante eficiência em nossa caminhada.
Muitas questões que não tomamos uma decisão, o tempo usa a sabedoria para tomar. As vezes sofremos mais por não ter tomado a decisão antes, mas o universo encontra sempre a melhor resposta para o nosso anseio interior. Estamos destinados ao cumprimento da nossa missão, não importa a quantidade de falhas que vamos praticar mesmo com o nosso coração conectado no bem.
A busca da simetria da vida é doentia de tão ilusória. Faz bem como forma de instigar a melhoria interior, mas facilmente será viciante e destruidora para quem esquece de si mesmo em nome da conquista. Buscar a beleza no singelo da vida faz toda a diferença, mas nem tudo é belo. É funcional, é desafiador, é uma forma necessária para a nossa evolução. Pode parecer pouco, mas na verdade é tudo.
Somente depois de muitas décadas, ou séculos, quando alcançarmos as estrelas, saberemos que elas sempre estiveram ao nosso lado. A construção de muros ou pontes ocorre por nossa conta e muitas vezes nos esforçamos para não desfrutarmos da paz, do bem, da serenidade pela antiga crença que precisamos da dor para depois sermos felizes. Somos seres energéticos e cabe a nós sintonizarmos com a frequências da esperança e amor universal.
Toda aquela dor, toda aquela preocupação sem solução aparente, um dia é limpada pela vida como resultado da dose interior de paciência. Essa é a cura verdadeira, divina. É quando continuamos praticando o amor apesar dos espinhos e um acontecimento totalmente inesperado parece chegar do céu, abraçando com luz toda a situação, trazendo aprendizado, mais fé e a restauração do ser. Cabe a nós mantermos a frequência, com nosso esforço pessoal no bem.
O silêncio pode ser o mais perturbador dos sons para uma alma sem rumo. Mas ouvir nossos barulhos interiores é transmutação, aceitação. Da porta para dentro, a cura passa a acontecer. A dor é acolhida, o desejo é lapidado. O que é de dentro é vida. O que está de fora é sobrevida. E a angústia maior está em viver aquilo que não é nossa essência e sim a superficialidade que maquia nossas cicatrizes.
Limpar, organizar, descartar. Essa faxina física provoca um alívio imediato em nossa mente, cada vez mais carregada de sensações, informações e sentimentos que não necessariamente nos pertence. O que você tem feito com o que tem absorvido pelas redes sociais, pela mídia, com a interação diária com os amigos? Você está direcionando todo esse tempo e toda atenção para seus sonhos? Todos nós temos o que melhorar nessa área, trazendo clareza e serenidade em nossa caminhada.
Aprendamos que algumas coisas, de fato, ficarão sem respostas. Mistérios? Talvez. Independentemente do nome que os catalogamos, muitas questões vão ser paralisadas, ou até mesmo solucionadas, sem respostas, sem a lógica que conhecemos. Acaso, obra do destino, do céu? Não sei. Só sei que algumas questões da vida ficarão sem respostas - e um dia compreenderemos que foi melhor assim. O silêncio do mundo e do céu pode ser uma prova de amor.
A chama está acesa. Aproveite. Fortaleça-a. Ela está dentro de você. Ela é a partícula de Deus que te aquece, se assim permitir. Não busque fora. Tudo que precisa está de maneira bela dentro de você. Está de modo perfeito em seu interior. Mesmo no meio de tanta imperfeição no mundo e em nós - ou justamente por ela -, estamos com as chaves para todas as portas. As que ainda não conseguimos abrir, não estão no momento de serem abertas.
Aquilo que não tem volta pode virar uma cicatriz ou um pássaro em nossa vida. Pode nos machucar eternamente ou pode romper a gaiola interior para ser curado pelo azul do céu. Dos fatos mais dolorosos contados pela nossa alma até as pessoas que partiram sem antes termos deixado de amá-las, todos compõem uma aquarela de energias para fortalecimento do nosso ser. E de maneira individual, ao seu tempo, tudo vai se tornar benção.
Aquilo que não traz recompensa imediata que será o eterno em nossa vida. O que realmente precisamos para solidificar nossos passos na caminhada eterna. Todo esforço é recompensado em algum momento, de alguma maneira. Nem sempre ao tempo e ao modo que gostaríamos, mas chegará no momento certo, como solução do desconhecido, preventiva e sublime. O bem que plantamos todos os dias são as mais importantes raízes da nossa árvore no jardim da eternidade.
Temos infinitos laços energéticos que precisam ser selecionados. Sentimentos menores que insistimos em alimentar nos conectam com questões do passado e com pessoas que nem mesmo estão presentes em nossa vida, mas que o pensamento nos leva até elas por algum motivo interior. Uma limpeza a nível de consciência é fundamental para deixar a nossa alma mais leve e conectada com o que realmente nos faz evoluir.
A paciência é um recurso que precisa ser reabastecido através do descanso. Nosso corpo e nossa mente possuem um limite, e a renovação de energia faz parte do processo de evolução, do compreender, do apreciar o caminho. Caso contrário, se tudo fosse de maneira automática e em grande volume, não faria sentido passar por algumas situações. E muitas vezes as vivemos novamente justamente por não ter parado para aprender com elas.
E se você decidir que nada mais vai te deixar triste? Que nunca mais vai ser refém dos sentimentos, se colocando na posição de aprendiz, com a visão do crescimento harmônico do ser? Essa decisão de ser diferente, numa manhã qualquer da vida, rompe a barreira das crenças limitantes e pode impactar positivamente a transformação integral da nossa existência. Não custa experimentar, não é mesmo?
Dedique alguns instantes do dia a apreciar o céu. Não no sentido de dualidade com o inferno, essa vertente histórica e religiosa. Mas sim no sentido de pertencimento ao universo, essa troca contínua de energia, de infinitude. Uma dimensão curativa está a nossa disposição, mas criamos sempre uma barreira com sentimentos de baixa vibração, dificultando a nossa conexão e evolução espiritual.
A nossa fé é maior do que qualquer religião. Ela tem ligação com o universo, com a criação, a origem, a energia de todas as coisas. Lembrar diariamente desse ponto de equilíbrio que precisamos manter é a chave para todos os acontecimentos que chamamos de problemas. Aceitação, compreensão, compaixão. De que tudo é transitório, mas também eterno. Um dia após o outro na escola eterna da vida.
Não importa quanto tempo faz, o que importa é que podemos voltar a fazer o bem. O convite é diário para renovar as nossas energias colocando em movimento esse desejo interior de transformação. Essa vontade que vem lá de dentro, de uma maneira tão pura e natural, é a mais poderosa para a cura completa do nosso ser diante das inevitáveis dores da existência.
A carga mental precisa ser suavizada como cura emocional. Quanto mais nos bombardeamos de informações, mais estaremos atarefando nossa mente. Logo, estaremos em constante trabalho. Inclusive isso é muito usado para esquecermos os problemas que não queremos lidar. Mas um dia teremos que percorrer todo esse caminho novamente. E de forma simples, como sempre deveria ter sido.
Somos mais autopunitivos do que possamos imaginar. Por mais que nos permitimos uma coisa ou outra, e isso fique lúcido em nossa mente, do exercício da autocompaixão, em instantes voltamos a nos medir com a régua do outro, com a régua da sociedade. Nos comparando com os grandes mestres, os grandes nomes que admiramos. E o caminho trilhado por eles é diferente do nosso. Vale o nosso esforço, a nossa renúncia, mas não a nossa comparação.
Talvez tudo seja realmente uma questão de foco. Porque quando estamos focados em nosso objetivo, e isso acontece quando queremos muito aquela vitória, nada mais supera nosso esforço para essa missão. Entretanto, diante de inúmeros estímulos materiais e visuais, facilmente nos perdemos em essência para viver a superficialidade do imediatismo. É uma forma de nos afastar da essência, pegando o caminho curto para lugar nenhum.
Se não há comparação, não há sofrimento. Porque na verdade sempre que algo nos deixa aflitos é por achar que outras pessoas já fizeram melhor do que a gente, e o pior: o que as pessoas vão achar pela maneira que lidamos com a situação e o tempo que demoramos para superar aquele obstáculo. Sempre chegaremos ao ego ferido ou querendo ser reconhecido, como se estivéssemos em constante avaliação. Sair dessa cadeia de peso emocional vai trazer mais efetividade em nossas conquistas.
O sofrimento ainda é uma condição necessária para o nosso espírito. A escala evolutiva que nos encontramos depende do aprendizado através do sentimento de culpa, perda, de dor, seja ela física, mental ou emocional. O que precisamos é nos enxergar mais como espíritos e encarar os desafios como aprendizado, com cada vez menos materialismo. Muitas das nossas atuais questões aflitivas deixarão de existir.
O dia de hoje tem uma mensagem particular para você. Claro que as semanas, os meses, os anos nos trazem grandes perguntas e respostas mais poderosas, mas o hoje não pode passar despercebido. No silêncio de um suspiro esperando para atravessar uma esquina, no pensar profundo quando se abre a janela… em todos esses momentos uma mensagem vem ao nosso coração. Um toque de fé, de serenidade, um sopro para seguirmos a nossa caminhada, com a disciplina e a sabedoria dos nossos passos.
O novo não vai chegar se não existir espaço em nossa vida. Limpeza de pensamentos e sentimentos é fundamental para que a sintonia do que desejamos seja realmente capaz de se conectar. Precisamos selecionar informações e o nosso tempo, renovando as memórias prejudiciais com sabedoria e a maturidade do que está chegando. O caminho é do desapego e da gratidão, pelo que passou, está passando, vai chegar e, também, passar.
Sem os momentos difíceis, os sonhos seriam impossíveis. Pois é através desse terremoto que a vida por vezes nos provoca que conseguimos ousar, nos movimentar, nos organizar, para alcançar o objetivo. O medo e a culpa ficam para trás, e o novo acontece de maneira esplêndida em nossa caminhada. As barreiras emocionais e sentimentais se tornam obstáculos menores e abrem espaço para a chegada do que realmente importa. Que, entre outros benefícios, chega como cura.
A sintonia dos nossos pensamentos é o termômetro mais real do nosso ser. Ela não mente. Atraí e repele o que estamos realmente vibrando. Por ela, temos condições de saber o que precisamos melhorar em nossa vida. Porque mesmo diante de situações extremamente desafiadoras, ainda assim temos condições de pensar diferente, pelo ângulo bom, as situações que estão sugando a nossa energia vital. Em qualquer cenário, sempre existirá o lado do aprendizado e da cura.
Os maiores aprendizados da vida ocorrem no desassossego da alma. É quando realmente a vida se torna uma passageira daqueles caças militares, em que não se sabe mais o que é céu ou chão. Nos cabe recobrir a serenidade através da fé, através dos nossos sonhos, através do amor, e seguir na sintonia no propósito maior. Que é a missão do bem, do melhoramento interior e a nossa contribuição para a evolução da humanidade.
A semente que cultivamos com amor continua crescendo, mesmo no pior dos cenários. Pode não aparentar, mas ela cresce, se fortifica na ação do tempo e na disciplina dos dias. Aliás, ela só vai crescer de maneira sustentável com as tempestades indesejadas, as surpresas que a nossa alma encontra no corpo transitório. As razões nem sempre vão ser claras e se apresentarem quando desejamos. Perder tempo tentando entender é adiar a vitória que é baseada na aceitação e no foco.
A oscilação da fé é natural igual a vida, mas a disciplina continuará sendo o tempo, que cumpre seu papel mais do que no relógio. Um tic-tac da alma que sente a necessidade de continuar. Muitas vezes com um sofrimento profundo, mas que continua como forma de libertação e cura. Porque encontramos tantas coisas boas no caminho que, quando menos esperamos, estamos mais próximos dos nossos verdadeiros sonhos.
Tudo se conecta de uma maneira divina. Até mesmo aquele período que parece ser apenas de dor e sofrimento se trata de um trecho fundamental de despertar para outras questões da vida. Reajustar o caminho rumo aos nossos sonhos. Não se engane: de fato estamos sendo preparados para viver nossos sonhos a cada instante. O caminho terá inúmeros desafios, mas sem eles não viveremos de maneira integral, de corpo, mente e espírito.
Em algum momento precisamos surpreender a nossa própria vida com grandes decisões, passos firmes na construção do nosso sonho. Quase nada é impossível para quem realmente deseja e se move em busca do que faz parte da sua missão na terra. É normal termos desejos materialistas, mas será através dos imateriais que verdadeiramente iremos alcançar a felicidade plena. E ela exige a força interior da vontade, das escolhas e da fé. A própria disciplina dos dias talvez seja a maior de todas as decisões por nossos sonhos.
Estamos aprendendo em qualquer situação da vida, mas nem tudo é oportunidade. O nosso poder de seleção que vai dizer exatamente o potencial de conquista, de sucesso com nossos sonhos. Das várias chances que a vida nos dá, uma delas deve ser garimpada com a essência da nossa alma, independente do tempo que possa demorar. A verdadeira conquista está na solidez e não em fórmulas, no tempo do outro. Nos cabe foco e personalidade.
Um passo adiante e tudo já é diferente. Infinitos fatores podem querer nos segurar, mas a decisão de dar um passo adiante sempre será nossa e baseada na nossa vontade. Independente das circunstâncias, mesmo assim estará baseada em nossa vontade de querer continuar. Cada dia que escolhemos pela disciplina, de colocar que seja um tijolo na grande construção da nossa vida, será um dia de alegria para alma.
Se quisermos, temos mais motivos para continuar do que desistir. O que muitas vezes acontece é que temos o vício do pensamento negativo. E gastamos tanto mentalmente para colocar empecilhos no cultivo da nossa felicidade, que quando resolvemos fazer o que nos cabe, nos falta força. Portanto, tudo depende não só da vontade, mas do direcionamento da força, com disciplina e amor.
As soluções nem sempre aparecem no momento que desejamos justamente por ainda não ser o momento. O desafio de questões que não encontramos saída nos permite acessar energias paradas em nós mesmos. Movimentar algo que vem realmente da alma e passa a fazer parte da nossa existência. É um período de despertar profundo, quando não se tem nada a perder. Ou seja, uma energia que não seria movimentada se não passássemos justamente por esse momento difícil.
O mais importante em momentos difíceis da vida é a disciplina. Pois nem sempre teremos a mesma fé, o mesmo amor, a mesma alegria. É natural. Podemos ficar mais endurecidos, tristes e com os sonhos apagados. Mas é justamente através do exercício da disciplina nos dias mais desafiadores que a nossa missão de vida irá se desenhar no horizonte, seja no campo pessoal ou profissional. E os nossos sonhos vão voltar a fazer a nossa alma vibrar.
Ainda que nossos problemas possam ser considerados sem solução, mesmo assim a vida espera a nossa vontade de tentar. Quando movimentamos essa energia, uma visão diferente da situação se mostra e tudo se encaixa, de alguma forma se encaixa. Enquanto não tentarmos de uma outra maneira, para encontrar um resultado diferente, a vida vai responder nessa mesma sintonia, de desânimo e tristeza.
Todos nós temos o poder transformador da mudança. Por mais difícil que sejam as condições, ainda assim temos a capacidade de tentar de uma outra maneira, dia após dia. Enquanto ficarmos no comodismo com medo de errar, sofreremos ainda mais. Estar aberto a olhar de maneira diferente o mesmo problema pode suavizar gigantescas cargas energéticas que travam a nossa caminhada com bem-estar pelo mundo.
Quando o tempo não se encarregou de levar as mágoas do nosso coração é porque elas não precisam de tempo. Elas precisam da nossa atitude. Do nosso despertar interior. De retomada. Isso porque ao invés de decidir sobre aquela situação, aquela pessoa, nós simplesmente as guardamos em um local que acreditamos que não seremos capazes de encontrar. Mas de tempos em tempos aquela sombra nos visita, novamente nos convidando para limpar nossos sentimentos de baixa vibração, movimentando as energias do bem, ressignificando a nossa vida.
Quando realmente cuidamos do foco da nossa vida, muitas questões pendentes passam a ser resolvidas rapidamente. Por uma decisão ou outra que abala nosso emocional, adiamos assuntos fundamentais para o nosso bem-estar. E em alguns momentos temos medo de sermos felizes. Por isso adiamos até aquilo que virá em nosso benefício, encontrando no comodismo uma espécie de 'dor confortável'. Encontre esses pontos-chaves e em poucos dias um novo horizonte passa a surgir na estrada da vida.
Na maioria dos casos de falta de sucesso na conquista dos nossos sonhos está a falta de empenho. Talvez exista vontade genuína, mas falta o se entregar, a disciplina, o cumprimento de um cronograma diário para que pequenas vitórias sejam até comemoradas, saboreando as inúmeras partes de um verdadeiro sonho. E o sucesso que digo não é para a mídia, para as redes sociais, é para atender nossa vontade interior de aprendizado e superação. Sem perda de tempo.
Fazer diferente é um jeito genial de existir de novo. A reconquista desse sentimento de pertencimento ao mundo e aos sonhos interiores nos exige mudança de pensamentos e atitudes. Muitas vezes insistimos no erro, e passamos até mesmo décadas sem tomar a decisão que é preciso ser tomada. E esse comodismo para não sentir dor nos causa ainda mais sofrimento. As indecisões talvez sejam o maior dos espinhos que carregamos.
O que é uma pétala, uma somente, ali, perecível? Ela é a vida que compõe, enfeita, existe e esvai. É a demonstração sobre o instante que somos e que independente das circunstâncias precisamos dar o nosso melhor, apresentar o que realmente somos em essência. Porque não há ensaios no palco da vida. Nem sempre teremos a melhor apresentação e um grande público. Mas não é disso que se trata: o desafio é continuar pela nossa iluminação. (Daniel Polcaro)
Quem se entrega para uma causa maior da existência, tem mente e espírito tão focados que é possível lidar com serenidade diante de qualquer desafio. Quando focamos em algo perecível e material, estamos criando necessidades de vitórias que não dependem unicamente de nós. E isso é passível de profundos períodos de sofrimento, principalmente quando tentamos competir nossa vida com a dos outros, pela régua de sucesso da sociedade.
Eu acredito que a coisa mais importante é ter pelo menos um sonho. Porque sonhos fazem a gente levantar todos os dias, pois as pequenas vitórias na construção desse objetivo também são saborosas. Não deixar morrer nossos sonhos é o que nos cabe com muita responsabilidade. Como se estivéssemos cuidando de um bebê. Alguém tão indefeso, mas que possui a pureza dos bons sentimentos de Deus, renovando nossas esperanças.
A firmeza dos nossos passos é determinante. Não importa o cenário. A vontade de aprender com o momento e seguir adiante muda tudo. E é justamente em períodos de extrema incerteza, a exemplo desse que o mundo passa, que pessoas que tanto admiramos conseguiram realizar seus sonhos e missões. Elas nunca deixaram de acreditar e fazer o papel de cada uma delas. O que com certeza todas têm em comum, e que precisamos adotar de uma vez por todas, é a disciplina.
As sensações não devem ser evitadas. Não podemos é nos tornar reféns delas. Estamos em uma experiência corporal, mas com o desafio de resgatar a essência imaterial, do espírito. É justamente nas limitações físicas que encontramos o que o espírito pode mais aprender, progredir de maneira rápida diante da caminhada infinita. Portanto, nos cabe ser não mais do que humanos, resgatando nossa ligação com Deus, que está adormecida dentro de nós.
Até o talento vem da disciplina, uma força interior que movimentamos para a realização das coisas. E nem sempre damos a atenção devida para o projeto dos nossos sonhos. Perdemos muito tempo lamentando, nos acomodando em uma folga e outra. O tempo necessário de descanso acaba se tornando comodismo. E o que de tão precioso queremos se torna uma ilusão por falta de empenho e organização. Que nossos sonhos sejam, sempre em sua essência, imateriais, ligados à nossa missão na eternidade.
A melhor forma de encontrar a nossa essência é nos esforçarmos diariamente pela serenidade. Parar 5 minutos, no meio da tarde, e apenas observar. Sem julgar, sem impulsionar qualquer pensamento. Deixe passar, como alguém que senta a beira do rio e olha a água seguindo seu caminho. A grande parte do nosso sofrimento é por questões que não podemos controlar. Portanto, depende da nossa serenidade no modo de agir diante delas.
As sensações não devem ser evitadas. Não podemos é nos tornar reféns delas. Sem a lucidez sobre os sentimentos, nos tornamos tão dependentes deles que acabamos esquecendo a essência, o que verdadeiramente nos toca e é importante para toda transformação que desejamos. Antes de sermos um corpo, que pede essas sensações, somos um espírito em busca de iluminação, algo totalmente imaterial, sem apego, sempre na sutileza dos passos na caminhada do tempo.
Um pouco de tudo sempre acaba nos afetando. Somos uma antena, que não só recebe infinitas vibrações todos os dias, como também emitimos infinitas vibrações. Podemos nos proteger, cuidar melhor da nossa saúde mental, emocional e espiritual fazendo escolhas edificantes do que vemos, do que lemos, do que escolhemos ouvir e falar. Buscar esse equilíbrio é fundamental para nossa evolução e bem-estar.
Quando não se tem escolha é a escolha mais difícil. Uma necessidade interior de permanecer, um convite de estar no instante, para aprendizado da alma, controle de ansiedade e tantas outras coisas mais. Grande parte da população mundial passa por algo parecido neste instante, uma oportunidade de encher o eu de serenidade para seguir a caminhada com mais bem-estar.
Um passo adiante, e tudo já é diferente. A grande questão é que nos protegemos tanto dos sofrimentos, que não damos esse próximo passo. Eu sempre me pergunto: se já está tão ruim, por que não tentar de uma maneira diferente? A fé pró-ativa, que exerce a força dos próprios passos, é a que nos conecta com o grupo de espíritos que nos auxiliam em nossa missão aqui na terra. Eles estão sempre querendo nos ajudar, mas nem sempre estamos nos ajudando.
Quando tudo parece estar dando certo, mesmo assim busque serenar a mente e visualizar o aprendizado daquele momento, pois todo acontecimento traz uma lição importante para o nosso coração, tanto na dor quanto no amor. E essa atitude de buscar a lucidez dos fatos nos permite encontrar o equilíbrio entre a euforia e a autopunição.
O hoje é sempre o mais importante, mas talvez o hoje seja de espera, de descanso, o que não quer dizer moleza, preguiça. Quer dizer raciocínio, estudo, aprendizado. Gastamos muita força para apenas dizer que saímos do lugar, mas de fato não sabemos sequer o mais importante: onde queremos chegar. Programe-se, sinta o que realmente deseja, estabeleça metas e cronogramas com seu tempo, sem competição externa.
A firmeza dos nossos pensamentos é determinante para a produtividade na formação dos nossos dias. Não somos máquinas e é ilusório pensarmos que estaremos 100% todos os dias. Mas a certeza dos passos rumo aos nossos sonhos é o termômetro de suas próprias realizações, além de ser o controle mais efetivo de que o nosso espírito está em evolução. A palavra-chave talvez seja a mais poderosa. Sabe qual é? Vontade.
Toda decisão implica em perdas, e tantos outros ganhos. O pior mesmo é não decidir, porque a longo prazo estamos nos deixando levar pelos acontecimentos, o que mina os nossos sonhos e causa sofrimento pela falta do sentir da alma, esse vibrar interior que verdadeiramente é o fluído da vida. A calma e a serenidade devem permear sempre as decisões. Quanto mais decidirmos, mais leve será a caminhada.
Deixar fluir não é sentar e esperar algum acontecimento abrir aquela porta que tanto desejamos. É se esforçar para que através das nossas atitudes, aquela porta se abra de maneira natural e não baseada na insistência, na força. Porque todas as conquistas realmente verdadeiras e duradouras possuem esse sentimento de serenidade e maturidade, uma forma sábia de colher e distribuir os nossos sonhos.
As definições que nossa crença arraigada nos contam causa dor e frustração. Um sofrimento que ocorre muitas vezes para atender um tempo que não é nosso. Por isso, a renovação dessas verdades que se solidificaram em nossa coração precisa ser constante. Quanto menos nos comparar e compreender que não há competição, apenas florescer interior, mais seremos felizes na mais pura dessa condição.
Redefinir sonhos não é derrota. É mais que inteligência. É sabedoria de compreender que as mudanças do mundo que nos ajudam a evoluir interiormente. E que aquele sonho, do formato anterior, pode ser melhor agora, sempre nos convidando a viver os dias com mais serenidade, condição imprescindível para sentirmos o sabor da vida, que tudo tem o seu tempo e que o apego apenas nos afasta do que realmente amamos e desejamos.
Aos poucos vamos nos desintoxicando das palavras, das atitudes, das nossas próprias artimanhas para tirar algum proveito dos dias. Cortar caminho sempre atrasa nossa trajetória evolutiva. Mas essa consciência, quando chega, dá a impressão de ser tarde demais. Sentimos o frio na espinha de que deveríamos ter exercido isso há mais tempo. Mas tudo bem, a maturidade chega assim mesmo. Se perdoe e viva esse melhor de você que acabou de descobrir.
Em algum momento antes do despertar integral do nosso ser, viveremos uma parte da existência sem encontrar um sentido para o próximo passo. É algo normal, período em que não conseguimos visualizar a nossa capacidade de transpor o obstáculo. Mas com certeza aquele momento não é o fim, e sim o recomeço, dependo sempre da maneira que escolhermos exercer a fé dos dias. Nossos sonhos dependem dela.
O carinho com nossos sonhos é fundamental para o desenvolvimento deles. Digo carinho no sentido de cumprir diariamente a etapa necessária de cada um deles com coração aberto, fluindo, naturalmente. Tudo que a gente ama não é trabalho: é uma extensão da luz do nosso próprio ser, iluminando nossos passos, fortalecendo essa sintonia com a Espiritualidade Maior através da nossa missão.
Pode parecer que não, mas teremos tempo para realizar tudo o que a gente imagina, desde que seja para o nosso bem e para a nossa evolução. A ansiedade, especialmente nessa época, das coisas não saírem no tempo que desejamos, da maneira que desejamos, só atrapalha o nosso bem-estar e a fluidez dos acontecimentos. Busque aceitar esse momento de transição como verdadeiro professor da alma.
O que o seu período de quarentena te ensinou? O que está colocando em prática do que os cômodos, a convivência — que seja com você mesmo — te ensinaram? Muitos estudiosos da mente dizem que a nossa casa é reflexo da nossa saúde mental. Confusão, disciplina, organização, poucos ou muitos itens, novos, velhos, necessários, desnecessários. O controle e lucidez dessa balança pode melhorar a nossa vida, e muito.
O tempo de espera de cada um de nós é diferente. Não se compare com o relógio da vida do outro. Os desafios e as condições são diferentes. E a luta será sempre interior. Esse trabalho é recompensador quando solidificamos a consciência que o sofrimento reside no externo, em condicionar a felicidade nossa ao que não controlamos. Façamos a nossa parte, e saibamos aceitar o tempo da maturidade se florir.
Muitas vezes acreditamos que os acontecimentos difíceis estão de alguma maneira atrasando a nossa vida. Mas eles são do tamanho prefeito para nos tornar quem precisamos ser, alcançando o essencial da alma. Assim como o foco e a firmeza dos passos, também é igualmente necessários o descanso e a reflexão. Assim, a maturidade brota como uma plantação divina na beira da estrada.
Tudo irradia. E a questão é o que estamos irradiando em um momento tão desafiador a nível físico, mental e espiritual. Por maior que seja as dificuldades, precisamos nos movimentar em busca de pequenas conquistas. Que seja uma gaveta limpa, organizada, a doação do que não usamos mais e a eliminação do lar do que precisa ser reciclado. A todo instante há sempre a possibilidade de colocar em atividade as boas energias de cura e transformação.
Um pouco de esperança deve estar sempre reservada através do tempo. De 5 minutos em silêncio, no canto do quarto, no banheiro, no jardim. Quando realmente nos renunciamos ao vício do celular, aos fones de ouvido, ao fluxo contínuo de pensamento, a maioria tormentosos. Naquele instante que deixamos claro para Deus que estamos inteiramente com Ele, que na verdade é parte de nós, acendemos a partícula divina em nosso interior, e a brisa da esperança vem nos renovar.
A oportunidade de recomeçar é diária, mas em alguns instantes essas oportunidades estão tão claras que não temos como escapar delas. As mudanças provocadas em várias áreas pela pandemia tem nos provocado um momento desses, de que precisamos reorganizar questões profundas da nossa alma. Muitas delas adiadas por receio nosso de perder. Agora, a vida nos dá a oportunidade de tentar sem a culpa de arriscar.
Mesmo que não seja perceptível, a renovação está em curso em nossa vida de uma maneira divina. Até mesmo a nossa negação de uma questão que exige uma atitude faz parte desse processo de evolução. Estar consciente disso é a chave para que encontremos menos dor e mais alegria na caminhada. Porque o que sempre vamos chamar de problema, na verdade é um desafio de cura que o nosso próprio espírito necessita.
Quanto maior a nossa maturidade, menos a necessidade de querer que o tempo nos entregue respostas e desejos atendidos antes da hora. A vida segue sua condição natural, e quando tentamos romper ela, inevitavelmente sofremos. Por isso, a importância não só da aceitação em nosso coração, mas também da paciência e serenidade em nome do nosso bem-estar. Uma sintonia divina, um entendimento de alma.
Muitos que se permitiram abrir o coração durante esses primeiros meses de isolamento social, conseguiram descobrir que possuem mais do que o suficiente. Reabrir gavetas, reencontrar aquilo que ainda nos serve de ferramenta para a vida e não precisamos de um novo, do ano. Essa redescoberta pode parecer superficial, mas possui a essência transformadora para se vive em um mundo que o consumismo desenfreado pode ter ficado para trás.
Nem sempre usamos a sabedoria para tomar as melhores decisões. A nossa experiência de vida pode ser confundida diante do turbilhão de emoções, principalmente em períodos como esse, de extrema incerteza. E quando o pior passa, e encontramos um pouco de lucidez, fica a sensação que poderíamos ter usado aquele conhecimento que menosprezamos em nós mesmos. Sempre é possível agir diferente a cada novo dia, com os passos que já trilhamos ontem.
A vida é feita de mais desencontros do que propriamente encontros, mas a essência do que realmente precisamos passar só é atingida por essa aparente desordem. Tudo tem um pouco do que nossa alma veio plantar e colher na Terra. Nem sempre vai fazer sentido, mas sempre será possível caminhar com amor, alimentando os sonhos imateriais, com uma certeza de que ninguém irá fazer a nossa história senão nós mesmos.
O descanso é aflitivo para as almas autopunitivas. Eu digo isso por mim. Tomei essa consciência tem pouco tempo e tenho buscado melhorar, reservando um instante do dia para deixar perder o olhar no horizonte, sem compromisso produtivo. Uma boa noite de sono, um desafogar da mente com humor, bom papo, leitura edificante… tudo isso é mais do que necessário: é transformador.
Toda vez que colocamos ódio, raiva, ou qualquer outra energia negativa nas palavras, nas ações, estamos contaminando nossos passos. É humano termos esses sentimentos, mas muitas vezes descontar eles nas outras pessoas ou em nossos sonhos pode provocar camadas energéticas danosas. Por isso, pela nossa eterna leveza, a prece, a renovação de atitudes e pensamentos. A lucidez em nossa conduta baseada no perdão e no amor.
É natural que a fé oscile em sua vibração. Nem sempre temos a conexão ideal nessa corrente de luz que conecta Deus com todos nós. Mas ao reconhecer esse momento de dúvidas, quando a fraqueza parece ter tomado conta, daí encontramos a lucidez de respirar conscientemente, diminuindo o fluxo de pensamentos. E alcançamos novamente o caminho da vibração divina.
As inevitáveis consequências da pandemia para a nossa vida não podem nos provocar a perda de foco. Nossos objetivos, mesmo que limitados a nível material, necessitam do nosso empenho diário, mesmo que mais na teoria do que na prática. Leia, estude, escreva sobre seus sonhos. Esse é um momento perfeito para ser aproveitado e fundamental para quem souber aproveitar.
A vida ganha sentido todos os dias. Com os sonhos menores, que fazem parte dos sonhos maiores. Por mais distante que o sonho possa ter se tornando diante das circunstâncias do momento, podemos viver esses pequenos sonhos diários, e conquista-los com a aceitação. As sementes exigem tempo, condições do solo, mas principalmente de cultivo, de dedicação e de vontade.
A autoassabotagem é um mecanismo destrutivo e de maneira alguma pode ser considerado desafiador para a alma. Somos amor, pulsando amor e essa deve ser a sintonia com nosso ser em aprendizado. Que precisa ter meta, e não punição. Vamos errar, e as falhas são necessárias para o processo de aprimoramento humano, para sempre humano.
Muitas vezes não basta fechar a porta. É preciso descansar mesmo. Sair do lugar que se está, mesmo que em pensamento. Através de uma leitura edificante, um filme que realmente tem potencial para nos tocar no sentido transformador. O refazimento do ser exige mudanças conscientes da rotina.
A maneira que lidamos com o problema diz tudo sobre a maneira que o problema vai impactar a nossa vida. Porque problemas sempre vão existir: uns vão chamar de desafio, outros vão chamar de maldição. Portanto, a definição que damos a qualquer obstáculo é o que vai determinar o que aquele acontecimento vai provocar em nossa vida.
O nosso ser passa por períodos de grandes transformações e esse momento de pandemia é, com certeza, um dos maiores deles. Manter a serenidade é um grande passo para o desequilíbrio não tomar conta e perdermos forças para nossos sonhos, que devem continuar sendo alimentados, planejados. A dificuldade não é desistência. É um convite para reajuste, aprimoramento, refazimento.
A mansidão da alma é conquistada nossos passos da serenidade consciente. Muitas vezes desejamos profundamente a conquista da paz, mas não temos a consciência que, para a manutenção dela em nossa vida, precisamos de limpeza interior, renovação de pensamentos e atitudes. Mais do que conquista, é manter a vibração da conquista. A nossa sintonia determina tudo, absolutamente tudo.
A tal história de se agarrar a pedra e deixar de seguir o caminho é uma das tendências que diariamente precisamos combater. Perdemos energia preciosa com questões tão banais que acabamos perdendo fôlego para superar o que realmente exige a nossa perseverança diária. Por isso o foco é um grande propulsor das nossas conquistas, fazendo sempre o que nos cabe da melhor maneira possível.
A percepção dos detalhes da vida, dos dias, das horas é um grande remédio da essência da alma. Passamos a entender a riqueza das pequenas conquistas, a maioria imateriais. Nesses meses de isolamento, a nossa alma nos convida justamente a isso: observar o que a correria de antes não permitia. Agora tudo está mais claro e, pelo menos, podemos escolher.
O tempo é um tipo diferente de professor em determinados períodos. Às vezes, mais duro diante do seu cumprimento metódico das horas do dia. Em outros momentos, a cura que chega em instantes de extrema aflição. O que nos cabe é aprender com ele, usá-lo de maneira sábia, sem brigar, sem confronto, apenas exercendo o nosso amor, compreensão e paciência diante dos obstáculos.
Quando nos faltam palavras diante dos desafios da vida, o convite para o silêncio é mais do que claro. É necessário. Não só para a reflexão do próximo passo, mas principalmente para o refazimento interior, em busca da força que muitas vezes perdemos momentaneamente. O peso dos acontecimentos da vida não precisa ser carregados em nossos ombros. Precisamos os aceitar e acolher com amor, compreensão e fé.
A chegada da verdade tem um poder transformador em nossa vida. Muitas vezes negamos, adiamos essa aceitação dos acontecimentos com medo de sofrer mais do que o nosso comodismo. Mas a verdade é como uma injeção: vai doer, mas é necessária, cedo ou tarde. Ninguém está imune a sofrimento, mas todos tem a opção de seguir em frente usando aquele aprendizado para crescer.
As vezes continuamos em um erro por comodismo, por acreditar que aquilo é algo menor. Mas, precisamos reconhecer, que ainda assim se trata de um erro consciente. E erros conscientes em determinado momento vai pesar de uma maneira desagradável em nossa existência, trazendo sofrimento e o desejo de ter agido diferente desde que ficou claro que se tratava de um erro.
Estamos cercados dos mais diferentes sentimentos e, por algum motivo particular da nossa alma, nos conectamos de maneira mais doentia com baixas energias. Talvez por medo mesmo, receio, culpa, falta de amor próprio. A aceitação de quem somos, onde estamos e que precisamos de força para superar os desafios é absolutamente transformador para nosso corpo, mente e espírito.
A incompreensão em nossos corações não deve ser encarada como uma estranha perfeita. É um sentimento comum para esse tempo de reconstrução do nosso ser, reconstrução do mundo. Precisamos aceitar os fatos e como eles nos traz lucidez diante das atitudes a serem tomadas nos mais diferentes campos da nossa vida. Cada dia é uma busca para uma nova resposta, e isso é maravilhoso.
É difícil visualizar isso que eu vou dizer, mas gostaria que fizesse esse esforço: a paz emana de nós mesmos. Nada duradouro vem de fora para dentro. Primeiro precisamos nos sintonizar com aquela energia externa, que pode nos alimentar, mas inicialmente precisamos alimentar aquilo em nós, desejar, irradiar. Portanto, tudo que está desejando, inicialmente precisa começar em você.
Quando a vida nos traz os mais difíceis obstáculos é porque foi chegada a hora. Nada veio antes do que o nosso espírito precisava. Mesmo diante do caos existe uma sintonia de cura. Às vezes vamos fraquejar, mas a decisão de enfrentar, de seguir em frente com amor é maior. Basta querer se despertar para que a Espiritualidade possa auxiliar nossos passos.
Todas as vezes que deixamos de tomar decisões diante de um pensamento, ele cria vida em nós. Que seja uma singela oração de acolhimento, enviando o pensamento negativo para a luz. Isso faz toda a diferença para a leveza do nosso ser, diariamente acometido pela ansiedade e, consequentemente, a sobrecarga mental, emocional e espiritual.
O horizonte é a esperança daquilo que ainda não podemos alcançar, pois não chegou a hora ou talvez ainda não estamos preparados. A alegria de cada sonho precisa ser vivida pelas etapas diárias cumpridas com amor. Dessa maneira, a conquista será realmente sólida, duradoura como nossa própria caminhada, de sonho a sonho.
A dúvida é o primeiro degrau para o conhecimento. Precisamos dela para evoluir em todos os meios, inclusive no campo da fé, questionando com o coração aberto para encontrarmos as respostas que nos levarão a Deus. Uma conexão única, que não passa por religiões. Esse caminho, como todos os outros, ninguém vai percorrer por nós.
Sofremos muito pelo curso dos dias nem sempre, ou quase sempre, não seguir o que desejamos. O planejamento da vida é essencial, mas os contratempos são necessários como aprendizado, fortalecimento interior para alcance não só de conhecimento, mas de autonomia espiritual. E as incertezas da vida nós convida ainda mais para a certeza e amor que precisamos imprimir em nossos passos a todos os instantes.
O passado está em um local onde ninguém mais pode morar. A ligação energética com essas questões mal resolvidas nos tira a real possibilidade de melhora e transformação, que é através do agora. A prática de desapego do tempo não representa o esquecimento das origens, e sim foco na aula atual, aqui na Terra, com essas pessoas e esses obstáculos. Passado e futuro se conectam através do hoje, sempre através do hoje.
O que parece aleatório, sem sentido naquele momento, carrega uma ligação com nosso cronograma kármico. As raízes do nosso espírito necessita passar por diferentes questões, justamente imprevisíveis, para que tenha condições de mudar de pensamentos e atitudes e a cura integral do ser, de fato, acontecer. Estar atento a todo instante, buscando encontrar um aprendizado, é o que a Espiritualidade espera de nós.
A passagem dos dias é uma arte. Um pouco de aprendizado, de renúncia, de dor, de sofrimento, de sabedoria, de vivência. A experiência que é transformadora, embora o conhecimento seja fundamental e nos poupe de muitas situações. E ter gratidão por todos esses momentos é um gesto divino, de que tudo que passamos tem uma ligação mágica com o caminho e os passos que precisamos trilhar.
Qualquer processo, seja ele de cura, de transformação, de conquista de um sonho, pessoal, material ou imaterial, precisa partir primeiro do seu interior. Pode se ter todas as outras ferramentas para executar o sonho, mas se não tiver realmente vontade e crença, uma certeza interior, o querer, nada vai acontecer. O simples desejar e se colocar sempre como vítima de todo um processo apenas vai te fazer perder uma energia preciosa.
A caridade pode e deve ser exercida de várias formas, não somente através da doação material. O mais representativo é o amor que dedicamos através do tempo a uma ação que vai auxiliar alguém e agregar para o desenvolvimento da humanidade. São dessas pequenas ações que nascem profundamente as raízes da nossa cura para as mais diversas dores. A cura é até simples, só exige fé, caminhada, renúncia, paciência, espiritualidade e serenidade.
Quem você vai incentivar hoje? Enviar uma mensagem de luz, doar 5 minutos do seu tempo, mesmo à distância? Quanto tempo do seu dia você reserva para praticar um bem que te conecta realmente com a energia divina? Quanto mais imprimirmos o amor mais puro a cada passo, mais o bem-estar divino se consolida em nosso coração.
Todo esforço produtivo é válido para se cumprir o básico da rotina pela sobrevivência, entretanto o que ficará eternizado sempre nos acontece pelo descompasso do relógio e a firmeza do ser em viver os dias. Sabendo captar, selecionar, lapidar… Durante todo o calendário é possível imprimir o autêntico do nosso ser na construção dos nossos sonhos.
A normalidade da vida não nos ensina como tempos iguais a esse nos ensina, em que novas atitudes da nossa parte são indispensáveis. Em muitos momentos da vida não tomamos decisões, esperando tudo passar. E tudo bem. Mas a pandemia vai transformar de maneira profunda o modo de vida e as relações humanas. É um convite para o despertar, para exercer a compreensão e amor incondicional.
A esperança é o maior de todos os remédios. Ela nos faz caminhar de uma maneira única, fortalecendo a integridade do nosso ser. E a esperança vem da alimentação diária dos nossos sonhos. Quanto mais imaterial o sonho, mais ele nos conecta com Deus. Por mais que a conquista de algo material esteja no caminho da esperança, busque encontrar um sentido imaterial através dele em sua caminhada. Isso faz toda diferença para sua evolução.
A disciplina move mais do que montanhas. Ela constrói várias. O convite aqui não é sermos máquinas. É sermos justamente humanos em busca de nos tornarmos mais humanos através do infinito conhecimento pessoal e espiritual que diariamente possuímos. Uma boa leitura todos os dias, uma boa reflexão, uma boa conversa, o trabalho voluntário. Tudo isso são raios de profunda luz, lá do alto, em nosso caminho e em nosso ser.
O tempo por si só não é nada. O tempo com nosso trabalho, com nosso plantio diário é simplesmente tudo, pois ele será o mestre da nossa colheita, na distribuição do produto de todas as nossas sementes. Ele sempre será um aliado de quem escolheu fazer, independente das dificuldades. Pois um dia, nossa alma vai despertar de tal maneira que vamos ter desejado ter começado mais cedo, bem mais cedo.
A nossa capacidade de nos comover com belas histórias em meio a tantas notícias trágicas é um chamamento para compartilharmos mais esperança. Precisamos sim que estar cientes e pró-ativos com todos os acontecimentos, mas no cabe também alimentar a esperança, lembrar que sempre existem boas histórias acontecendo e como podemos fazer parte de várias delas, para o nosso crescimento e crescimento da humanidade.
Em muitas ocasiões seguimos em frente mesmo sabendo que aquele não é o caminho. Buscamos enganar a nós mesmos, tentando, quem sabe, um presente do tempo, um presente de Deus. Mas não funciona dessa maneira. O brotar, que nada mais é que o merecimento, exige que tenhamos plantado, e cultivado ao longo do tempo. Cortar caminhos em busca de rápidos resultados é trazer ainda mais sofrimento para nossa alma.
Nós mesmos oprimimos a nossa alma por cobrança de sentimentos que muitas vezes fogem da realidade. Precisamos nos centrar através da lucidez da serenidade para passar esses momentos de menos luz. Nos cabe não somente prece, mas também renovação de pensamentos, com leitura edificante e também auxílio ao próximo. Durante a pandemia, uma palavra amiga, um abraço virtual a quem precisa.
A maior benção proporcionada pela serenidade está em conseguir viver o agora em sua completude. Tentamos tanto adiantar o futuro, buscando evitar conflitos, vivermos através de pensamentos em coisas que gostaríamos de ter, que esquecemos o poder mágico do agora. Que é onde tudo acontece, e onde devemos plantar com sabedoria as sementes da alma. Sem esse trabalho, não existe o futuro que desejamos.
A inspiração tem seu sopro externo mediante a cronologia da vibração interior. Camadas se formam com o pensar e o sentir, como resultado do todo do tempo. Um pertencimento que se enlaça com a obra de seres — em todas as dimensões — interligados por alguma missão. Por isso, somos nós que atraímos ou repelimos, em função da nossa vibração, as companhias encarnadas e desencarnadas.
As ilusões que criamos para a nossa vida é uma fuga do agora. E estar presente em qualquer lugar, menos no agora, nos traz sofrimento. O poder de estar presente é o único capaz de transformar de fato nossa existência para melhor, o mais rápido possível. O poder de mudar o futuro, e nos curar do passado, está em um só tempo: no agora, nas nossas mãos.
A maneira que lidamos com os problemas é mais importante do que a própria questão. Pois esse e outros tantos obstáculos vão aparecer em nossa vida continuamente em forma de aprendizado, que é um convite para encararmos tudo com serenidade e, principalmente sabedoria, exercendo a nossa maturidade. E se enxergarmos os obstáculos como cura, e não dores, a nossa vida passa a ser completamente diferente, e divina.
Algumas situações se repetem em nossa vida pois não soubemos tirar o melhor proveito delas anteriormente. E quando elas voltam a acontecer, a nossa mente, mais lúcida, diz para si mesma: isso não era para voltar a acontecer, pois não fiz a minha parte daquela outra vez. Infelizmente vamos adiando e por outras vezes cometemos o erro de não fazer a nossa parte, no mínimo, aprender com aquela situação.
Se deduz muito, e se vive humanamente pouco. Digo por mim, o que pode valer para mais alguém. Quase sempre levamos para o lado pessoal, sem entender que a atitude do outro revela mais do estado que essa pessoa se encontra do que propriamente o alvo, nós, eu, você. Quando estamos em sintonia com o nosso caminho, apenas enviamos luz para essa pessoa, não reconhecemos a energia negativa e seguimos com o próximo passo.
Todas as noites antes de deitar podemos solicitar à Espiritualidade que sejamos encaminhados para uma colônia de estudo e tratamento. Com essa autorização, podemos ser amparados diante de questões que vivemos aqui na terra e que podemos aprender sobre elas durante o descanso noturno do corpo. A busca do nosso espírito por novos conhecimentos no plano de origem é parte fundamental para o estado de serenidade que tanto buscamos.
A ansiedade nos exige renúncia. Seja uma boa noite de sono, seja uma longa caminhada no fim da tarde para trocar as telas mentais. Necessitamos diariamente desse rejuvenescer da alma, sem passar tempo demais carregando o peso dos acontecimentos mais desafiadores da vida. Eles exigem justamente essa libertação da rotina para se ajeitarem como cura e não como dor em nossa vida.
O que mais aprendi nesses últimos meses é que se vivemos sem sonhos, sem produzir, nenhum tempo ou lugar serão perfeitos. Dias mais felizes virão mesmo com a maior das adversidades se você vive um pouco da sua essência sempre, independente disso estar ligado à sua profissão e ao dinheiro. Isso na verdade tem ligação com nossa missão aqui na Terra. Algo que faz tocar nosso espírito e logo não deixa as limitações do corpo nos fazer parar.
Os instantes não voltam justamente pela essência de cada um deles. São únicos, autênticos, na beleza de todos os sentimentos. Nem sempre são como desejaríamos, mas são peças divinas na composição de quem somos e mais um andar do prédio de quem gostaríamos de ser. O corpo, a mente e a alma sentem os instantes de diferentes maneiras. Alguns com choro, outros como eternos. E Deus está ao nosso lado em todos.
Muitas situações desagradáveis que tentamos evitar ao máximo e acabamos errando, muitas vezes por falta de maturidade emocional mesmo de lidar com a questão, chegam a esse ponto por um motivo. Que vai ficar claro no tempo certo, contribuindo para o nosso desenvolvimento. E o nosso crescimento agradece, através da paciência e da autocompaixão.
A sabedoria é a nossa maior riqueza pois ela pode, e deve, ser usada de forma mais humana a cada instante. Quando abrimos o nosso coração para agir com a paz dos nossos sentimentos, encontramos o caminho e as respostas na sabedoria dos dias, na sabedoria da fé, em todas as sabedorias que alimentam o poço da essência verdadeira do nosso ser, o ser espiritual.
O sentindo da vida é a bússola do que estamos fazendo diariamente, seja consciente ou inconscientemente. Pela sobrevivência, muitas vezes deixamos de refletir sobre essa questão que é de primeira importância para a manutenção dos nossos sonhos. Ou seja, é sempre possível trabalhar e dedicar um pouco do tempo para aquilo que é imaterial e eterno em nossa vida. Trabalhar a essência divina em nós colorindo cada um de nossos dias.
Assuntos pendentes guardam energias em nosso ser, que até podemos esquecer, mas elas continuam nos marcando e nos influenciando. Nem sempre é necessário retomar aquele assunto doloroso, abrindo novamente diálogo com quem infelizmente não estamos bem. Mas podemos perfeitamente enviar luz para essa situação através de uma singela prece. E ela vai suavizar essa carga emocional.
Momentos distintos podem marcar o mesmo dia em nossa vida. E é justamente essa alternância que nos provoca o autoconhecimento necessário. A maneira de como lidamos com tudo isso é determinante para não nos desgastarmos tanto e o sabor da sutileza da conquista nos trazer o seu desejo principal: a paz do fazer o nosso melhor, nos conectando com a essência de Deus e continuar a caminhada para o próximo desafio.
Os sustos da vida são naturais. Muitas vezes queremos ser fortes o bastante para não sentir. Em outras ocasiões, nos questionamos por não chorar diante de imensa dor. Cada período, cada acontecimento, marcam de maneira distinta nosso ser e não podemos medir nossa evolução espiritual pela crença comum, de como devemos reagir a cada situação. Mantendo sempre o bem, o carinho e o respeito em nosso coração, estamos no caminho certo.
Tudo que dizemos para outros corações não podem ter o objetivo da transformação. Temos que emitir apenas um sopro, que é o motivo da existência dessa mensagem diária. Despertares sempre vão ser interiores, em momentos individuais e da maneira que o espírito de cada um está preparado e disposto. As sementes sempre estarão disponíveis, para qualquer colheita que desejarmos. Depois, claro, do plantio.
Um dia li algo sobre estar de malas prontas sempre. Essa é uma grande e poderosa reflexão que precisamos ter sobre a morte. A consciência de tempos em tempos que fizemos o necessário, que estamos em dia com o que nos cabe diante dos nossos sonhos, das nossas missões. A serenidade que tudo isso nos traz é imensa, diria até completa, se estivermos, claro, exercendo a nossa fé raciocinada, no calcanhar da confiança, todos os dias.
A passagem dos dias nos causa ansiedade de alguma maneira: ou está faltando tempo para tentar fazer tudo que desejamos ou estamos aguardando por sinais mais claros de qual caminho seguirmos. Em ambas as situações, alimentar a confiança é fundamental. E a confiança, além de ser baseada na fé, ela tem a certeza que você já fez sua parte. Quando nos esforçarmos para cumprir o que é nosso papel, a tranquilidade será sim uma consequência.
O passado é inegavelmente a base do que somos hoje, embora muitas vezes buscamos negar situações que continuam nos machucando. Claro que não precisamos ficar remoendo elas. Precisamos é exercitar a aceitação de que elas aconteceram. E aceitar não é concordar. É apenas compreender que o fato ocorreu e que ele pode, e deve, ser encarado como um aprendizado. Ele é elemento da construção de quem você deseja ainda se tornar.
O encontro do passando, quando estamos cientes dos nossos passos, ocorre de maneira natural. Um sentimento ou outro mais forte pode acontecer, mas estaremos mais firmes e entendedores da necessidade de tudo aquilo para estarmos onde hoje pertencemos. Não tente entender ou imaginar que poderia ser diferente. Compreenda que tudo aquilo, de alguma forma, te fez aprender e te ajudou na sua caminhada de cura, que é um outro nome que se dá para a vida.
O medo é algo tão arraigado em nossa crença que chegamos a ter medo de sentir medo. E esse nosso comportamento nos impede de realizar muitas coisas em nossa vida. Coisas boas, que dependem unicamente da nossa ação para se concretizar. Dessa maneira a vida vai perdendo o seu sabor pelo simples ato de não agir, de ser quem você é. Para um instante, e reveja suas crenças limitantes.
Coisas inevitáveis sempre vão nos acometer e lutar contra a existência delas em nossa vida é perda de energia preciosa. É inevitável abalos dos mais distintos, como o psicológico, diante do cenário da pandemia, da crise econômica, da mudança nas relações. Portanto, não tente negar a realidade. Busque aceita-la no sentido que aconteceu e que é preciso nos adaptar, reajustar nossa caminhada para alcançarmos nossos sonhos.
A verdade dos dias tem um sabor individual no quadro de crescimento de cada um. Um mesmo aprendizado que se pode dizer coletivo é assimilado de maneira distinta por cada coração. E tudo bem. Estamos no mesmo barco, mas em caminhos evolutivos distintos. É tudo uma mistura da forma de amarmos e de exercer o conhecimento do ser através de atitudes e decisões, muitas delas difíceis. Acima de tudo, de respeitar esse tempo interior, seu e do outro.
Em algum momento passamos a ter a serenidade que há muito gostaríamos de ter alcançando. De estar mais conectado com o nosso caminho do que com os ruídos de outros passos. Isso não significa egoísmo com a humanidade, mas dedicação à nossa caminhada justamente para auxiliar o planeta. Continuaremos auxiliando quando preciso, mas sem esquecer do nosso ser que ao evoluir é capaz de iluminar muito mais os lugares e pessoas pode onde passa.
Existem períodos que o peso da realidade parece nos esmagar e nos deixar sem reação. Parecemos cercados e sem ter para onde ir ou o que fazer, mas mesmo assim temos condições de tomar decisões. Podem ser pequenas, pontuais, mas podem ser tomadas para o bem dos nossos sonhos. Não se entregue aos sentimentos como se não houvesse solução. Mesmo que não enxergue a saída, continue andando. Todas as caminhadas são feitas do próximo passo.
Tem hora que a gente tem medo de não encontrar o que desejamos. Que tudo aquilo que sonhamos parece coisa da nossa cabeça, que um outro a caminho a seguir, tempos atrás, que era o certo. Sempre será necessário reavaliar sonhos. Não no sentido de desistir deles. Mas de renovar cronogramas, aceitar que circunstâncias diversas nos leva a mudar etapas. E isso não é derrota. É adaptação, é vitória, já é um parte do sonho se realizando com solidez.
Busque por um instante hoje ser grato por tudo que você tem. Mesmo que for pouco, ou quase nada. Busque agradecer por ter alguém, por ter essa ou aquela ferramenta para você recomeçar a caminhada. Nem sempre teremos o cenário ideal para dar o primeiro passo, mas se inspire nos grandes mestres, a exemplo de Chico Xavier, que dizia: ‘se eu tivesse esperado estar pronto para começar, eu nunca teria começado’.
Encontre o seu tempo, seu instante de integridade e conexão com a essência. Seja acordando antes, ou dormindo um pouco depois. Ou aquele momento solitário no meio da tarde mesmo. Claro, mantendo sempre o equilíbrio do seu ser. Eu digo isso porque precisamos ter um momento nosso, quando a serenidade nos encontra na lucidez dos pensamentos, na fluidez dos nossos projetos e estamos em paz absoluta para sentir nossos passos no mundo.
As dores mais difíceis são aquelas que ainda não quisemos aceitar. Aceitar não no sentido de concordar, mas no sentido de aceitar que aconteceu e que precisa do nosso carinho, da nossa atitude. O tempo que passamos negando esse ou aquele episódio apenas reforça a energia que nos desagrada. Aceite esses acontecimentos como necessários para seu fortalecimento, como preparação fundamental para a realização dos seus sonhos.
A maneira que encaramos o dia faz toda a diferença. Necessitamos manter metas e programações para não cairmos em tentações de energias ruins que todos nós atraímos em alguns períodos invigilantes da vida. Meu convite aqui não é ser uma máquina, mas sim ter metas sutis para auxiliar não só a parte emocional do produzir, bem como de fato conquistar etapas importantes dos seus sonhos. Diariamente.
Leonardo Da Vinci, considerado até hoje o maior dos gênios, tem uma frase que eu diria que é mais do que gloriosa: ‘A simplicidade é o último grau de sofisticação’. É comum a gente acabar esquecendo de fazer o que nos cabe, o que é simples, a base da nossa essência e humildade, para atender desígnios externos com o anseio de reconhecimento pelo ego. Mas as nossas mais belas obras, certamente, serão sutis, brotadas em nosso tempo.
Involuntariamente carregamos energias que não nos pertencem. A maioria de nós é uma esponja, seja pelo excesso de amor e compaixão, seja pelas características da nossa mediunidade não trabalhada. O fato é que precisamos estar atentos para não nos contaminar com essas energias que chegam até nós por alguns motivos: algumas são professoras, outras pela nossa falta de vigilância e outras pelas nossas atitudes. Precisamos refletir e melhorar.
Temos uma tendência a levar muitas coisas para o lado pessoal. Busque não alimentar isso. As pessoas agem da maneira que de certa forma nos machuca por antes de tudo elas estarem machucadas. Pessoas que estão, de fato, iluminadas não vão nos atingir. Nossos irmãos que ainda nos machucam é porque precisam da nossa compreensão e irradiação de luz.
Não busque a perfeição. Busque fazer bem feito, acima de tudo com amor. Tudo que vamos conseguir mais do que isso vai ser consequência, que será alcançada pelo sutileza dos dias. Não force. Apenas esteja presente no momento, fazendo o seu melhor. O que nos cabe é fazer a nossa parte. O universo vai fazer a dele, pode ter certeza.
As variáveis de uma decisão podem ser muitas, por isso nem tudo acontece no momento que queremos, por maior que seja o empenho e o planejamento. Em todas decisões existem perdas. É porque precisamos literalmente abrir espaço para algo de novo acontecer. Ao assimilar isso com gratidão em nosso coração, passamos a pintar mais serenamente a arte de viver.
Em períodos de intranquilidade de nossa vida, nos dedicamos a buscar a paz. Seja através da prece, da meditação, da mudança efetiva dos pensamentos. Mas embora todos esses métodos sejam válidos, esquecemos do mais importante: a paz está dentro de nós, onde menos buscamos, onde menos realmente nos dedicamos. É hora de enxergar melhor esse caminho, através do amor-próprio.
É tão bom quando somos compreendidos e principalmente quando não somos julgados por quem parou ali uns instantes para nos ouvir. Mas isso é uma raridade, eu sei. E daí surge uma importante sabedoria. Nos ensina que não podemos condicionar a nossa felicidade ao externo. Nossa obra de cada dia tem que bastar ao nosso espírito por simplesmente ser executada com amor. Pensando no coletivo, claro, mas bastando para nosso ser apenas o ato semear a essência.
A forma de olharmos qualquer situação é o primeiro passo para a solução. Geralmente nos envolvemos tanto emocionalmente com aquilo que não somos capazes de resolver, de tomar uma decisão sem nos machucar. Esse é o momento de buscar a serenidade através de uma prece, uma meditação, uma leitura edificante. As emoções são essenciais para a nossa vida, mas elas precisam ser dosadas em momentos que a dor dos acontecimentos não nos deixa consultar a razão.
A morte tem um significado particular para cada coração. Mas o sentimento mais nobre, me permitam, é a de libertação do espírito em forma de gratidão. O corpo foi a maior ferramenta de aprendizado e agora o espírito pulsa amor por voltar à sua condição integral em uma nova caminhada. Um reencontro acima de tudo consigo mesmo, com sua essência mais pura, uma certeza indescritível que fazemos parte de tudo e pela eternidade.
O tempo que vivemos parece outro. Em muitos sentidos. Fomos forçados a pensar a nossa vida diferente. Em organizar horários, mudança na forma que nos portamos e mesmo diante de imensa dor, ou justamente por ela, nos sobra profundos aprendizados para melhoramento interior. Aliás, nos cabe exatamente isso: transformar em sabedoria tudo isso para a continuação da nossa caminhada.
Não alimente o revanchismo do ego, que quer retrucar de alguma maneira. Nem sempre se defender vai adiantar alguma coisa nos choques verbais constantes que experimentamos na vida. Se eu tivesse mantido o silêncio em muitos deles, teria conseguido já ter subido alguns degraus importantes na escada da serenidade. Tudo aquilo que já sabemos que não é fácil, precisamos praticar mais ainda.
Chico Xavier dizia que se tivesse esperado estar pronto para iniciar sua missão, nunca teria dado o primeiro passo. E muitas vezes colocamos empecilhos inexistentes para alimentar a chama da nossa caminhada de sonhos. Um dia é a preguiça, o outro o calor, no outro dia o frio, agora o Coronavírus. Gastamos tempo demais nos defendendo, apresentando motivos para não iniciar essa importante caminhada. Aproveite esse período de isolamento social para dar o primeiro passo para seu sonho.
Uma das verdades mais poderosas é que se a gente não aprende diante de determinada situação, é muito provável que ela vá acontecer novamente. É o mesmo caso do aluno que não estudou para a prova, não levou a avaliação a sério, achando que aquilo não acrescentaria em nada. Estamos sendo testados em todos os aspectos da vida para o nosso próprio bem, para a nossa evolução. Podemos não sentir isso claramente agora, mas esse é um anseio do nosso próprio espírito.
Se a vida é uma ópera, o grande momento dela é o sempre agora. Todo dia é dia de se produzir algo para esse grande concerto de Deus, mesmo diante de um luto mundial. A busca por reinvenção nasce dos pequenos afazeres realizados com amor e respeito. Temos infinitas possibilidades com pouquíssimas ferramentas. Mas muitas vezes nos lamentamos por não ter isso ou aquilo. E esse sentimento é o maior limitador de sonhos. Precisamos começar.
O que realmente é essencial em sua vida? A resposta deste questionamento que deve ser respondido devagar, ao seu tempo, por dias, ou talvez meses ou anos, traz uma sabedoria mais do que preciosa para a sua vida. É a iluminação da alma se tornando em uma tocha divina. O nosso sofrimento, comece analisar, está sempre no externo, no que passa dos limites do simples, do necessário, do sereno. E esse tipo de luta nunca venceremos.
Os dias que parecem não darem certo são os dias de você com você mesmo. E eles são fundamentais para a reafirmação dos seus sonhos, com o cuidado especial de suas questões mais íntimas. O externo precisa sim ter contratempos para que sejamos forçados a dedicar um tempo para o interior. É do interior que brota praticamente tudo em nossa caminhada de vida, mas ele é esquecido com a quantidade de estímulos que a sociedade nos oferece.
Toda alma precisa de silêncio. É uma espécie de limpeza, como é necessário tomar banho todos os dias. Só que infelizmente para manter o foco ou para abafar qualquer outro som que nos incomoda, colocamos fones de ouvido. Nada contra música. Amo músicas. Acho algumas delas divinas. Ouço muito. Mas a preciosidade do silêncio é curativa e deve ter seu momento diário em nossa vida como forma de reconexão com a essência.
A incompreensão um dia vai ser entendida por você como natural. Ficamos tristes por esse ou aquele comentário diante da nossa conduta porque o nosso ego ainda exige que algo externo o alimente. Chegará um momento, sem pressa, sem forçar, na fluidez da maturidade tão somente, que o fazer o bem irá bastar de modo integral para o seu coração. E a verdadeira paz e serenidade, que você sempre buscou, será uma constante em sua vida.
O momento atual está nos privando de muitas questões, de lugares que frequentamos, de ações que tivemos que deixar de realizar de forma abrupta. E a reflexão que te convido a fazer é: será que está realmente fazendo falta? Tenho certeza que uma ou outra ação que não é tão evoluída para o nosso ser está passando até mesmo despercebida nesse período de quarentena. Viver bem é selecionar e colocar amor em nossas ações, poucas e fundamentais para nossa evolução.
Uma das questões mais aflitivas para o coração é voltar em pensamento ao passado e imaginar como seria diferente se tivesse a maturidade de hoje. Mas era para ter acontecido daquela maneira. Mesmo se você errou, podendo agir de outra maneira, esse erro fez a pessoa que você é hoje, com condições de fazer diferente, com mais lucidez e maturidade para lidar com os desafios da vida. Não venceremos todos. Mas todos vão nos ensinar. Precisamos compreender que erros estão previstos em nossa caminhada como forma de aprendizados.
Eu li agora a pouco sobre a mudança profunda que a pandemia vai provocar nas relações humanas a curto prazo, mesmo após o fim da quarentena. O simbolismo de um abraço e um beijo em suas maiores vitrines, o cinema e a TV, não tem data de retorno. Até mesmo parece que estamos inseridos em um filme de ficção, mas é a realidade cobrando deste mundo um momento de reflexão e principalmente de mudança. Mas não deixe de praticar o amor e envia-lo em pensamento, prece e olhar para todos que necessitam dele.
Muitas coisas habitam o nosso coração. Algumas machucam, outras são lembradas como pomadas divinas. São histórias que tocam a alma e nos fazem lembrar que há algo bem maior e profundo que interliga tudo, que mesmo por um segundo faz tudo ter sentido, nos trazendo força e vontade de seguir a caminhada. Só você sabe o que está passando. Não cabe ninguém julgar. Mas quero que saiba que você é maior que seus problemas. Só de saber disso, os problemas passam a ser menores.
Em algum momento da vida nos revoltamos com Deus e dizemos que Ele se esqueceu completamente da gente, que nos ajuda. É algo natural após acontecer alguma coisa que nos machuca bastante. Mas aí esquecemos que somos nós quem de certa maneira afastamos a Espiritualidade. Ela continuará sempre nos intuindo no bem dos nossos passos, mas nem sempre deixamos a porta aberta para ela entrar. Ou seja, precisamos permitir, sintonizando através da prece e da aceitação.
O limite é o ponto mais revelador de nossa vida. As questões são: por que chegamos nesse ponto? Por que achamos que esse realmente é o limite? Essas reflexões nos trazem respostas lúcidas sobre nossos sonhos, sobre o que estamos dispostos a perder para depois ganhar em todos os âmbitos da vida. Por isso sim, o limite é o ponto mais revelador da nossa vida. E o limite somos nós quem definimos.
Nem todo dia é dia de escolher. De tomar grandes decisões. Porque as grandes respostas, aquelas que mudam o rumo da nossa vida, elas se solidificam com o tempo em nosso interior. Não é nada matemático ou rabiscado apressadamente. Essas decisões passam várias barreiras, como o medo, o ego e o materialismo. Perceba que quanto mais lucidez conseguir para a sua mente, mais suas decisões serão firmes, acertadas e serenas.
As feridas da nossa vida doem como convite para a nossa mudança, seja no campo do perdão, seja no campo mental, de mudança na forma de agir e enxergar os acontecimentos. Nossos conceitos são limitados e só são, de fato, modificados em momentos únicos de transformação da humanidade, como o que estamos passando no momento. Mas a mudança integral do nosso ser, em todos os aspectos, depende da nossa própria vontade.
Perceba como muitas questões que te apertaram tanto o peito passaram. E isso que você está sentido agora também vai passar. Pode confiar. Busque essa lucidez de que tudo passa, que você é maior e mais forte do que esse momento. E a própria serenidade que transmitimos através do pensamento e da confiança vai nos ajudando a curar tudo mais rápido. Controlar nossos pensamentos não é fácil, mas é uma questão de hábito fortalecer os bons.
Nós sempre acreditamos que o externo, que o do outro, que aquilo que ainda não temos é melhor. Isso é algo natural do desejo humano e até certo ponto é sadio, pois pode nos estimular diariamente na caminhada dos nossos sonhos. Mas quando passamos a focar nas ferramentas que temos hoje em mãos, colocando-as realmente em prática, você irá perceber que tem mais do que o suficiente para começar essa caminhada dos seus sonhos. Não perca tempo.
Você consegue viver com o seu silêncio? Ele pode ter um barulho ensurdecedor e não é nada agradável no início dessa caminhada de autodespertar. Mas ele é essencial. Quando estamos nesse processo interior, focados, temos mais condições de enxergar com clareza situações que nos machucam. E isso é evoluir. Porque o silêncio nos traz também uma reafirmação dos nossos sonhos, sem o ruído externo, que pode inclusive influenciar na decisão de deixar de sonharmos.
O medo tem o seu significado em nossa vida. Se mostra de maneira diferente para cada um de nós. E na maioria dos casos é sim prejudicial. O que precisamos analisar individualmente é se estamos com lucidez para interpretar esse sentimento como proteção ou como autossabotagem. O medo nos impede de fazer muitas coisas que não devemos fazer. Só ele também nos impede de fazer muitas coisas que sim, devemos fazer. Por isso, alimente a sua lucidez para encontrar a resposta.
Tenha um cuidado especial com seu sono. Eu tenho buscado silenciar o meu ser todas as noites, me conectar com a paz para que o descanso seja reparador de fato. E você, o que tem feito realmente pelo seu descanso? Somos humanos com limitações e principalmente o celular nos exige atenção máxima, muitas vezes sem necessidade, até o último instante acordados. E isso atrapalha para que tenhamos um sono reparador. Se conheça mais, e se me permita dormir melhor.
Se a quarentena acabasse hoje, quem você escolheria para abraçar agora? Mande essa mensagem para essa pessoa em sinal do seu carinho por ela. Sabe… podemos mostrar carinho e consideração de várias formas e mesmo distantes neste momento difícil podemos e devemos mostrar nosso amor para quem faz a diferença em nossa vida. Não corte os laços com as pessoas em função isolamento social. Busque sua serenidade, a meditação no silêncio, mas não deixe que todas as pontes que você construiu se tornem muros.
Esse realmente é um momento único da humanidade, principalmente da nossa geração. Me tocou muito a fala do médium Divaldo Franco de que um clarín soou nas colônias espirituais como preparo para o desencarne coletivo que está ocorrendo. A última vez que isso aconteceu, segundo o Divaldo, foi na Segunda Guerra Mundial. Portanto, eu me perguntou, eu te pergunto: o que estamos fazendo de diferente neste momento para buscar a evolução, buscar o nosso próprio melhoramento?
Todos nós vivemos guerras não declaradas, seja a nível sentimental, seja a nível profissional ou espiritual. Estamos diariamente em constantes batalhas, a começar por nós mesmos. E a maior arma que a gente pode ter é a paz. Ela nos traz força, ela nos traz serenidade, ela nos traz lucidez nos pensamentos. Ela nos traz também a sabedoria do tempo e a parte mais sincera do amor, que Jesus nos ensinou, acaba brotando como milagre no nosso quintal.
Se essa quarentena realmente for a maior oportunidade de sua vida para o melhoramento, em todos os sentidos, o que você faria? E quantos % do que você imaginou de fato você está realizando nesses dias de isolamento social? Se quiser meu conselho, comece a mudar. Se permita. Limpe pelo menos uma gaveta. Você vai encontrar nela o tempo da sua vida. A lembrança do passado e o acúmulo que precisa partir, para o novo chegar como cura em sua vida.
A dificuldade desse momento nos deixa desnorteados. É verdade. Não adiante tenta suavizar muito. O que precisamos é encarar a realidade com seriedade e fé. Fazer o que nos cabe, e fazer bem feito, mesmo nos limites de nossa residência. E isso é fantástico, pois estamos ao lado das pessoas certas para nos melhorar. O que quero dizer é que a dor é a maior prova de que estamos vivos. E que se colocarmos amor nos nossos passos estaremos evoluindo e muito enquanto espíritos imortais.
A depressão precisa do seu próprio carinho como um grande remédio. É uma forma da alma se abraçar. Dizendo que temos momentos assim, que as feridas doem mais. E tudo bem. Respire, procure ajuda. Mas não se culpe. Esse é um momento de reajuste, uma forma de ajuntar forças para o seu fortalecimento. Volte a alimentar seus sonhos. Pequenos passos fazem toda a diferença. Não deixe de começar a viver esses pequenos momentos que marcam o recomeço de uma grande caminhada.